sábado, 11 de maio de 2019

A origem dos tapetes de Corpus Christi



A festa de Corpus Christi, que significa Corpo de Cristo, acontece 40 dias depois a páscoa. A Igreja comemora essa festa desde o ano de 1264, com a instituição desse festejo pelo Papa Urbano IX com a Bula "Transiturus". (na foto acima, de Elvira Nascimento, mostra os tapetes de Corpus Christi no Largo do Coimbra em Ouro Preto MG)

Os tapetes de Corpus Christi que encantam a todos nesse período religioso vem de uma tradição muito antiga. A prática surgiu em na região dos Açores em Portugal no século XIII e foi introduzida no Brasil no período colonial, sendo rapidamente difundida por toda a colônia e hoje é uma prática dos católicos em todos os Estados Brasileiros. É uma tradição rica, de enorme valor para os católicos e preservada até hoje pelos dois países. Em Minas Gerais, Estado que durante o Ciclo do Ouro recebeu milhares de portugueses, a tradição foi amplamente difundida e se enraizou na sociedade cristã mineira, fazendo parte da tradição religiosa mineira.

Em Portugal a procissão do Corpus Christi sempre foi tradição. No século 13 fiéis observavam o Sacerdote que caminhava á frente da procissão carregando o Ostensório, um objeto que armazena a hóstia sagrada, que para os católicos simboliza o corpo de Cristo. ( na foto ao lado, o sacerdote com o Ostensório, em Bichinho, distrito de Prados MG, fotografado pelo César Reis) É o Sacramento da Eucaristia que somente nesse dia, deixa o altar e vai para as ruas. Para os católicos, a passagem do ostensório com a hóstia simboliza que Jesus está andando pelas ruas da cidade.

Por acreditarem que Jesus estaria andando pelas ruas de sua cidade e para os católicos, Jesus é o Rei dos Reis, o Salvador, o Messias prometido, merecia uma recepção digna da fé de seu povo.

Foi lembrada então uma passagem bíblica na parte que narra Jesus entrando em Jerusalém e o povo feliz com sua presença. Numa demonstração de carinho, jogavam no chão ramos de oliveiras para que ele passasse por cima. O ato do povo colocar ramos de oliveiras no chão, foi inspiração para para que no dia de Corpus Christi fosse feito algo mais bonito, digno de Jesus Cristo, o Rei dos Reis.
Não tem nada a ver com a procissão de Ramos, no período da Semana Santa, foi apenas uma ideia inspirada nessa passagem e que se popularizou e teve a aprovação da Igreja. Assim, inspirando-se nessa ideia, surgiu a decoração das ruas das cidades, no século 13, em Portugal e introduzida no Brasil, durante o período colonial. Até hoje decorar ruas com tapetes nesse dia é praticada nos dois países. (a foto acima, a arte do artista plástico Reinaldo de Paula em frente a Igreja de Jaboticatubas.Um verdadeiro show de fé, criatividade e talento do artista )

Com o passar dos séculos a ideia foi se desenvolvendo até chegar aos moldes atuais, onde os fiéis decoram as ruas fazendo desenhos que representam cenas bíblicas com o rosto de Cristo, cálices, cordeiros, pão e outros desenhos sobre as ruas onde a procissão passará. Usam serragens, borra de café, farinha, casca de ovos, areia, folhas, flores, sal coloridos, entre outros materiais. (a foto mostra procissão de Corpus Christi pela ruas de Diamantina. Imagem arquivo: Secretaria de Turismo/Divulgação)
Esses trabalhos chegam a ser considerados verdadeiras obras de arte, pela beleza, magia e encantos que proporcionam. O trabalho é feito pela comunidade e não tem caráter de promessa ou penitência. É somente amor à Eucaristia e adoração a Cristo.Começam no dia anterior ao feriado e muitos passam a noite inteira decorando as ruas.
Os fieis se reúnem e começam a preparar os tapetes para o dia seguinte, de Corpus Christi. Não tem tamanho, formato ou extensão exatas. Pode ser de algumas centenas de metros ou dependendo dos fiéis, quilômetros até. Na tradição antiga, principalmente nas cidades históricas onde existiam muitas igrejas, a procissão saia de uma igreja para a outra, assim os tapetes ligavam as igrejas. Durante o cortejo, os fiéis exibiam e ainda exibem panos vermelhos nas janelas (como podemos ver na foto abaixo, de Sônia Fraga, em Ouro Preto).

Em Minas Gerais essa tradição, vem desde o início do século XVII e hoje em todos os 853 municípios mineiros, distritos e povoados, é preservada.
O mineiro sempre foi um povo conservador e muito religioso. As manifestações de fé do nosso povo atrai a atenção de todos do Brasil e do mundo. Vem para ver, fotografar, sentir, se emocionar e participar desse momento de fé, confraternização e alegria do povo católico mineiro que coloca toda sua emoção e sentimento na arte dos tapetes de Corpus Christi. E o turista sente essa emoção.
Nosso Estado é muito grande e não dá para ir em todas as cidades mineiras para admirar a beleza dos tapetes e participar da alegria dos fiéis, mas sugerimos algumas cidades onde você turista poderá acompanhar o dia de Corpus Christi e conhecer cidades lindas, com história, museus, arquitetura colonial, e outros atrativos. Veja os roteiros que sugerimos.
Ouro Preto, Mariana e Congonhas

São cidades próximas. Começando por Ouro Preto (na foto acima de Elvira Nascimento), o visitante ficará deslumbrado com os tapetes coloridos em frente as igrejas do período barroco. É deslumbrante. A cidade é perto de Belo Horizonte, apenas 100 km de distância a capital.
A 20 km de Ouro Preto está Mariana, a primeira cidade e capital de Minas Gerais. Os fiéis saem pelas ruas repletas de tapetes e os que não estão na procissão, estendem colchas e toalhas de rendas nas janelas de suas casas.
E a 56 km de Ouro Preto está Congonhas, a famosa cidade dos 12 profetas do Aleijadinho, expostos no Santuário do Bom Jesus do Matosinhos que é Patrimônio da Humanidade. Os tapetes coloridos nesse de Corpus Christi são verdadeiros espetáculos.
São João del Rei, Tiradentes e Prados

As cidades são vizinhas. Tiradentes fica apenas 16 km de São João Del Rei que está a 188 km distante da capital Belo Horizonte.
Nas três cidades ocorre procissões com suas principais ruas, próximas as igrejas cobertas pelos tapetes. Em Tiradentes, é comum nesse dia apresentações de teatrais, recitais de poemas e canções, no Largo das Forras. (na foto, missa de Corpus Christi na Igreja de Santo Antônio em Tiradentes fotografada pelo César Reis)
A 17 km de Tiradentes está a cidade de Prados, que também é cidade histórica, com um casario colonial preservado. É nessa cidade que está o Bichinho, distrito famoso por sua beleza e artesanato. A missa e procissão de Corpus Christi em Prados mostra a fé e carinho de seu povo por esse dia.
Diamantina e Serro

Diamantina está a 300 km de Belo Horizonte na região do Alto Jequitinhonha. A 90 km de Diamantina está a cidade do Serro. (na foto acima, tapetes de Corpus Christi nas ruas de Diamantina. Foto arquivo Secretaria de Turismo/Divulgação)
Essas duas cidades são especiais por valorizarem as tradições e preservarem a memória e história de seus antepassados. Pelas ruas de Diamantina e do Serro, após a missa de Corpus Christi, o colorido dos tapetes e a alegria dos fiéis emociona os visitantes.
Sabará, Santa Luzia e Caeté
Apenas 20 km de Belo Horizonte está Sabará, a terceira vila e cidade mineira. Possui um rico patrimônio histórico, com igrejas e casario do tempo do Brasil Colônia. Aleijadinho e o Meste Ataíde deixaram suas obras na cidade, que fica mais linda ainda com os tapetes coloridos, preparados com carinho pelos fiéis.

