Mostrando postagens com marcador Gravuras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gravuras. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de março de 2024

Sagrada Face

 


Sagrada Face
Acrílica sobre madeira
10 x 7 cm
khristianos





A Sagrada Face de Jesus, também referida como Santa Face de Jesus, é o conjunto de imagens que a Igreja Católica promove como sendo representações milagrosas do rosto de Jesus Cristo. A mais conhecida, a imagem do Santo Sudário, é também associada com uma medalha, com o véu de Santa Verónica e é uma das devoções a Cristo católicas.

Diversos dos acheiropoieta (literalmente "não feito manualmente") relacionados a Cristo foram relatados no decorrer da história do cristianismo, assim como várias formas de devoção à face de Jesus, que foram finalmente aprovadas pelo Papa Leão XIII em 1895 e novamente por Pio XII em 1958.

Na tradição católica romana, a Sagrada Face de Jesus é utilizada juntamente com os Atos de Reparação a Jesus Cristo, com algumas instituições dedicadas exclusivamente a elas, como a congregação das Irmãs Beneditinas da Reparação da Santa Face. Em seu pronunciamento a esta congregação, o Papa João Paulo II se referiu a estes "atos de reparação" como sendo "o esforço incessante para estar aos pés das infinitas cruzes nas quais o Filho de Deus continua a ser crucificado".
A imagem da Sagrada Face mais utilizada hoje em dia como devoção a Cristo é baseada no Santo Sudário, que os fiéis assumem ser a verdadeira mortalha de Jesus. Ela é diferente da representação de Jesus no Véu de Verônica (atualmente no Vaticano), mesmo tendo ele sido utilizado no passado para esta mesma devoção. Uma vez que acredita-se que a representação da Sagrada Face tenha sido obtida a partir da mortalha de Jesus, assume-se que ela seja uma imagem pós-crucificação enquanto que a imagem do Véu de Verônica seria uma imagem pré-crucificação, obtida quando Santa Verônica encontrou Jesus em Jerusalém na Via Dolorosa a caminho do Calvário.

Embora o Sudário tenha sido apresentado publicamente regularmente pelo clero católico romano aos fieis pelo menos desde o século XVI (e, possivelmente, antes), a imagem da Santa Face nele é muito fraca e não pode ser vista de forma clara a olho nu, só sendo identificada após o advento da fotografia. Em 1898, o fotógrafo amador italiano Secondo Pia se espantou com a imagem em negativo quando estava revelando sua primeira fotografia do sudário em sua sala escura. Ele posteriormente afirmou que na noite de 28 de maio de 1898 ele quase derrubou e quebrou a placa fotográfica tamanho foi o choque ao ver a face de Jesus no Sudário pela primeira vez.

Até esta época a devoção à Sagrada Face se baseava unicamente na imagem do Véu de Verônica.
Visões

A popularidade da devoção à Sagrada Face de Jesus se deve principalmente a duas freiras europeias, ambas batizadas em homenagem à Virgem Maria, mas que viveram com quase cem anos de diferença. Ambas relataram visões de Jesus e Maria.

A primeira se chamava Irmã Maria de São Pedro, de Tours, na França, e viveu na década de 1840.[8][9] A segunda era a irmã Maria Pierina de Micheli, que viveu na década de 1930 em Milão.[1][2]
Maria de São Pedro

Em 1843, a Irmã Maria de São Pedro, que era uma freira carmelita, relatou uma visão na qual Jesus teria lhe falado.[9] Ela posteriormente relatou novas visões e conversas com Jesus e com a Virgem Maria nas quais ela teria sido incentivada a disseminar a devoção à Santa Face de Jesus como uma reparação aos muitos insultos que Jesus sofrera em sua Paixão.

De acordo com a irmã Maria, em 1844 ela teve uma visão na qual Jesus lhe disse: "Ah! Se você soubesse quão grande é o mérito que você obtém ao dizer, mesmo que uma única vez, 'Admirável é o Nome de Deus' num sentido de reparação pela blasfêmia". Suas visões continham também o texto de uma oração específica como um ato de reparação a Jesus Cristo que acabou se tornando conhecida como "Flecha Dourada". Esta oração e a devoção à Santa Face de Jesus começou então a se espalhar entre os católicos da França a partir desta época.

Primeiras devoções

Irmã Maria de São Pedro

O venerável Leo Dupont foi um religioso de uma família nobre que havia se mudado para Tours. Em 1849, ele fundou o movimento da adoração eucarística de Tours e que se espalhou dali para toda a França, ficando por isso conhecido como "Homem Santo de Tours". Ao saber das visões de Maria de São Pedro, ele começou a manter acesa continuamente uma vigília perante uma imagem da Santa Face, mas, na época, a imagem utilizada se baseava no Véu de Verônica.

Dupont era devoto e promoveu a devoção à Santa Face por cerca de trinta anos, mas os documentos sobre a vida da irmã Maria de São Pedro e sobre suas visões eram mantidos em segredo pela Igreja Católica e não foram liberados. Mesmo assim, Dupont perseverou. Eventualmente, em 1874, Charles-Théodore Colet foi designado arcebispo de Tours, examinou os documentos e, dois anos depois, deu permissão para que eles fossem publicados e para que a devoção fosse encorajada, o que se deu pouco antes da morte de Dupont, que se tornou conhecido como "Apóstolo da Santa Face".

