sexta-feira, 11 de março de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
Madre Teresa de Calcutá na Marvel
Em 1984, a famosa empresa em quadrinhos Marvel acrescentou à sua lista de heróis uma freira católica… uma autêntica heroína da vida real
Por HÁCIO SIQUEIRA
Ontem, segunda-feira, a sala de imprensa da santa sé informou que no próximo dia 15 de março o Papa Francisco celebrará o consistório público ordinário para a canonização de cinco beatos.

Trata-se da religiosa albanesa Madre Teresa de Calcutá, fundadora das Missionárias da Caridade; do menino mexicano José Sanchez del Río, martirizado na Cristiada; do sacerdote argentino José Gabriel del Rosário Brochero, recentemente beatificado; da religiosa sueca María Isabel Hesselblad, que refundou a ordem do Santíssimo Salvador de Santa Brígida; e do sacerdote escolápio polonês Estanislau Papczynski, fundador da Ordem dos Padres Marianos da Imaculada Virgem Maria.

Em 1984, a famosa empresa em quadrinhos Marvel acrescentou à sua lista de heróis uma freira católica… uma autêntica heroína da vida real: Madre Teresa de Calcutá. Um ano antes João Paulo II também havia saído e com grande êxito de venda. É possível acessar essas informações nahemeroteca da Marvel (a revista também pode ser comprada por Amazon). Trazemos esse dado aos nossos leitores, em vista da próxima canonização da grande santa dos pobres.

Fonte: Zenit
Arcebispo de Salvador visitou as obras de restauração da Catedral Basílica
O Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, visitou a Catedral Basílica (Terreiro de Jesus), que está passando por um processo de restauração desde abril de 2015. A intervenção contempla a requalificação de espaços internos, como a sacristia, por exemplo, bem como a recuperação de azulejos e a execução de obras de restauro de imagens sacras e bens integrados.
Ao todo, 40 profissionais atuam nas obras de restauração da Catedral Basílica. O prazo para entrega do templo estava previsto para agosto de 2016, mas esse período deve ser estendido. “O altar-mor já está pronto e agora vai passar pelo processo de limpeza e restauração do piso. Já está no nível final. Estão aplicando bolo armênico e o douramento [folhas de ouro]”, disse a engenheira Andressa da Silva.
Os paineis do altar do Santíssimo Sacramento também já estão prontos. “Tem algumas intervenções que devem ser feitas na hora do entalhe porque algumas peças foram perdidas, então essas peças precisam ser refeitas para dar uma leitura parecida com a original”, afirmou o entalhador Jairson Rocha.
Veja as fotos no Site da Arquidiocese de São Salvador
Fonte: Arquidiocese de São Salvador
quarta-feira, 9 de março de 2016
Itacaré (BA) – Ajude e colabore com a campanha de restauração dos altares da Igreja São Miguel
O maior bem histórico, cultural, religioso e artístico de Itacaré precisa de sua colaboração para continuar firme com a reforma dos seus três altares.
Arte, Devoção e Sociedade.
Autores
Vinícius de Freitas Morais
Mestrando - UFRJ-Universidade Federal do Rio de Janeiro
vinicius.freitas94@hotmail.com
Patrícia Marques de Souza
Mestranda em História Social (Bolsista Capes)
UFRJ-Universidade Federal do Rio de Janeiro
marquesdesouzap@gmail.com
Maria Clara Caldas Soares Ferreira
Mestra e doutoranda em História Social da Cultura pela UFMG
UFMG
mccsferreira@yahoo.com.br
Mestra e doutoranda em História Social da Cultura pela UFMG
UFMG
mccsferreira@yahoo.com.br
Leandro Gonçalves de Rezende
Mestrando em História Social da Cultura pela UFMG
UFMG
leandro9rezende@yahoo.com.br
Mestrando em História Social da Cultura pela UFMG
UFMG
leandro9rezende@yahoo.com.br
Kellen Cristina Silva
Mestra pela UFSJ e doutoranda em História Social da Cultura pela UFMG
UFMG
ma.kellcs@gmail.com
Mestra pela UFSJ e doutoranda em História Social da Cultura pela UFMG
UFMG
ma.kellcs@gmail.com
Diomedes de Oliveira Neto
Mestrando em História Social (Bolsista Capes)
UFRJ-Universidade Federal do Rio de Janeiro
diomedesneto85@gmail.com
Ementa
Mestrando em História Social (Bolsista Capes)
UFRJ-Universidade Federal do Rio de Janeiro
diomedesneto85@gmail.com
Ementa
O Simpósio Temático tem como fio condutor o enlace entre a arte e a religiosidade na sociedade cristã ocidental, reunindo pesquisas que envolvam o campo da cultura visual, em sua vertente devocional, ou seja, a produção artística de cunho religioso nas mais diferentes formas, técnicas e suportes. Da mesma forma, partimos do pressuposto que a obra artística devocional não é uma ideia desencarnada ou simples ideologia, sem raízes no seu tempo; nem um mero reflexo do contexto sociocultural em que se situa. Assim atentaremos para o meio social em que ela está inserida, as experiências e expectativas de religiosos e leigos promotores da fé e da arte.