A 21 km de Sabará está Santa Luzia, também cidade histórica. Nesse dia especial de Corpus Christi, as principais ruas do centro histórico de Santa Luzia ficam lindas com os tapetes coloridos, bem como em Caeté, que está a 35 km de Sabará. Cidade histórica, fiel às tradições religiosas. Além disso, ir à Serra da Piedade, que faz parte do município, é um passeio quase que obrigatório.
Capitólio e São João Batista do Gloria

Capitólio está a 281 km da capital Belo Horizonte. É hoje um dos pontos turísticos mais badalados do Brasil. Banhada pelo Lago de Furnas, que é seu maior atrativo, junto com os cânions e suas belas cachoeiras, a cidade vive e preserva a tradições religiosas, bem como a vizinha São João Batista do Glória, a 61 km de Capitólio. (a foto ao lado mostra uma rua de São João Batista do Glória decorada para o dia de Corpus Christi. Foto da Paróquia local, enviada por Aline Marques). Cidade com forte respeito às tradições religiosas e fé do seu povo.
Em São João Batista do Glória está o Paraíso Perdido, a Lagoa Azul e tantas outras belezas e cachoeiras da região da Serra da Canastra. A fé vem de geração em geração e as cerimônias religiosas são seguidas à rica e feitas com muito carinho. O turista se impressiona com a beleza dos tapetes que ornamentam as ruas dessas duas badaladas cidades turísticas de Minas Gerais.

Além das cidades históricas, turistas do Brasil inteiro vem a Lambari (na foto ao de autoria de Joseane Astério) Caxambu, São Lourenço, Extrema, Camanducaia, Santana do Riacho, Alfenas, Poços de Caldas, Baependi, Aiuruoca, Campos Altos, Romaria e Araxá para participarem das celebrações de Corpus Christi, porque são cidades que tem atividades voltadas para o turismo religioso.
Seja qual for o roteiro que você escolher, Minas Gerais tem 853 municípios e em todos eles, a fé católica é mostrada com fervor e alegria não só no dia de Corpus Christi, mas em todos os dias de eventos religiosos. Seja em qual cidade mineira você estiver, encontrará as tradições religiosas católicas mineiras valorizadas e preservadas em sua forma original. O mineiro conserva e preserva suas tradições. (Por Arnaldo Silva)

Fonte: Conheça Minas

terça-feira, 7 de maio de 2019

Maceió Shopping recebe exposição do Centenário da Arquidiocese de Maceió





Marcos Filipe – Pascom Arquidiocesana

Dentro das comemorações em preparação aos 100 anos da Arquidiocese de Maceió celebrado no próximo ano, o Maceió Shopping recebe a partir do dia 07 de maio, uma exposição sobre a história da Igreja Católica em Alagoas.

Intitulada “Exposição do Centenário” trará imagens do século passado, revisitando a devoção mariana dos fiéis no Estado, além de contar um pouco sobre a história da arte sacra em Alagoas e seus artistas.

“É um momento celebrativo, em que a Arquidiocese se aproxima da sociedade e apresenta um pouco da sua história, que também é a história dos alagoanos. Os meus antecessores no episcopado realizaram diversos trabalhos em beneficio da sociedade, sempre caminhando junto com o povo. E queremos mostrar um pouco dessa nossa história”, disse o arcebispo metropolitano de Maceió, Dom Antônio Muniz.

A exposição acontece na semana que antecede o Dia das Mães e por isso, a Arquidiocese também preparou homenagens: um grande painel com fotos de mães e filhos que foram enviadas pelos fiéis, recordando Maria e seu Filho Jesus, além de apresentações no decorrer da semana.

O espaço contará ainda com dez painéis gigantes com fotos dos bispos que administraram a Arquidiocese e o legado de cada um. “Tudo foi feito com carinho e de uma forma didática para que todos possam compreender os itens que serão expostos”, completou Dom Antônio Muniz.

A exposição segue aberta gratuitamente ao público até o dia 13 de maio, sempre das 10h às 22h.

Fonte: arquidiocese de Maceió

Curso de Extensão em Arte Sacra


Na Livraria Paulus, (Praça da Sé - São Paulo)


domingo, 5 de maio de 2019

Tebas Negro Arquiteto

Tebas-Ft-Capa-do-Livro

 ciclo de palestras, dia 23/05 no SESC PINHEIROS

Quem é Tebas? Como era ser homem, negro e profissional especializado em pleno século 18, numa São Paulo em formação, no auge do regime escravista? Que aspectos daquela realidade permanecem nos dias de hoje? Qual é o papel da arquitetura no combate ao racismo? Como relacionar arquitetura e educação? E as arquitetas negras? O que pensam sobre isso?
Um debate sobre essas e outras questões provocadas pelos cinco artigos (abordagens) do livro Tebas: um negro arquiteto na São Paulo escravocrata, publicado pelo Instituto para o Desenho Avançado (IDEA), em parceria de fomento com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP). A mediação das mesas será feita pelo escritor e jornalista Abilio Ferreira, organizador do livro e autor de um dos seus artigos.

PROGRAMA
Mesa 1 | A história de São Paulo nas obras de Tebas
10:30 às 12:30 
Edneia Gonçalves
Coordenadora adjunta da Ação Educativa
Antônia Terra de Calazans Fernandes
Coordenadora do Laboratório de Ensino e Material Didático (LEMAD) do Departamento de História da USP
Tadeu Kaçula
Músico, sociólogo, presidente da Nova Frente Negra Brasileira

Mesa 2 | Tebas e o patrimônio histórico e artístico de São Paulo 
14:00 às 16:00 
Carlos Gutierrez Cerqueira
Pesquisador do IPHAN
Danielle Manoel dos Santos Pereira
Doutora em Artes pela UNESP

Mesa 3 | O legado de Tebas na produção da riqueza e do espaço
16:30 às 18:30 
Ramatis Jacino
Professor adjunto da Universidade Federal do ABC
Silvia Lopes Raimundo  
Professora do Instituto das Cidades - (UNIFESP)
Abilio Ferreira
Escritor e jornalista

Mesa 4 | Tebas e a arquitetura
19:30 às 21:30
Maurílio Ribeiro Chiaretti
Presidente do Sindicado dos Arquitetos no Estado de São Paulo (SASP)
Gabriela de Matos
Projeto Arquitetas Negras

NO SESC PINHEIROS
Local: Sala de Oficinas (2º andar).
Link para inscrições a partir de 2/5 nessa mesma página.
Livre. Grátis.