Quando Leão Dupont morreu, sua casa na Rue St. Etienne em Tours foi comprada pela arquidiocese e transformada no Oratório da Santa Face, que passou a ser administrado por uma ordem chamada Padres da Santa Face criada no mesmo ano. A "Devoção à Santa Face de Jesus" foi aprovada pelo papa Leão XIII em 1885, que demonstrou seu desejo de fundar um oratório similar em Roma.
Santa Teresinha

Teresa de Lisieux também foi uma freira carmelita e que se tornaria conhecida por seu nome religioso de "Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face". Ela foi apresentada à devoção à Santa Face pela sua irmã (verdadeira) Pauline (que adotou o nome de Agnes de Jesus ao se tornar freira). Santa Teresinha compôs muitas orações para expressar sua devoção à Santa Face e escreveu "Faça-me parecida contigo, Jesus" num pequeno cartão no qual ela colou uma imagem da Santa Face. Ela então pregou o conjunto num pequeno bolso sobre seu coração (dado que na época ainda não existia a Medalha da Santa Face). Em agosto de 1895, em seu "Cântico à Santa Face", ela escreveu:
“ Jesus, sua imagem inefável é a estrela que guia meus passos. Ah! Você sabe, Sua doce Face é para mim o céu na terra. Meu amor descobre os encantos de Sua Face adornada com lágrimas. Eu sorrio através de minha próprias lágrimas quando contemplo Seus sofrimentos. ”


Santa Teresinha também compôs a "Oração da Santa Face pelos pecadores":
“ Pai Eterno, uma vez tu me destes como minha herança a adorável Face de teu Filho Divino, eu ofereço esta Face a Ti e Te imploro, em troca desta moeda de valor infinito, que perdoes a ingratidão das almas dedicadas a Ti e que perdoes todos os pobres pecadores ”

Maria Pierina e a Medalha da Santa Face

Mais de noventa anos depois das primeiras visões de Jesus pela irmão Maria de São Pedro em Tours, outras visões foram reportadas na Itália. No primeiro dia da quaresma de 1936, a irmã Maria Pierina De Micheli, que nasceu perto de Milão, reportou ter ouvido de Jesus: "Eu desejo que Minha Face, que reflete as dores íntimas do Meu Espírito, o sofrimento e o amor do Meu Coração, seja mais reverenciada. Aquele que medita sobre Mim, Me consola".

Novas visões instigaram a irmã Maria a criar uma medalha com a Santa Face de Jesus, que se tornaria conhecida como Medalha da Santa Face. Num dos lados, ela traz uma réplica da imagem da Santa Face no Santo Sudário e uma inscrição baseada em Salmos 66:2: "Illumina, Domine, vultum tuum super nos" ("Ilumina, Senhor, a Tua Face sobre nós"). No outro, há uma imagem da Santa Hóstia radiante, o monograma do Santo Nome de Jesus ("IHS") e a inscrição "Mane nobiscum, Domine" ("Esteja conosco, Senhor").

Depois de algumas dificuldades, a irmã Maria Pierina conseguiu autorização para cunhar a medalha e a sua devoção começou a crescer na Itália. Quando a Segunda Guerra Mundial começou, muitos soldados e marinheiros receberam a medalha. Maria morreu em 1945, no final da guerra.

Em 2000, o papa João Paulo II afirmou que a inscrição "Illumina, Domine, Vultum tuum super nos" da Medalha da Santa Face sublinha a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre a Face de Jesus e a disseminação de sua devoção.

Análise teológica

Em seu livro de 2005, "A Caminho de Jesus Cristo", o papa Bento XVI fez uma análise das devoções à Santa Face e as caracterizou como tendo três componentes distintos. O primeiro seria o apostolado e a orientação da vida do fiel em direção a um encontro com Jesus. O segundo é ver Jesus de fato na Eucaristia e o terceiro, um elemento escatológico intimamente ligado aos outros dois.

Fazendo referência a Mateus 25:31–36 (Ovelhas e Bodes), Bento XVI afirmou que o primeiro elemento envolve ver Jesus no rosto dos pobres e dos oprimidos, no cuidado com eles, mas para poder fazê-lo de forma adequada, os fiéis precisam primeiro se aproximar de Jesus através da Eucaristia. O segundo elemento envolve relacionar a Paixão de Cristo - e o sofrimento expressando pelas imagens que representam sua face machucada - com a experiência eucarística. Assim, a devoção que se inicia com as imagens da Face de Jesus levam à Sua contemplação na Eucaristia. O elemento escatólogico então nasce desta contemplação.

domingo, 21 de outubro de 2018

Exposição iconográfica sobre a vida de Maria e José: evangelização e cultura

O Padre José Antônio Bertolin, da Congregação dos Oblatos de São José, promoveu e inaugurou esta Exposição Iconográfica sobre os pais de Jesus, no Centro de Espiritualidade dos Padres Josefinos



Texto de Manuel Tavares - Cidade do Vaticano

Milhares de imagens de Nossa Senhora e São José estão expostas no Santuário de São José, em Apucarana (PR), o único no Brasil.