O meio religioso sempre se destacou como espaço de fortalecimento identitário e hierárquico, forjando mecanismos de representação e de sociabilidade. Nesta oportunidade destinaremos nossa atenção para os diálogos entre a Arte e as práticas religiosas, percebendo a produções de signos e significados junto à sociedade, uma vez que a mentalidade devocional deixa marcas indeléveis no pensar, agir e portar-se das populações. Dessa forma, temos um amplo recorte temporal-espacial que abrange desde a Antiguidade à multiplicidade do contemporâneo. Seja em sua especificidade material ou técnica ou na sua função primeira de culto, os espaços arquitetônicos, as esculturas e as imagens sagradas agregam, ao mesmo tempo, funções sociais e religiosas. Para além do espaço e do calendário cristão, a relação entre arte e devoção permite a extensão dos recortes cronológicos, abraçando tempos e sociedades que conferiram importância na produção e no uso das imagens e dos lugares de culto. Deste modo, atentamos para o fato dos objetos visuais se circunscreverem dentro de uma perspectiva social e destacamos tanto os seus diversos usos e funções quanto os seus meios de produção e recepção.
Logo, abordar-se-á, de forma ampla, a interiorização e exteriorização do fenômeno religioso nas sociedades cristãs do ocidente sobre os múltiplos campos do saber, amparados pela teoria e metodologia da História e da História da Arte. As análises construídas serão tecidas a partir de elementos documentais, bibliográficos e iconográficos diversos, sejam esses dados escritos ou produtos de manifestações artísticas remanescentes ao dispor do pesquisador. Portanto, a cultura artística religiosa e os seus processos devocionais, as festas, o mecenato, a iconografia, o lugar social dos artistas, a fé e a religiosidade serão analisados num diálogo interdisciplinar.
Fonte: EPHIS-UFMG
terça-feira, 8 de março de 2016
Palestra: A Iconografia da Companhia de Jesus (Portugal)
A ICONOGRAFIA DA COMPANHIA DE JESUS
Por Maria de Lurdes Craveiro, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra / Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património
A Companhia de Jesus tem sido entendida à luz de uma interpretação que lhe confere uma grande unidade de procedimentos. Assumindo uma pastoral saída da Contra Reforma e das disposições tridentinas, os jesuítas confrontaram-se também com as concorrências religiosas num espaço alargado ao Mundo e desenharam a sua própria estratégia de atuação que, de certa forma, se demarcou das outras ordens religiosas. Seria, assim, legítimo o entendimento de um “estilo jesuítico”, como marca identificadora de um percurso específico que vai ao encontro da afirmação dos valores cristãos com o recurso à imagem adequada e validada por Roma, se a constatação de uma realidade cultural plural (que não se confina ao século XVI) não viesse subverter esta leitura.
A iconografia jesuíta traduz um modelo formal conduzido por uma comunidade apostada no processo de evangelização que começa na Europa e se estende a uma escala planetária. Mas este modelo, que capitaliza a imagem na sua mais alargada e complexa expressão, também dialoga com as outras ordens e absorve, num ciclo comum às dinâmicas das práticas religiosas, as heranças mais inusitadas e, aparentemente, dissonantes às orientações oficiais; “para maior glória de Deus”.
MAIS INFORMAÇÕES
10 de março de 2016
Horário: 16H00
Local: Anfiteatro do Laboratorio Chimico
Entrada livre
Fonte: Museu da Ciência/ Universidade de Coimbra
Local: Anfiteatro do Laboratorio Chimico
Entrada livre
Fonte: Museu da Ciência/ Universidade de Coimbra
Exposição revela os segredos do "Homem do Sudário"
O Museu da Paixão, na província de Cabra em Cordoba (Espanha), é um espaço etnográfico e religioso único, aberto com o objetivo de mostrar como foi a primeira Semana Santa
Uma imagem do "homem do Sudário", de acordo com vários estudos científicos a partir do Sudário de Turim
Madrid.- Na cidade de Cabra, uma pequena mas lúcida cidade a cerca de 80 quilômetros da capital da província, Córdoba, no coração da Andaluzia, é um lugar único de seu gênero, onde você pode ver e tocar quase tudo o que se sabe até hoje sobre o "homem do Sudário".
É o Museu da Paixão, localizada no interior do Museu Aguilar e Eslava, que pretende mostrar como foi a primeira Semana santa da história.