(Foto: Recorte da capa do livro "Tebas: um negro arquiteto na São Paulo escravocrata")

sexta-feira, 3 de maio de 2019

SEMINÁRIO DE BENS CULTURAIS DA IGREJA



SEMINÁRIO DE BENS CULTURAIS DA IGREJA
UNIDADE DO EVENTO: SÃO PAULO / LICEU CORAÇÃO DE JESUS

Largo Coração de Jesus, 154 - Campos Elíseos São Paulo/SP

24/08/2019

Inscrições: https://unisal.br/eventos/seminario-de-bens-culturais-da-igreja/?fbclid=IwAR1sJTq45qQ9a2VN5IxZtBMoQ2OXnbCOk4MjfKHBVK3SOF9ZDtuBQOnRBCs

O evento dará continuidade as comemorações do “Acordo entre Brasil e Santa Sé sobre o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil”, que em 2018 completou 10 anos da sua assinatura. O documento foi assinado na Cidade do Vaticano no dia 13 de novembro de 2008. Este instrumento jurídico é um dos mais importantes marcos nas relações entre Igreja e Estado no Brasil.

Em seus cerca de 20 artigos, o texto do Acordo consolida em um único instrumento legal direitos já garantidos pela legislação brasileira e pela jurisprudência dos tribunais do país, sendo um documento que dá amparo aos direitos essenciais para a realização da missão espiritual e social da Igreja no Brasil.

Além do “Acordo entre Brasil e Santa Sé”, o evento tem como objetivo estabelecer diretrizes para a atuação da comunidade acadêmica, eclesiástica, profissional e social envolvida na preservação dos bens culturais da Igreja, criando um espaço de diálogo e conhecimento quanto à preservação desses bens.

O evento é destinado a todos aqueles comprometidos com a preservação dos bens culturais da Igreja, além de professores, estudantes, padres, especialistas e empresários dedicados à preservação, conservação e restauração dos bens culturais.

PROGRAMAÇÃO:

09h00Credenciamento
09h20Abertura
09h30Conferência 1

Bens Culturais da Igreja e o ordenamento jurídico brasileiro: o Acordo Brasil e Santa Sé e as Leis de Proteção do Patrimônio;
Dr. Luiz Gonzaga Bertelli
Dr. Sergio Monello
Profº Dr. Carlos Faggin

11h00Conferência 2

Bens Culturais da Igreja e o Código Canônico;
Dom Hugo Cavalcante, OSB – Canonista

12h00Almoço

13h30Conferência 3

Bens Culturais da Igreja e o Acesso a Pesquisa.
Profª Me. Rosângela Aparecida da Conceição
Pesquisa em acervos: o percurso do pesquisador, o acesso à informação e a difusão como formas de preservação.
Profª Me. Rosângela Aparecida da Conceição
Museus Eclesiásticos: alcances conceituais e metodológicos na salvaguarda dos bens culturais da Igreja Católica

14h30Intervalo

14h50Conferência 4

Bens Culturais da Igreja e a promoção da cultura:
Dom João Baptista, OSB
Programação cultural, museus eclesiásticos, casas e memoriais religiosos
Dom João Baptista, OSB
Barroco e Rococó Paulista – Sua face em Itu!
Dr. Emerson Ribeiro Castilho
16h00Encerramento

quinta-feira, 2 de maio de 2019

ESCULTURA DEVOCIONAL POLICROMADA: TEORIA E PRÁTICA



CURSO
ESCULTURA DEVOCIONAL POLICROMADA: TEORIA E PRÁTICA

DOCENTE:BEATRIZ RAMOS DE VASCONCELOS COELHO, RESTAURADORA E PROFESSORA EMÉRITA DA UFMG.

PROGRAMA:
5.08 – Segunda-feira
A escultura;
A policromia nas esculturas

6.08 – Terça-feira
Escultura devocional no Brasil;
Estudos iconográficos

7.08 – Quarta-feira
Materiais e técnicas;
Análise de esculturas

8.08 – Quinta-feira
Deterioração e suas causas;
Critérios e principais intervenções

9.08 – Sexta-feira (Parte prática)
Descrição
Análise histórica
Análise do estado de conservação
Documentação

10.08 - Sábado
Aula de campo 

Catedral Basílica
Igreja da Ordem terceira de São Domingos
Museu de Arte Sacra da UFBA


Período: 05 a 10 de agosto de 2019
Horário: 14h às 17h
Carga horária: 20 horas
Valor: R$ 300,00
Vagas: 35
Inscrições: saobentoartes@gmail.com
Informações: (71) 2106-5200
Local: Colégio São Bento
Endereço: Avenida Sete de Setembro, Centro
Estacionamento: Ladeira das Hortas, 141 (Ao lado da Igreja do Mosteiro)
No final do curso o aluno receberá o certificado.

Público alvo: Historiadores, pesquisadores e restauradores da arte e interessados no tema.

Solicite a ficha de inscrição pelo e-mail: saobentoartes@gmail.com

Fonte: Patrimônio Sacral

terça-feira, 30 de abril de 2019

Processo Seletivo FAOP



A Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade|FAOP abre processo seletivo para professores das disciplinas de Arquitetura no Brasil, Insetos xilófagos e tratamento de suporte e Conservação de Papéis I, II, III, IV e V.
As inscrições estão abertas até 03 de maio.

Mais informações pelo edital: https://drive.google.com/open?id=1FMX8V6wLeUFeNlHl-ESEG0wPRYzKnL0g


Fonte: FAOP

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Workshop - restauro de resina




O Museu de Arte Sacra de São Paulo promove em parceria com a Ceramicure e com a Profª Maria Germana Trócoli, no dia 15 de junho de 2019, um curso prático sobre a utilização e manuseio de resina acrílica fotopolimerizadora para pequenos restauros em objetos de arte e decoração.
O aluno aprenderá na prática a manusear e como utilizar a resina em pequenos restauros, em diferentes suportes. Não perca!

Data: 15 de junho de 2019 (sábado)
Horário: 10h às 13h
 

Inscrições e informações: cursos.germanatrocoli@gmail.com
Contato: +55 71 98863-0434


Fonte: Museu de Arte Sacra de São Paulo

domingo, 28 de abril de 2019

Maria Madalena: 2000 anos de história, arte e lendas



Maria Madalena, provavelmente a figura mais enigmática da Bíblia, excita a imaginação de artistas, escritores, filósofos há cerca de dois mil anos.
A busca da verdadeira história da misteriosa discípula de Jesus, assim como a vasta produção artística a saber: arte bizantina, Idade Media, Renascimento até a contemporaneidade, serão abordados nesse curso, resultado de uma pesquisa de  Mestrado, cujo objetivo foi a busca da identidade da mulher pecadora, testemunha-chave do maior evento do cristianismo, a Ressurreição de Jesus Cristo.