O Padre José Antônio Bertolin, da Congregação dos Oblatos de São José, promoveu e inaugurou esta Exposição Iconográfica sobre os pais de Jesus, no Centro de Espiritualidade dos Padres Josefinos. A iniciativa é considerada, pelos organizadores, como o maior acervo do gênero no Brasil, devido à quantidade e à diversidade de imagens expostas.

O objetivo desta Exposição Iconográfica, diz Padre Bertolin, é “a evangelização e a cultura”.

O promotor da iniciativa explica que, na exposição, estão as melhores reproduções em pintura, escultura e imagens sacras de grandes artistas, ao longo dos séculos.

A este respeito, a Vatican News entrevistou Padre José Antônio Bertolin, a quem perguntou inicialmente:

Como nasceu a ideia desta exposição?

A organização dessa exposição surgiu do desejo de ligar Maria a São José, visto que neste lugar (Apucarana) a Congregaçao dos Oblatos de São José mantem um Centro de espiritualidade Josefina que se empenha na divulgação da teologia de São José e da espiritualidade Josefina. Sendo que não podemos pensar em São José sem a presença de Maria da qual ele é esposo, então procuramos organizar esses ícones marianos os quais em muitas das vezes externam também a presença e a missão de São José, particularmente quando estes ícones representam as cenas do matrimonio de José com Maria, os Santos esposos, o nascimento de Jesus em Belém, a perseguição de Herodes, a fuga para o Egito, a volta do Egito, a vida em Nazaré no trabalho da carpintaria em companhia de Maria e Jesus e até as cenas dos apócrifos que descrevem o casamento de José com Maria, a sua escolha, a sua morte, etc. Além do mais, o povo católico brasileiro é muito devoto de Maria, o que chama-lhe muito a atenção tudo aquilo a que se refere a ela.

Como o senhor teve acesso aos ícones?

Esses ícones foram resultado de uma coletânea sobre tudo que representava Maria por meio dos santinhos (muito comuns aqui no Brasil), para isso foram buscados os ícones de Maria em várias igrejas e livrarias do Brasil; depois uma razoável quantidade deles foram frutos de busca nas vezes em que estive na Itália por meio de fotografias, e outra grande quantidade foi resultado de pesquisas na internet. A internet ajudou muito para conhecer toda a riqueza artística que os melhores e mais renomados mestres, pintores e escultores produziram ao longo dos séculos e que foram reproduzidos desde em uma humilde igrejinha até nos grandes e famosos santuários, catedrais e igrejas espalhadas pelo mundo ou que hoje se encontram nos famosos museus do mundo. Foi um trabalho de paciência que demandou quase cinco anos de dedicação.

Entre as várias imagens encontra-se a de Nossa Senhora “Desatadora nós” da qual o Papa Francisco também é devoto?

Dentre os inúmeros ícones de Nossa Senhora temos também o de Nossa Senhora Desatadora dos nós, devoção muito cara aqui no Brasil e que é representada por uma pintura de um artista alemão do ano de 1700. Este ícone foi inspirado pelo artista em base ao que apocalipse 12,1 relata, ou seja, uma mulher (representado Maria), vestida de sol com a lua debaixo dos pés e na cabeça uma coroa com 12 estrelas. O interessante que o artista iluminou essa frase bíblica com o pensamento de Santo Irineu: Eva com a sua desobediência atou o nó da desgraça para a humanidade, enquanto que Maria com sua obediência o desatou. Na representação iconográfica um dos anjos que aparece, entrega à Maria uma fita com nós grandes e pequenos, separados e juntos, que simboliza a nossa culpa original, e outro anjo recebe das mãos de Maria a fita que cai livremente com os nós desfeitos, significando o poder libertador de Maria. Este ícone além de ser muito venerado no Brasil é também venerado pelo Papa Francisco que na década de 80 encontrou essa devoção em uma igreja da Alemanha e a levou para a Argentina e a divulgou sendo ele mesmo um grande devoto de Nossa Senhora desatadora dos nós.

Quais são as imagens mais curiosas no seu parecer?

Dentre os quase 5 mil ícones cada um apresenta a sua peculiaridade segundo a ideia que o artista concebeu ou que foram representadas pelas diversas circunstancias em que se quiseram representar Maria, mas uma que eu gosto muito é a representação feita por Murilo em que Maria jovem é instruída por sua mãe Ana. Chama a atenção a importância que Maria dá às palavras de sua mãe. Numa outra representação, em obra atribuída a Pieter Rubens, os pais Joaquim e Ana aparecem na cena, mas Maria está atenta aos ensinamentos de sua mãe, isso para dizer como que além das graças que ela recebeu, também foi importante a educação que recebeu de seus pais.