Nele você pode encontrar a partir de uma réplica em tamanho exato do Sudário, cujo original é preservado na cidade italiana de Turim; outro Santo Sudário que cobriu o rosto de Jesus e que se encontra na Capela da Catedral de Oviedo, norte da Espanha; réplicas de alguns dos utensílios romanos que foram usados para repreender o filho de Maria.
Também neste museu alguns estúdios de fotografia em 3D seria vislumbrar o rosto de Jesus e de imagens em tamanho real do que pode ser o verdadeiro rosto do Filho de Deus, com base em estudos recentes da comunidade científica.
O que se expõe?
Salvador Guzman Moral, curador e diretor do museu, diz que é o único espaço etnográfico e religioso que se reproduzem "juntos" tanto o Sudário como a Semana Santa.
Esta exposição é "resultado do projeto 'Homem do Sudário', que começou em 2001, com a Fundação Aguilar e Eslava para divulgar as características e história do Sudário de Turim.
Para o escultor e restaurador sevilhano Juan Miñarro Lopez, que participou ativamente da montagem, "se o Sudário é prova material de Jesus de Nazaré, seu rosto impresso provavelmente é o verdadeiro retrato da figura histórica que era Cristo."
Sobre quais partes ou áreas do museu que impactam o visitante, o diretor diz: "Acima de todos os estudos forenses e de investigação professor de arte anatômica completa Miñarro, o que lhe permitiu reconstruir em detalhe e rigor rosto e corpo, que apresenta a tortura e idênticos aos da Paixão de execução Cristo ".
Como um pós-escrito para esta impressionantes exposições artísticas e científicas, os visitantes podem ver a reprodução de como poderia ter sido o verdadeiro túmulo onde foi depositado o corpo de Jesus de Nazaré. Um museu com a Semana Santa em cenas, que vale a pena ser conhecido e visitado.
O que é?
O Sudário de Turim, também conhecido como o Santo Sudário é um pano de linho que mostra a imagem de um homem apresentando marcas e próprios traumas físicos de uma crucificação. Ele manteve cientistas, teólogos, historiadores e pesquisadores em debate constante.
Fonte: El Tiempo
Uma imagem do "homem do Sudário", de acordo com vários estudos científicos a partir do Sudário de Turim
Madrid.- Na cidade de Cabra, uma pequena mas lúcida cidade a cerca de 80 quilômetros da capital da província, Córdoba, no coração da Andaluzia, é um lugar único de seu gênero, onde você pode ver e tocar quase tudo o que se sabe até hoje sobre o "homem do Sudário".
É o Museu da Paixão, localizada no interior do Museu Aguilar e Eslava, que pretende mostrar como foi a primeira Semana santa da história.
Nele você pode encontrar a partir de uma réplica em tamanho exato do Sudário, cujo original é preservado na cidade italiana de Turim; outro Santo Sudário que cobriu o rosto de Jesus e que se encontra na Capela da Catedral de Oviedo, norte da Espanha; réplicas de alguns dos utensílios romanos que foram usados para repreender o filho de Maria.
Também neste museu alguns estúdios de fotografia em 3D seria vislumbrar o rosto de Jesus e de imagens em tamanho real do que pode ser o verdadeiro rosto do Filho de Deus, com base em estudos recentes da comunidade científica.
O que se expõe?
Salvador Guzman Moral, curador e diretor do museu, diz que é o único espaço etnográfico e religioso que se reproduzem "juntos" tanto o Sudário como a Semana Santa.
Esta exposição é "resultado do projeto 'Homem do Sudário', que começou em 2001, com a Fundação Aguilar e Eslava para divulgar as características e história do Sudário de Turim.
Para o escultor e restaurador sevilhano Juan Miñarro Lopez, que participou ativamente da montagem, "se o Sudário é prova material de Jesus de Nazaré, seu rosto impresso provavelmente é o verdadeiro retrato da figura histórica que era Cristo."
Sobre quais partes ou áreas do museu que impactam o visitante, o diretor diz: "Acima de todos os estudos forenses e de investigação professor de arte anatômica completa Miñarro, o que lhe permitiu reconstruir em detalhe e rigor rosto e corpo, que apresenta a tortura e idênticos aos da Paixão de execução Cristo ".
Como um pós-escrito para esta impressionantes exposições artísticas e científicas, os visitantes podem ver a reprodução de como poderia ter sido o verdadeiro túmulo onde foi depositado o corpo de Jesus de Nazaré. Um museu com a Semana Santa em cenas, que vale a pena ser conhecido e visitado.
O que é?
O Sudário de Turim, também conhecido como o Santo Sudário é um pano de linho que mostra a imagem de um homem apresentando marcas e próprios traumas físicos de uma crucificação. Ele manteve cientistas, teólogos, historiadores e pesquisadores em debate constante.
Fonte: El Tiempo
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