DOCENTE
Profª. Drª. Wilma Steagall De Tommaso
CV: http://lattes.cnpq.br/8209900139809763
Doutora em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Autora do livro “O Cristo Pantocrator: da origem às igrejas no Brasil na obra de Claudio Pastro” da  Editora Paulus. Participa do grupo de pesquisa NEMES/ PUC- SP. Professora no Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS SP). Membro Pesquisadora da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião (SOTER). Membro Pesquisadora da Associação Latino Americana de  Literatura e Teologia (ALALITE).  Possui experiência nas áreas de Educação e Filosofia, com ênfase em Arte-Sacra.

PROGRAMA:
• Maria Madalena nos Evangelhos. Maria de Magdala: Maria Madalena na Paixão; na Ressurreição; Maria de Betânia, a pecadora anônima de Lucas. A Maria Madalena histórica.
• Lendas de Madalena. Uma série de lendas que advém do princípio do cristianismo até a Idade Média. Maria Madalena uma santa francesa: a Legenda Áurea de Jacopo Da Varezze. A Legenda Áurea em oposição à Maria Madalena na Igreja Católica do Oriente.
• Maria Madalena na arte religiosa dos primeiros séculos de cristianismo até Idade Média. Exposição de slides e comentários sobre as obras de arte que retrataram Santa Maria Madalena nesse contexto. As duas santas anacoretas, Tais e Maria Egípcia que se confundem na arte com Maria Madalena.
• A crise iconoclasta protestante do século XVI. Maria Madalena, a heroína da Contrarreforma. Maria Madalena se torna um dos ícones da propaganda da Igreja: Madalena Penitente, símbolo do arrependimento, da confissão e da penitência.
• Nos séculos XVII e XVIII a mulher debilitada, sofrida e penitente da Contrarreforma começa a dar lugar a uma belíssima mulher sedutora que acaba se tornando na protetora das prostitutas das classes média e baixa. Da penitência à vaidade. Extravagâncias sensuais dos artistas barrocos e neoclássicos. A profana arte religiosa.
• A Igreja já não considera mais, desde 1969, o epíteto de penitente, nem como a mulher híbrida, no entanto, o mito resiste e para muitos ela ainda é confundida com a adúltera que Jesus impediu de ser apedrejada.
• Artistas contemporâneos retratam Maria Madalena. O século XXI inicia-se com o filme ortodoxo de Mel Gibson A Paixão de Jesus Cristo que no afã de ser fiel aos Evangelhos, deixa escapar em uma das cenas, Maria Madalena recordando-se do episódio em que a mulher adúltera é salva pela intervenção de Jesus de ser apedrejada. A obra controvertida O código Da Vinci.
• Quem é de fato Maria Madalena?

Datas: 03, 10, 17 e 24 de junho  de 2019 (segundas-feiras)
Aulas: 14h30 às 17h
Carga horária: 10 horas
Valor: R$ 250,00 à vista ou R$ 300,00 (em até duas vezes)
Vagas limitadas
Inscrições: mfatima@museuartesacra.org.br
Informações: (11) 5627.5393
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz. Metrô Tiradentes
Estacionamento (ou alternativa de acesso):  Rua Jorge Miranda, 43
No final do curso o aluno receberá o certificado.

Fonte: Museu de Arte Sacra de São Paulo

sábado, 27 de abril de 2019

1º Seminário sobre Arte Sacra, Cultura e Evangelização.




A Pastoral da Cultura da Catedral Metropolitana de Campinas, em parceria com o Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas, realizará o 1º Seminário sobre Arte Sacra, Cultura e Evangelização.

A iniciativa visa promover a reflexão acerca da Arte, Patrimônio Sacro e Evangelização, sobretudo na Cidade de Campinas. Os temas serão abordados de forma ampla, levando em consideração a formação acadêmica de cada conferencista.

Esta primeira edição do Seminário insere-se como parte da 17° Semana de Nacional de Museus (IBRAM) com o tema Museus como Núcleos Culturais: O futuro das tradições e abre uma sequência de conferências, palestras e formações sobre os 250 anos da primeira paróquia de Campinas e da cidade de Campinas, a sr celebrado em 2024.

Ao final do seminário haverá uma visita guiada no Museu, que durante os meses de Maio a Julho, sedia a exposição: Fragmentos de Eternidade: Relíquias Sagradas e a Força da Tradição (Acervos de Dom Antônio Maria Alves de Siqueira).

- A Conferência de cunho artístico, patrimonial e evangelizador dos bens culturais da Igreja; será explorada pelo Prof. Dr. Marcos Tognon, que abordará a importância dos construtores e artistas na construção da Matriz Nova, atual Catedral Metropolitana de Campinas, considerada uma das maiores edificações em construção durante o século XIX.

- A importância da gestão e pesquisa relacionada aos bens culturais da igreja será o tema do Dr. João Palo Berto, que demonstrou em seu doutoramento a importância do inventário atrelado a um sistema inteligente de gestão do patrimônio sacro na Diocese de Limeira.

- As reflexões acerca da Secularização, Religião e Ultramontanismo no Brasil Oitocentista ficará a cargo da Profa. Dra Ana Rosa C. da Silva.

- Finalizando o ciclo, Dr. Monsenhor Rafael Capelato explorará a importância dos Bens Cultuais da Igreja e a Evangelização na atualidade, materializando em termos reflexivos a proposta principal do seminário, que visa promover o candente diálogo entre pesquisas especializadas e a necessária vinculação da cultura católica evangelizadora vislumbrada no processo histórico da Igreja Católica no Brasil.

O Seminário acontecerá no Museu Arquidiocesano de Arte Sacra (Rua Dr. José Ferreira de Camargo, 844, Nova Campinas (19) 3790-3950 ) no dia 11 de Maio de 2019, das 14h às 17h.

Oportunidade única para professores, Educadores, Padres, Acadêmicos de Forma Geral.
Faça já sua inscrição.

FAÇA SUA INSCRIÇÃO:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScrMejuGPlT-zGOS1DHQARRFcsIhYApS2zgQZ1L9oeYlSHtLQ/viewform?usp=sf_link



Fonte: Arquidiocese de Campinas

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Curso Livre de Douramento e Policromia em Arte Sacra




Última turma 2019

Douramento e Policromia em Arte Sacra
Ouro Preto MG
27 a 31 de maio

Informações e matrículas:
Contaro@atelieranatropia.com

Curso de douração e policromia


Fonte: Bethania Villalba



Douração e Policromias


Aprenda a técnica secular, dos mestres douradores e policromadores.
Criar esplêndidas decorações sobre figuras e relevos, sobre madeiras, argilas e estuques.
Esta técnica tradicional tem perdurado durante séculos nas obras mais prestigiosas, como retábulos, esculturas, mobiliários, etc.
Se você gosta da tradição das talhas douradas e policromadas, palácios decorados, móveis antigos, pode descobrir como encher de luz e vivacidade cada cantinho, você pode entrar com tudo no mundo do dourado e policromias.