A cena pintada por Michael Pacher é curiosa porque Maria é interpelada pelo anjo o qual lhe oferece uma flor de lírio que simboliza a sua pureza imaculada, razão de ser escolhida para ser a mãe de Deus. Todas as inúmeras cenas que representam Maria em sua ternura maternal segurando o menino Jesus em seus braços são muito significativas, mas gosto muito da representação feita por Simon Vouet, cuja obra se encontra no Museu de belas artes de Lyon-França em que Maria com seu amor de mãe segura o seu filho e mostra-lhe uma rosa a qual é contemplada por Jesus com bastante curiosidade. Chama a atenção também a obra esculpida em marfim por escultores franceses em que Maria é representada segurando o menino Jesus o qual está em pé apoiando-se em suas pernas e amamentando-se tranquilamente. Esta obra encontra-se em Antuérpia na Bélgica.

Qual está sendo a repercussão entre os visitantes?

Esse centro iconográfico com as representações de Nossa Senhora e São José já conheceu uma acentuada repercussão, especialmente no Paraná. Nós não tivemos no início a preocupação de anotar o número de visitantes, e só agora ultimamente que estamos fazendo isso, mas podemos afirmar que mais de 5 mil pessoas visitaram esse lugar nos últimos três anos. São caravanas que chegam para visitar o santuário e com um programa específico para conhecer os ícones. Tem sido frequente que emissoras de TV, rádios e jornais, por ocasião da festa de nossa Senhora Aparecida (12 outubro), cheguem aqui para reportagens divulgando-as para todo o Brasil.

Este é o maior acervo desse gênero no Brasil? E poderia ser do mundo?

No Brasil é sem dúvida, porque comporta 4.446 ícones de Maria e 1.590 de São José, portanto, totaliza 6.036 ícones. Todos dispostos em molduras em tamanho 20X25cm em papel fotográfico de ótima qualidade e com uma etiqueta explicativa para cada ícone. Não saberia dizer se fora do Brasil há uma exposição assim.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Concurso de Arte Sacra na rua, "Madonnari dell'Annunziata" em Giulianova (Itália)




VI edição do Concurso de Arte Sacra na rua MADONNARI DELL'ANNUNZIATA


REGULAMENTO 2018 e FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO 2018

Giulianova, 28 de agosto de 2018

1. REGISTO NO CONCURSO

1. A participação na sétima edição da competição "Madonnari dell'Annunziata" é gratuita e aberta a todos, mediante solicitação por escrito.

O formulário de inscrição pode ser baixado no site da paróquia "Maria Ss.ma Annunziata"
de Giulianova (TE) http: // www.parrocchiadellannunziata. -lo , ou pode ser pego nos escritórios da paróquia da Igreja de São Gabriel em Giulianova Lido (de segunda a sexta-feira 18:30-08:00).
Uma cópia do anúncio do concurso e do formulário também será postada na página do Concurso no Facebook.

Os formulários de inscrição, devidamente preenchidos e assinados, devem ser enviados ao
escritório da Competição até a meia-noite de 31 de agosto de 2018, também via e- mail . email
para o endereço de e-mail: madonnaridellannunziata @ gmail. com

2. A participação de uma criança menor de 18 anos deve ser autorizada por um dos pais cuja assinatura deve ser inscrita no formulário de inscrição. O pai garante para o seu filho (a) / menor, a sua presença durante todo o evento ou de parentes ou adultos delegados de acordo com o "tutor responsável" exclusivo. O pai livre de qualquer responsabilidade civil e / ou penal a organização de qualquer acidental, fortuito e / ou causado por terceiros necessários ao seu filho ou seus bens materiais e / ou pessoais

Os estudantes que ainda não completaram 15 anos em 2 de setembro de 2018 estão oficialmente registrados na seção dedicada a eles ("Puer Madomnaris"). O Puer Madomnaris também pode competir em grupos (max 3 membros), neste caso, no formulário de inscrição, além do nome do gerente também deve ser inserido os dados dos membros do grupo de trabalho.
Ao atingir o número máximo estimado de artistas admitidos (não quantificáveis na época), nenhuma outra solicitação será aceita. Esta eventualidade será, de qualquer modo, comunicada às recorrentes.
As inscrições para a última hora ainda podem ser aceitas depois das 8h.
Domingo, 02 de setembro diretamente no site do extemporânea, nos casos de ausência confirmada de artista já registrado ou disponibilidade de vagas livres.

3. A participação no extemporâneo implica o conhecimento e aceitação das Regras de Competição em todas as suas partes. O Comitê Organizador, para um melhor resultado do evento, reserva-se o direito de fazer alterações nas Regras. As alterações feitas serão prontamente postadas na página do Concurso no Facebook. Quaisquer reclamações e / ou sugestões devem ser apresentadas apenas por escrito. A organização não é responsável por danos a coisas ou pessoas que infelizmente
ocorrem durante o evento.

4 O processamento de dados pessoais é limitado e visa completar as operações necessárias para a participação no evento artístico.

2. PROGRAMA DO EVENTO

1. A pintura sacra improvisada na rua, a sétima edição da "Anunciação Pavement" terá lugar domingo, 2 de setembro, 2018, das 8:00 h às 17:00 h na parte leste da cidade Via Simoncini de Giulianova na província de Teramo (ITÁLIA).
As obras constituirão um tapete de pinturas que honrará a passagem da tradicional procissão da SS Annunziata que termina na Via Simoncini.

2. Os artistas inscritos na competição deve apresentar ao apelo do pavimento na praça em frente da Igreja de St. Gabriel, localizado na via Simoncini esquina da Via Di Vittorio Giulianova Lido (TE) às 8:00 da manhã no domingo 02 de setembro de 2018 .

3. As inscrições de última hora podem ser aceitas depois das 8h do domingo, 3 de setembro, somente em casos de ausência confirmada de artistas já inscritos para a competição ou disponibilidade de locais de trabalho gratuitos. A participação no concurso é aperfeiçoada com o registro do artista presente no extemporâneo.

4. Após a bênção do giz, os artistas irão para as estações de trabalho designadas a eles e iniciarão a pintura extemporânea na rua. As obras devem ser concluídas até as 17 horas. A seção da estrada das obras será fechada ao tráfego de carros para garantir o progresso do evento.

5. O almoço no domingo 02 de setembro de 2018 será consumido apenas por assinantes exame extemporâneo no Festival XXIII do Clam encenadas fora da casa paroquial da Igreja de São Gabriel, a um preço muito acessível de 5 € (primeira, segunda e garrafa 1/2 l de água)

6. Os votos populares terão início às 15:00 no domingo, 2 de setembro e terminarão às 19:00 no mesmo dia. Às 18h00, o Júri Técnico informará o Secretariado da Competição sobre o resultado da
avaliação das secções artísticas que lhe foram atribuídas.

7. Por volta das 17:30, no caminho Simoncini, decorado com as obras criadas pelos artistas, vão desfilar a tradicional procissão dos fiéis que acompanhava o lançamento da estátua da SS Annunziata.

8. A premiação dos artistas classificados será realizada no domingo 02 de setembro de 2018, imediatamente antes do show musical programado para a noite no programa de festividades.

9. Todas as etapas da competição podem ser acompanhadas na rede social facebook na página dedicada ao extemporâneo

3. JÚRI E PRÊMIOS

1. Os trabalhos em competição serão avaliados por uma dupla comissão julgadora:
Júri Popular ou visitantes do Júri
Técnico ou qualificado.

2. O Júri Popular será composto por todos os visitantes do XXº Festival da Anunciação que
desejarem expressar sua opinião sobre as obras em competição.
A Secretaria da Concorrência comunicará os métodos adotados para a coleta, tratamento e cálculo dos votos populares.

3. Os membros do Júri Técnico serão escolhidos pelo Comitê Organizador entre os especialistas nas áreas de artes visuais, comunicação e ciências religiosas.
A composição desta comissão será anunciada em um comunicado de imprensa específico após a confirmação da disponibilidade dos jurados contatados para esse fim.

4. a sétima edição da competição é dotada de um prêmio em dinheiro constituído por troféus de reconhecimento, bens e diversos produtos oferecidos pelas empresas apoiadoras (patrocinadora) do evento. O Comitê Organizador comunicará a consistência e distribuição do prêmio com base nos produtos recebidos na oferta, reservando-se o direito de fazer alterações em relação à intervenção de novos patrocinadores.

5. Os seguintes prêmios distinguem-se pelas classificações das três categorias admitidas na competição (adultos, absolutos e meninos).

- Seção Técnica: categoria adulta

1º júri técnico classificado

2º júri técnico classificado

- seção popular: categoria absoluta

1º júri classificado

2º júri popular classificado

- Seção Técnica: meninos categoria "Puer madomnaris" (menores de 15 anos)

1º júri técnico classificado

2º júri técnico classificado

3º júri técnico classificado

6. Prêmios não podem ser combinados. No caso de um artista receber mais prêmios, o único prêmio de maior valor será atribuído pelo cargo.
Exceção é feita para menções especiais e / ou prêmios que podem ser adicionados aos prêmios ordinários já adquiridos.
Menções especiais e prêmios podem ser atribuídos apenas pelo Júri Técnico.

7. Em caso de cancelamento / suspensão da competição por qualquer motivo (devido a força maior, condições climáticas adversas, ordem de autoridade pública ...) os prêmios ainda não concedidos serão colocados em competição na próxima edição do evento.

8. Os votos populares terão início às 15:00 no domingo, 2 de setembro de 2018 e
terminarão às 19:00 no mesmo dia. Os membros do Júri Técnico, depois de analisar todos os trabalhos realizados, reunidos na assembleia, proclamarão os vencedores para a seção que lhes foi designada até às 18h00.
Os julgamentos do Júri Técnico, expressos em plena autonomia e autonomia decisória, são
inquestionáveis ​​e inapeláveis.

9. Em caso de situações de Ex aequo, tanto para a votação qualificado para os populares,
a decisão final será anunciada pelo presidente do Júri Técnico, na pessoa do regente da paróquia de SS dell 'Annunziata, Don Ennio Di Bonaventura.