Objetivos

– Conhecer e compreender a natureza e nobreza dos materiais utilizados por nossos antepassados.
– Conhecer outros recursos, menos complexos de douração.
– Técnica de Dourado para intempéries e suportes não transpiráveis, como resinas, ferros, metais e vidros.
– Aprender a adaptar materiais nos nossos dias e como conseguir no Brasil, sem custos elevados.
– Conhecer as ferramentas necessárias e dicas para elaboração de algumas ferramentas de forma caseira.
– Conhecer os suportes transpiráveis, onde pode ser aplicada está técnica.
– Elaboração passo a passo da DOURAÇAO a base da água com folhas de Ouro 22kts.

*Inclui:

– Encolagem
– Estucar
– Desestucar
– Embolar
– Aplicação das folhas de ouro
– Brunhir com pedras de Ágata.

TÉCNICA DECORATIVAS

nas folhas de Ouro autênticas e falsas, e folhas de prata
– Esgrafiado
– Cincelado (punção)
– Barbotina (alto relevo)

POLICROMIAS e IMITAÇÕES

– Marmorizado
– Pedras
– Carnação
– Impermeabilização
– Veladuras

SUPORTES

– Madeira
– Argila
– Gesso
– Resina
– Metais
– Vidros
– Pedras

CONHECER AS FERRAMENTAS

– Pomazon
– Pedras de Ágata
– Polonesa
– Aplacador
– Faca de dourador
– Palitos de esgrafiar
– Pinceis adequados
– Ferrinhos de cinzelar

REFERENTE AOS MATERIAIS
Todos os materiais são nobres e idênticos aos usados por nossos antepassados. Produtos orgânicos, transpiráveis e que perduram no tempo, adaptados à nossa realidade:

– Colas orgânicas
– Estuques
– Bolos
– Folhas de ouro autênticas
– Pigmentos naturais
– Ovos

NO COMEÇO DO CURSO
– Você vai ter todos os materiais e ferramentas necessárias para desenvolver o trabalho.

Alguns materiais de uso individual que você precisa trazer
Luvas de sua preferência (vinílicas, nitrilicas ou látex) adaptadas a sua medida.
– 1 lápis HB, ou da sua preferência, que tenha o grafite duro, firme, pois será usado para transpassar desenhos
– Apontador (comum)
– Borracha (comum)
– Caderno e caneta
– Creme pessoal para rosto
– Pano de limpeza alvejado (tipo bolsa) 3 unidades
– Bata branca
– Trazer roupas e calçados adequados para trabalhar

NO FINAL DO CURSO

Você levará para casa:
– Uma peça com o processo completo de douração. (Folha de ouro autêntica)
– Uma peça com Esgrafiado (técnica com ovo caipira e pigmentos naturais)
– Uma peça com imitação a mármore. (Brunhindo os pigmentos com cola
orgânica).

PÚBLICO

– Artesãos
– Restauradores
– Arquitetos
– Decoradores
– Estudantes
– Geral pessoas com interesse no assunto
Participação de 100% para obter o certificado

DOCENTE
Bethania Villalba

Se licenció en Derecho, por la Universidad Nacional de Asuncion, en 1998.
Se licenció en Bellas Artes, en la
Universidad Complutense de Madrid, en 2003.
*Desde 2004 exerce su labor en el Barco.
Empresa sub-contrata de Patrimonio Nacional de España.

Obras executadas:
– Palácio Real de Madrid – 2004
– Congresso dos Deputados – 2004
– Presidência de Gobierno – 2004
– Monastério de San Lorenzo de El Escorial – 2005/06/09/10/11
– Real Colegiata de lá Granja- 2005/06/07
– Museu de Carruajes – 2007/08/09
– Palácio Real de Aranjuez – 2007/08
– Casa Museo Lope de Vega – 2010/11
*Desde 2004 colaboradora junto con Jose Manuel Bajo Fernandez, de la fundacion Trebol, dando clases, a los disminuidos psíquicos, sin ningun fin lucrativos.
*En 2008 fué ganhadora junto con los Arquitetos Ignácio Vicents, e Ramos, al mejor diseño de Iglesia, por la prestigiosa revista Alemanha WALLPAPER.
*En 2011 Residió en Londres durante 8 meses, de la mano de Embajada de Espanha eem Londres, para preparar A exposição de Arte Espanhola.
*Desde 2012- 2015 reside en Brasil,
Impartiendo, cursos, talheres y seminários, al resgate dos ofícios antigos.

DATAS

Primeira turma
– Sexta, 31 de maio de 2019 – das 13h às 19h
– Sábado, 1º de junho de 2019 – das 9h às 19h
– Domingo, 2 de junho de 2019 – das 9h às 19h
Intervalo de 1 hora para almoço
Carga horária: 24 horas
Vagas: 20 alunos
Investimento
R$ 650,00 (no ato da matrícula) + R$ 650,00 (até sexta, 24 de maio)
R$ 1.300,00 (total)
À vista (até sexta, 10 de maio)
R$ 1.200,00

Segunda turma
– Segunda, 3 de junho de 2019 – das 9h às 18h
– Terça, 4 de junho de 2019 – das 9h às 18h
– Quarta, 5 de junho de 2019 – das 9h às 18h
– Quinta, 6 de junho de 2019 – das 9h às 18h
– Sexta, 7 de junho de 2019 – das 9h às 18h
Intervalo de 1 hora para almoço
Carga horária: 40 horas
Vagas: 20 alunos
Investimento
R$ 800,00 (no ato da matrícula) + R$ 800,00 (até sexta, 24 de maio)
R$ 1.600,00 (total)
À vista (até sexta, 10 de maio)
R$ 1.500.00

Local: Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro
Endereço: Rua Dom Gerardo, 68 – Centro – Rio de Janeiro

Inscrições e informações:
bethania-villalba@hotmail.com
32-98873-2871 (WhatsApp)