10. A proclamação e premiação dos artistas classificados acontecerá no domingo, 3 de setembro de 2018, imediatamente antes da apresentação musical programada para a noite no programa de festividades.

11. Todos os artistas participantes receberão um certificado de participação no evento.

4. REALIZAÇÃO DAS OBRAS

1. Cada artista ou grupo deve realizar um trabalho usando apenas a técnica de giz em um espaço identificado no chão (asfalto) ou em um painel de madeira ou outro material preparado.Não é permitido usar a técnica de varredura ou o molde por outro lado, a técnica de quadratura do trabalho é permitida.
Cada participante é obrigado a trabalhar exclusivamente em sua própria pintura.

2. Você pode criar ambas as pinturas originais de famosos cópias de ópera desde que cumpram o tamanho esperado (min 70 x 100 cm) e têm uma influência sobre o tema da competição serão concedidos para esta edição: "Domingo não podemos viver sem ..."
As obras podem ser fez dirigir a imagem verticalmente e horizontalmente a Comissão Organizadora, na pessoa do Diretor Artístico da competição, irá monitorar o cumprimento das normas de execução das obras e conformidade com o tema e ao tamanho atribuído.

3. O número da estação será atribuído pelo Secretariado da Concorrência com base na ordem cronológica de recepção das inscrições. A numeração das estações de trabalho começará a partir do edifício da casa paroquial e prosseguirá no lado esquerdo da Via Simoncini em direção ao mar.
A troca consensual das postagens entre artistas é permitida com a autorização da Secretaria da Concorrência.

4. A paróquia "SS dell 'Annunziata" reserva todos os direitos sobre as imagens das obras
feitas durante o evento. Se as obras (suas imagens) forem apresentadas futuramente em exposições ou eventos artísticos ou enviadas à mídia, os nomes dos autores serão sempre mencionados.

5. O início dos trabalhos terá início às 8h do domingo, 2 de setembro de 2018. Os trabalhos devem ser concluídos até as 17h do mesmo dia.

Informação :
madonnaridellannunziata @ gmail. com
https://www.facebook.com/ madonnaridellannunziata /

Fonte: ILMASCALZONE

quinta-feira, 22 de março de 2018

Workshop: Iluminação medieval de N. Sra. de Guadalupe



Iluminação Medieval de Nossa Senhora de Guadalupe

Workshop intensivo de uma semana
24 de julho a 29 de julho de 2017
9:00 - 17:00 Segunda a sábado

Edifício Canory (O edifício atrás da Reitoria St. John Cantius)
Saint John Cantius Church, Canonry Building
825 North Carpenter Street, Chicago 60642
Venha se juntar a nós enquanto iluminamos A mulher vestida como o sol e a lua sob seus pés!
Vamos nos concentrar na imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, que apareceu na tilma de Juan Diego. Sua imagem é cercado por uma borda de cascata de rosas e corações em prata, vem em uma variedade de formas, como corações, luas, anjos, etc., trazidos para as Américas do Sul pelos espanhóis. Estas foram colocados em altares para Missas votivas.

Nesta oficina de uma semana vamos moer manualmente os pigmentos para fazer a têmpera, a tinta usada pelos iluminadores medievais para criar as lindas páginas nos Livros das Horas. Técnicas como mistura de cores, criação e sombreamento de roupas, para pintura de rosto e mãos, flora e fauna serão ensinados juntamente com vários métodos de douramento incluindo ouro elevado e polido, fazendo nosso próprio ouro líquido de 23kt e dourando com alumínio de paládio e prata.

Discutiremos também o gesto da linguagem e da imagem do códice: como Nossa Senhora de Guadalupe usou essas ferramentas poderosas para dar um exemplo extraordinário de enculturação, criando o caminho para a comunicação com os índios no Novo Mundo em 1553, quando ela apareceu a São João Diego e como Nossa Senhora de Guadalupe continua a ser uma parte importante da nova evangelização em nossos dias, da qual João Paulo II falou sobre ela.

Oficina irá incluir todos os materiais de arte, como escovas, pigmentos, pastas, pergaminho, etc.

Materiais e técnicas tradicionais em miniatura cobertos pela classe:
• Fazendo um fichário
• Moagem de pigmentos para fazer a têmpera
• Ouro elevado, polido e trabalhado
• Fazer ouro líquido a partir de ouro em pó 23k

• Paládio elevado e polido
• A técnica Golden Grisaille
• Técnicas de mistura de cores
• Transferência de desenhos intrincados para pintura em ouro

• Levantando as roupas: pintando e flutuando as cores da base da roupa, construindo as sombras através
esmaltes e destacando as dobras.
• Técnica de bordado inverso.
• Renderizar o rosto através de técnicas de lavagens delicadas entrelaçadas com "esmaltes brancos" para criar um
efeito sfumato
• Técnicas de delineamento

A inscrição é aberta a membros e não membros. Não e necessário experiência.

Se você é um artista e está acostumado a usar uma lâmpada, como uma luz OTT ou uma lâmpada de tarefas similar, por favor, fique à vontade para trazer uma. Também você está fazendo pintura em miniatura com pequenos detalhes que você pode querer trazer uma lupa como o estilo pescoço de ganso que fica na mesa ou o tipo de espectador de cabeça ... fique a vontade em trazer. Embora não seja necessário, pode ser uma grande ajuda. Todos os outros materiais serão fornecidos pelo instrutor.

Apenas 12 vagas disponíveis

* Este workshop inclui o uso de ouro e paládio reais, cujo custo é variável e aumentou nos últimos 12 meses.

Estacionamento:

Amplo estacionamento para a oficina está disponível na propriedade da igreja, ambos atrás da igreja são os espaços em frente à reitoria. Estacionamento na rua também está disponível, mas verifique e obedeça os sinais ou você será multado. Os bilhetes de estacionamento não são da responsabilidade da Catholic Art Guild ou da paróquia St. John Cantius.

Os reembolsos estão disponíveis até 8 de julho de 2018.

Fonte: Página do Evento

sábado, 17 de fevereiro de 2018

A pintura cristã mais antiga da América prestada pelo Museu Auch em Nova York

Texto de Sabine Gignoux 

Esta pintura emplumada, feita em 1539 por índios astecas para monges franciscanas na Cidade do México, será exibida em 26 de fevereiro no Metropolitan.



Esta fabulosa obra de arte é a pintura cristã mais antiga da América preservada até hoje. Feita inteiramente em penas, representa o milagre da Missa de São Gregório em que Cristo, cercado pelos braços da Paixão, apareceu no altar diante de uma duvidosa assembléia do mistério Pascal. Uma inscrição no perímetro indica que a pintura foi feita " em 1539 no México, sob o pontificado de Paulo III pelos cuidados do irmão menor Pierre de Gand ", apenas vinte anos após a conquista do México pelo espanhol Hernan Cortes!

Um trabalho profundamente hipnotizador

Este trabalho profundamente hipnotizador, que une a iconografia asteca e as técnicas indianas de plumaria, com um assunto católico, testemunham os inícios da evangelização do México pelos franciscanos. Pertence ao museu dos jacobinos em Auch, que abriga a segunda coleção de arte francesa pré-colombiana, depois da do Museu Quai-Branly em Paris. Muito famoso nos Estados Unidos, onde é reproduzido em livros didáticos, esta pintura, de 56 cm de largura e 68 cm de altura, acaba de ser emprestada ao Museu Getty em Los Angeles para uma exposição sobre os " Reinos de Ouro: Luxo e Heritage in the Ancient Americas "para ser apresentado a partir de 26 de fevereiro no Metropolitan New York.

" Cortes tem reputação de ser um conquistador sanguinário. Na verdade, ele desconfiava da Inquisição cujos excessos ele havia visto em Cuba já em 1511 ", diz Fabien Ferrer-Joly, curador do museu de Auch . "Por seu tio, fundador de um convento franciscano na Extremadura, ele estava muito perto dessa ordem e pediu a Carlos V para enviar monges franciscanos para o México. O último se estabeleceu como protetor dos índios contra os conquistadores que os reduziram à escravidão ... "O Papa Paulo III os apoiou publicando em 1537 o Bull Sublimis Deus, proibindo essa escravidão. " Realizado apenas dois anos depois deste Touro, a Missa de São Gregório provavelmente foi feita para ser enviada a Romaem agradecimento "Continua Fabien Ferrer-Joly.
A caneta, mais preciosa do que o ouro para os astecas

O Irmão Pierre de Ghent, mencionado na pintura, fundou no México em 1529 uma escola de arte que integra os plumassiers astecas. " Os franciscanos rapidamente entenderam que evangelizar os índios, eles tinham que confiar em suas tradições e seu simbolismo. Daí a escolha de uma obra de araras emplumadas e cotingas, um material mais precioso do que o ouro na cultura asteca, reservado aos deuses, aos grandes governantes e a alguns guerreiros " ,observa o conservador.

O próprio layout dos braços da Paixão retoma o dos códices astecas e os motivos que adornam o antependium do altar são tipicamente indianos. Preocupados com a inculturação, os franciscanos e os dominicanos optaram por evangelizar os índios em língua vernácula. " Da mesma forma, eles construíram igrejas muito pequenas, com uma loggia na frente da qual o sacerdote oficiou diante de uma assembléia ao ar livre onde os índios estavam dançando. Havia uma verdadeira utopia franciscana para criar lá, um novo cristianismo, livre da corrupção das sociedades ocidentais "Recupera Fabien Ferrer-Joly, sem, no entanto, esconder o terrível choque e devastação da Conquista com as populações indígenas. Decimados pelas epidemias, passaram em um século de 20 milhões de habitantes para apenas 1 milhão.

Como a Missa de São Gregório, criada no México, chegou a Auch? Ela foi interceptada por corsários durante a viagem a Roma? Nós não sabemos. Foi um negociante de antiguidades que o redescobriu na França em uma venda de cesto em 1985. Desejando vendê-lo nos Estados Unidos, ele pediu um certificado de exportação do Ministério da Cultura, subestimando o preço do em 70 mil francos (€ 11,000). Isso permitiu que o ministério o bloqueasse e o museu de Auch para adquiri-lo para completar sua coleção de arte americana, agora rica em 40 mil objetos.