quinta-feira, 25 de abril de 2019

III ENTECOR – Encontro Nacional de Tecnologia em Conservação e Restauro



Temos a honra de anunciar o III ENTECOR – Encontro Nacional de Tecnologia em Conservação e Restauro, que ocorrerá entre os dias 29 de Abril a 04 de Maio de 2019, com atividades práticas, palestras e mesas redondas a serem realizadas no campus do Instituto Federal Minas Gerais, no anexo do Museu da Inconfidência, na Fundação de Arte de Ouro Preto entre outros espaços institucionais, religiosos e museológicos situados no centro histórico de Ouro Preto, buscando a interdisciplinaridade e a integração entre os participantes e a comunidade local.
Neste ano, o tema central do evento será a Conservação preventiva de edificações históricas e seus acervos.
Este evento foi criado com a perspectiva de contribuir para a difusão das técnicas tradicionais utilizadas em Ouro Preto, considerado o maior conjunto barroco do mundo, bem como ser um centro de disseminação de conhecimento técnico e tecnológico de conservação e restauro de bens imóveis. Apresenta como objetivos principais: discutir novas tecnologias voltadas para a conservação e restauro; ser espaço de divulgação da produção científica nacional e internacional; qualificar e contribuir para a formação do estudante e do profissional, além de promover o curso, único no Brasil em formação superior direcionado à área de tecnologia em conservação e restauro do patrimônio histórico e artístico edificado.
O evento será realizado pelo Curso Superior de Tecnologia em Conservação e Restauro com apoio das Diretorias de Graduação e Pós Graduação e de Inovação, Pesquisa e Extensão | DIPPE do Instituto Federal Minas Gerais – IFMG campus Ouro Preto.
A Fundação FADEMA participa com recursos próprios provenientes de projeto aprovado via edital federal interno do IFMG. Entre as instituições e organizações que apoiam este evento, estão o Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico – IPHAN, Prefeitura Municipal de Ouro Preto, Fundação de Arte de Ouro Preto – FAOP, Museu da Inconfidência, Escola de Minas – UFOP, Paróquia de Nossa Senhora do Pilar, a Rede TerraBrasil e a Editora Legraphar.
Como parceiro internacional, a Red Ibero-americana PROTERRA estará representada nove membros de diferentes nacionalidades (Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Equador e Uruguai).
Será realizada pelos membros da Red PROTERRA a exposição fotográfica sobre “Arquitetura de terra na América Latina: as técnicas mistas”, a qual contará em sua abertura com um “conversatório” sobre a arquitetura e construção com terra na América Latina, com enfoque nas técnicas mistas. Além disso, será realizada a mesa redonda “Técnicas de conservação de estruturas e arquiteturas de terra”, com a apresentação das experiências dos representantes da Red PROTERRA neste âmbito.
O professor Dr. Fausto Cardoso Martinez (Universidade de Cuenca – Equador) vai proferir a palestra de abertura sobre o projeto “Ciudad Patrimonio Mundial”. Uma das mesas redondas terá como tema o“Gerenciamento de Risco de edificações históricas” tendo como profissionais debatedores: Jorge Tinoco (CECI), Antônio Claret (Ufop) e três especialistas do assunto, representantes da Escola de Belas Artes da UFMG – CECOR: Willi de Barros Gonçalves, Yacy-Ara Froner e Luis Antônio Cruz Souza. E a palestra “Igreja de Nossa Senhora do Carmo: iconografia, decoro e patrimônio” será proferida no interior da Igreja Nossa Senhora do Carmo pelo Dr. Rodrigo Almeida Bastos.
Como atividades práticas, serão realizadas as oficinas de Ladrilho hidráulico, de Conservação de azulejos, Tsuchikabe (taipa japonesa) e Processos e métodos de levantamento de diagnóstico. Edificações históricas de caráter privado e residencial receberão intervenções de conservação em sua estrutura de madeira e terra –  pau a pique – com orientação e coordenação dos membros da Red Ibero-americana PROTERRA e professores do Curso de Conservação e Restauro IFMG junto aos alunos do curso e a comunidade.
No último dia do evento, sábado, o Diretor do escritório do IPHAN em Ouro Preto, André Henrique Macieira de Souza e Débora Queiroz, coordenadora do PAC Cidades Histórias pela Prefeitura de Ouro Preto, vão conduzir a visita técnica às obras de restauro da Igreja Matriz de Glaura, distrito de Ouro Preto.
Desta forma, pretende-se, por meio das ações aqui propostas, ampliar o campo de visão e atuação dos profissionais, destacando-se a integração e multidisciplinariedade de recursos humanos e de tecnologia no campo da conservação e restauro do patrimônio integrado e edificado.

Fonte: Entecor

XI Congresso Internacional da Escultura devocional




Fonte: CEIB

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Igreja mais antiga de Vitória será restaurada pelo Governo do Estado


Serão investidos 302 mil reais na recuperação da Capela de Santa Luzia, no Centro Histórico de Vitória.

O governador Renato Casagrande e o secretário de Estado da Cultura Fabricio Noronha assinam na próxima terça-feira (16), às 15h30, no Palácio Anchieta, em Vitória, a ordem de serviço para restauração da Capela de Santa Luzia, considerada a mais antiga construção religiosa no Espírito Santo.

Construído no século XVI, o local foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1946 e vai receber obras, com um investimento de R$ 302 mil, em recursos do Estado, com acompanhamento técnico do Iphan.

Serão refeitos telhado, alvenarias, pisos, esquadrias, forro, substituição da fiação elétrica e da iluminação, substituição de elementos hidráulicos e restauração das pinturas das alvenarias, forro e do retábulo da Capela-Mor. O imóvel atualmente encontra-se com grandes focos de degradação, além do piso que sofreu infiltração nas grandes chuvas que atingiram o Estado em 2013, causando a interdição da capela em 2016.

História

A Capela de Santa Luzia é um marco do início da colonização do Espírito Santo. O prédio funcionou como Igreja até 1928, depois como Museu de Arte Sacra do Espírito Santo durante o período de 1950 a 1970, também já foi Galeria de Arte e Pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo entre 1976 a 1994 e abrigou a Superintendência do Iphan-ES entre 1996 e 2001.

Arquitetura religiosa capixaba

A ocupação do território capixaba remonta à Capitania Hereditária do Espírito Santo, destinada a Vasco Fernandes Coutinho. Nos primeiros anos foram fundados diversos povoamentos, entre eles Vitória, Vila Velha, Nova Almeida e Reritiba (atual Anchieta). Entretanto, são parcos os vestígios dos primeiros tempos, além da própria localização.

O universo dos edifícios tombados pelo Iphan no Espírito Santo testemunha o processo de colonização do seu território, com o predomínio da arquitetura religiosa. Os jesuítas tiveram papel importante em todo o território brasileiro, sendo o padre José de Anchieta seu missionário mais ilustre. Ele fundou alguns dos núcleos mais antigos do Estado, destacando-se as atuais cidades de Anchieta, Guarapari e Viana.

Fonte: Governo do Estado do Espírito Santo

terça-feira, 16 de abril de 2019

Imagens a venda

 Nossa Senora Aparecida, ceramica, 60 cm, R$ 1.000,00
Santa Filomena, 15 cm, R$20,00
São Camilo de Lellis, gesso, 20 cm. R$20,00
Santa Luzia, 30 cm gesso. R$40,00
Santa Rita de Cássia, gesso, 50 cm, R$ 120,00
Quadro oval Imaculado Coração de Maria, gesso, 50 cm altura R$ 230,00
N. Sra. de Fátima, Resina, 120 cm, R$ 1.550,00
Santa Maria Madalena, resina, largura de 80 cm, R$ 550,00
N. Sra.do Amparo, pintura envelhecida, gesso, 30 cm, R$ 100,00
Quadro oval Sagrado Coração de Jesus, gesso, 50 cm de altura, R$ 230,00
São MIguel Arcanjo, resina, 60 cm de altura, R$ 550,00
São João Bosco, gesso, 30 cm , R$ 60,00
Nossa senhora da Santíssima Trindade, gesso, 30 cm. R$ 60,00
Nossa senhora das dores, gesso, 60 cm, R$ 260,00
São Francisco de Assis, 30 cm gesso, pintura envelhecida, R$ 70,00
Nossa senhora do bom sucesso, gesso, 15 cm, R$ 20,00


















Paris acorda com uma ferida a céu aberto na Notre-Dame



Fotogaleria
Imagem anterior
Imagem seguinte Reuters/GONZALO FUENTES

Depois de um incêndio ter deflagrado ao final da tarde de segunda-feira na catedral de Notre-Dame, em Paris, a luta contra as chamas demorou-se pela madrugada – o pináculo e quase todo o tecto desabaram com a força do fogo, mas foi possível salvar a estrutura da catedral e as duas torres. Durante a noite, dezenas de pessoas ficaram pelas ruas, enquanto os bombeiros lutavam contra o que restava das chamas. Agora, na manhã desta terça-feira, Paris acorda com a catedral ferida pelas labaredas, uma chaga a céu aberto no coração da capital francesa. Claudia Carvalho Silva


****
 Fonte: Publico

domingo, 14 de abril de 2019

Igreja no Pará acolherá 12º Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra

 A Comissão Episcopal Pastoral para Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil através do Setor Espaço Litúrgico está promovendo a 12ª edição do Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra.
Igreja no Para? acolhera? 12º Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra.jpg

O evento, que acontece a cada dois anos, ocorrerá entre os dias 17 a 20 de setembro, em Castanhal, no Pará e será realizado em parceria com a Faculdade Católica de Belém e a Diocese de Castanhal, que acolherá o evento no Cenóbio da Transfiguração, centro de formação diocesano.
O objetivo do encontro é o de incentivar um debate acadêmico e interdisciplinar sobre a dignidade dos espaços de celebração, bem como a importância da preservação do patrimônio artístico e cultural da Igreja, favorecendo assim, o intercâmbio de experiências e a formação.
O Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra também tem como público-alvo estudantes, docentes, profissionais de arquitetura, engenharia e artes, sacerdotes, diáconos, seminaristas, religiosos, membros dos conselhos de economia e administração de paróquias e santuários, equipes de liturgia e leigos.
Além destes, são convidados a participar pessoas envolvidas direta ou indiretamente com construções, reformas e decorações das igrejas e que desejam aprofundar a relação entre liturgia, arquitetura e arte, como decoradores, organizadores do espaço celebrativo para casamentos e formaturas e técnicos de som e iluminação.
Apesar de terem sido iniciados no ano de 1967, através de diversas iniciativas de formações, somente em 1996 tomaram forma, atingindo um maior número cada vez maior de participantes e se tornando um evento oficial para a Igreja e o mundo acadêmico. (EPC)

sábado, 13 de abril de 2019

Metodologia para identificar imagens de esculturas sacras

Pesquisa propõe metodologia e ficha catalográfica para representar, documentar e encontrar imagens com mais eficiência


Buscadores e recursos de detecção de imagens ampliam a documentação e a distribuição de fotografias. Mas como representar, documentar e encontrar imagens de modo eficiente? Como manter um compromisso histórico, com os elementos conceituais e com o contexto relacionado à fotografia?
Em dissertação defendida em janeiro de 2019, Adriana Aparecida Lemos Torres propõe uma metodologia para identificar fotografias de esculturas de arte sacra. A pesquisa foi desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Gestão e Organização do Conhecimento da Escola de Ciência da Informação da UFMG.
Saiba mais sobre o estudo no Ondas da Ciência!

Recuperação de imagens

Quando uma fotografia de escultura religiosa é postada na internet, como ela pode ser recuperada? Diferentes padrões de busca são formados. Enquanto um devoto geralmente procura pelo nome de santo, por termos religiosos e por questões mais interpretativas, um historiador de arte pode fazer uma busca pelo autor da escultura ou pelo estilo artístico.
Para representar a imagem de forma abrangente, a resposta da pesquisa foi propor uma metodologia que abarcasse todas essas questões. “Um modelo que pudesse ser adaptado a contextos diversos seria um que buscasse categorias que representassem tanto os aspectos descritivos da fotografia (o autor, datas, a resolução etc), como representar o conteúdo dessa imagem, que é o grande desafio da Ciência da Informação”, afirma Torres.

Caminhos metodológicos

Primeiro, a pesquisa partiu em uma busca pelos atributos da fotografia. Depois, pelos atributos da escultura. O desafio era representar esses dois documentos iconográficos. Para isso, foram analisadas diferentes fichas catalográficas já existentes: de inventários de igreja, de centros de restauração, de museus, de exposições de arte e repositórios virtuais, de sites de instituições e de bibliotecas.
No cerne do estudo, foi realizada uma busca pelas principais metodologias de representação de imagem. Foram selecionadas algumas, com mais afinidade com o objeto de pesquisa. Da comparação de diferentes elementos e propostas, foi desenvolvida uma metodologia própria para identificar fotografias de esculturas de arte sacra.
A metodologia inclui categorias descritivas da fotografia e da escultura, com perguntas basilares de “o quê”, “onde”, “quando” e “como”. Prevê também características técnicas da fotografia, como o plano, o ângulo e iluminação. E, pensando na escultura como um valor cultural, inserida em um contexto histórico, inclui aspectos interpretativos. “No contexto católico, a escultura tem um valor próprio, como obra de arte, mas também simbólico, como objeto de devoção”, explica Torres.

Aplicações

A proposta da pesquisadora ganhou forma e pode ser aplicada a partir de uma ficha catalográfica. Hoje, já existe a proposta da primeira aplicação dessa metodologia no acervo de um historiador de arte. “A pesquisa pode ajudar a despertar nas pessoas o conhecimento histórico, devocional, artístico e também uma chamada para a necessidade de preservação desse patrimônio e de compartilhar essas informações”, diz a doutoranda da UFMG.
Adriana Torres também verificou se a metodologia, que trabalha com elementos conceituais, tem lugar ao lado de tecnologias como a busca por conteúdo. A recuperação por conceito trabalha com elementos descritivos e interpretativos. “É um tipo de representação que é mais lenta, mais cara e depende de especialistas, mas é mais assertiva em alguns aspectos”, explica a pesquisadora.
Já a recuperação por conteúdo é muito desenvolvida nas áreas de Ciência da Computação e de Sistemas de Informação. A busca imagem-imagem é feita pelo Google e por outras ferramentas de busca, que trabalham com o reconhecimento por elementos visuais. “Esse tipo de recuperação é importante, mas sozinha não dá conta de elementos simbólicos e culturais. Os sistemas têm melhorado, mas o campo ainda é insipiente”, afirma.

Fonte: Minas Faz Ciência

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Festas religiosas de Cuiabá são tema de exposição em museu

Em cartaz até o dia 26 de maio, a exposição reúne trabalhos de 14 fotógrafos com olhares voltados às ricas manifestações religiosas da capital

Rai Reis/Secom-MT
Exposição reúne trabalhos de 14 fotógrafos como Rai Reis, José Medeiros e Mayke Toscano
DA REDAÇÃO
Religiosidade e fé sempre foram predicados do povo mato-grossense. Por isso, o Museu de Arte Sacra de Mato Grosso reservou para o mês do aniversário da capital, a exposição fotográfica Festas Religiosas de Cuiabá, que estreia nesta sexta-feira (12), às 20h, com entrada franca.

Em cartaz até o dia 26 de maio, a exposição reúne trabalhos de 14 importantes fotógrafos, com olhares especificamente voltados às ricas manifestações religiosas e culturais da baixada cuiabana. Entre os nomes, destacam-se Rai Reis, José Medeiros, Mayke Toscano, Mario Friedlander, Jr Silgueiro, dentre outros artistas da luz.

Para o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Allan Kardec, esta é uma justa homenagem à Cuiabá, na semana em que a cidade comemora seu tricentenário.

“Esta é a primeira exposição temporária do Museu de Arte Sacra de Mato Grosso que vem para homenagear a fé e a religiosidade do nosso povo. Uma exposição singular, com olhares de grandes fotógrafos sobre nossas mais genuínas manifestações religiosas”.

Para a coordenadora do MASMT , Viviene Lozi, após dois anos de portas fechadas, o Museu de Arte Sacra, que tem uma rica exposição permanente, abre as portas para a primeira de muitas exposição temporárias. “Estamos felizes com essa exposição que abre caminho para muitas outras, depois de tanto tempo com as portas fechadas. O tema dessa exposição de agora é uma clara homenagem aos 300 anos de Cuiabá, por isso, procuramos envolver o maior número de participantes. Não tem como falar da história de Cuiabá sem passar pela memória e história da fé, festividade e religiosidade dessa terra abençoada”, adianta.

Nova fase

A reabertura dos museus é uma prioridade da nova gestão da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, compromisso firmado pelo secretário Allan Kardec nos primeiros dias de seu mandato. “Estamos comprometidos com reabertura dos museus e, mais que isso, mantê-los abertos com programações atrativas e de qualidade”, destaca Allan.

Kardec comenta ainda sobre a cadeia produtiva da qual os museus fazem parte. “É muito significativo para o artista, poder exibir seus trabalhos em museus, isso agrega muito valor. E muito acertado neste momento em que Cuiabá comemora 300 anos, pois todo o Vale do Rio Cuiabá tem bastante tradição de festas religiosas, essa cultura está ligada à origem das pessoas daqui”, arrematou.

Viviene Lozi  acrescenta. “O Museu de portas abertas novamente é uma conquista da sociedade e da instituição que sempre insistiu no segmento do patrimônio, com o intuito de valorizar e preservar a nossa história. Nosso objetivo é fazer com que o aparelho se recoloque novamente para a sociedade, com atividades educativas e culturais, pesquisas e preservação do patrimônio”.

Associação dos Produtores Culturais de Mato Grosso – Ação Cultural assina em conjunto com Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer a gestão compartilhada do O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso por meio do termo de colaboração nº 1393/2018.

Serviço

Tema: Exposição fotográfica Festas Religiosas de Cuiabá

Quando: 12/04 (sexta-feira)

Horário: a partir das 20h

Quem pode participar: Livre para todas as idades/ Entrada franca

Local: O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso fica na Praça do Seminário, na Rua Clóvis Hugney, 239, bairro Dom Aquino. Funcionará de quarta-feira a domingo, das 9h às 17h. Ingresso a R$5.

Outras informações: (65) 3646-9101

Fonte: Midia News

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Exposição Arte Sacra

 

Até 30/04/2019 - Espaço Arte (Piso L2)

Organizamos uma exposição sob a temática Arte Sacra, que ficará livre para acesso do público até o dia 30 de abril. Privilegiamos artistas da cidade e criamos mais uma opção de entretenimento para a agenda cultural de Foz do Iguaçu.
Durante este mês, aproveite para visitar a Exposição de Arte Sacra. São produções destinadas ao culto sagrado, criações de artistas iguaçuenses pertencentes à ACAPI (Associação Cultural de Artistas Plásticos de Foz do Iguaçu).
A mostra acontece no Espaço Arte (piso L2), de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. A visita é gratuita.

Exposição de Arte Sacra
Data: até 30/04
Local: Espaço Arte, piso L2 (em frente à Valdugas)
Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h
Aos domingos e feriados, das 14h às 20h
Visitação gratuita

Fonte: Shopping Catuai Palladium

quarta-feira, 10 de abril de 2019

A Arte Sacra dos estandartes processionais

Loading
 Shawn Tribe, fundador da Revista 'Artes Litúrgicas', destacou em um artigo a beleza de uma peça holandesa de arte sacra do início do século XX: um estandarte processional ricamente bordado com a imagem do Sagrado Coração de Jesus. O autor destacou a beleza da obra e motivou uma reflexão sobre a execução atual dos estandartes, que "feitos apropriadamente, podem estar entre algumas das instâncias mais belas e impactantes da arte têxtil no contexto litúrgico e eclesiástico".
A Arte Sacra dos estandartes processionais 1.jpg

Em contraste, Tribe lamentou que alguns dos estandartes da atualidade se inspiram em um estilo primitivista que diferi de sua capacidade para dignificar a liturgia. "Ditos estandartes sofreram invariavelmente de uma espécie de infantilismo em seu projeto e execução", explicou o especialista, "que faz com que sejam vistos mais como um projeto da Escola Dominical do que como uma obra de arte litúrgica". Mas esta não é a verdadeira identidade dos estandartes processionais.
"As procissões fazem parte das manifestações públicas da Igreja peregrina. O clero e o laicado tem caminhado em comunhão com sua religião e sua Fé", expôs o Diretor assistente do Museu Arquidiocesano de Patrimônio de Bombaim, Índia, Joynel Fernandes. "Um importante aparato de qualquer procissão era sem dúvidas o estandarte. Atuava como a insígnia ou o emblema de um grupo. Frequentemente levava uma imagem bordada ou pintada de um Santo Patrono".
A Arte Sacra dos estandartes processionais 2.jpg

Este é o caso da peça analisada por Tribe, elaborada por H. Fermin no início do século XX. "Este estandarte em particular inclui uma imagem do Sagrado Coração, fundada em grande medida na tradição do renascimento gótico (...), que por sua vez contrasta com o campo branco com cruzes de ouro, ainda rodeado por um belo campo verde adornado com requintados desenhos florais bordados", descreveu o autor. "Também é notável nesta peça, e em muitas outras similares, a paleta belamente refinada que se utiliza; colorido, mas tênue".
"Os estandartes processionais estão vinculados com a heráldica", explica Trevor Floyd, da empresa de ornamentos litúrgicos 'Trevor Floyd & Company'. "Ao longo da história se utilizaram estandartes processionais para reunir os fiéis. Dentro da Igreja, são características predominantes, utilizados como símbolo da Igreja e geralmente são levados em procissão ou colocados dentro do espaço de Adoração". (EPC) 
 Fonte: 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...