Fonte: La Croix

sábado, 11 de novembro de 2017

"Encontros de Iconografia" - O Portador de Cristo: São Cristóvão e a sua Iconografia na Arte Europeia



O MAP, em associação com a página "Arte em Portugal" convidam para a palestra a realizar-se no dia 17 de Novembro de 2017 na Igreja Paroquial de Louredo da Serra, Paredes.(Portugal)
O "Encontros de Iconografia" visa explorar temas da iconografia da Arte cristã, numa linguagem acessível voltada para todos os públicos. O primeiro encontro trata São Cristóvão, orago da Igreja em questão.
A comunicação será feita por Sara Almeida Rocha, Mestre em História da Arte e autora da página "Arte em Portugal".
Segue abaixo o programa.

1 - A lenda - quando se formou?

2 - O culto: extensão geográfica e cronológica.

3 - São Cristóvão - programa iconográfico: atributos, formas de representação e padroados.

4 - Precedentes e transformações.

5 - As suas representações na arte europeia. 


Admissão gratuita.

Fonte: Arte em Portugal - Link do Evento

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

ENCONTRO COM HILDEGARDA DE BINGEN

Ciclo de Palestras e Exposição
Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas - MAAS
01 a 30 de setembro de 2017
Hildegarda de Bingen foi uma das personalidades femininas mais fascinantes da Idade Média, uma mulher à frente do seu tempo. Monja beneditina alemã, teve importância na religião, saúde e arte.

Santa Hildegarda é uma das quatro doutoras da Igreja Católica (reconhecida pelo Papa Bento XVI em 27 de maio de 2012).
Nesta exposição e ciclo de palestras serão apresentados diversos aspectos de sua obra: na mística, na história da igreja, na música e na saúde.
PROGRAMAÇÃO
Sexta - 01/09 – Palestra gratuita 19:30 às 21:00 hs
SANTA HILDEGARDA DE BINGEN: VIDA E OBRA
Pe. Marcial Maçaneiro – Prof. Dr. em Teologia – PUC -PR

Sábado - 02/09 – Curso 9:00 às 17:00 hs
valor: R$ 80,00 até 30/07 – R$ 100,00 até 30/08
MÍSTICA E ESTÉTICA EM HILDEGARDA DE BINGEN
Pe. Marcial Maçaneiro - Prof. Dr. em Teologia PUC –PR
Rhebeca Cristina Gonçalo da Costa – graduanda em Filosofia PUC – PR – iniciação científica com o projeto “Teologia e Ecologia em Hildegarda”.

A experiência própria de Hildegarda no cenário monástico-religioso do século XII. Fontes e características de suas “visões” no terreno bíblico-patrístico cultivado pela comunidade beneditina da época. A obra visionária e musical de Hildegarda do ponto de vista estético: estilos, ênfases, analogias. Relação cosmos-humanidade nas representações de Hildegarda, entre palavra e imagem.

Sexta - 15/09 - Palestra gratuita 19:30 às 21:00 hs
HILDEGARDA DE BINGEN – SANTA E DOUTORA DA IGREJA
Monsenhor Rafael Capelato – Prof. Dr. em História da Igreja – PUC Campinas

SEMANA PRIMAVERA DOS MUSEUS
PRIMAVERA DOS MUSEUS- 18 à 22/09
Quarta - 20/09 - Cine debate (gratuito) 19:00 às 21:30 hs
Exibição do filme VISION – direção de Margarethe von Trotta – 2014 – (90 min.)
Comentários com Márcio Luiz Quaranta Gonçalves – biólogo e mestre em Educação.
Participação Grupo Viriditas (estudos de Hildegarda)

Sinopse: Alguns conhecem seus ensinamentos sobre ervas medicinais; outros, suas composições musicais. Mas poucos se aprofundaram na personalidade de Hildegard von Bingen. Margarethe von Trotta filmou a sua biografia.

O filme mostra um mundo diverso por trás dos muros de um mosteiro. Apesar das rigorosas normas eclesiásticas, Hildegard von Bingen conseguiu conquistar um espaço para si nesse ambiente marcado pela religião , algo mais do que incomum naquela época. Criou uma abordagem humanista à devoção e tornou-se revolucionária, baseando sua vida em uma misteriosa inspiração.

Sexta - 22/09 – Palestra gratuita 19:00 às 21:30 hs
-Palestra: A MÚSICA DE HILDEGARDA- 19:30 às 20:30 hs
Lenita Mendes Nogueira – Prof. Dra. do Instituto de Artes da UNICAMP e curadora do Museu Carlos Gomes de Campinas

-Sarau: com músicas de Hildegarda- 20:30 às 21:00 hs
Ana Taglianetti cantora e cantoterapêuta
Diogo Camargo músico e musicoterapêuta
-Degustação: menu com receitas de Hildegarda
Grupo Viriditas Hildegarda

Sexta - 29/09 - Palestra gratuita 19:30 às 21:30 hs
A SAÚDE NA VISÃO DE HILDEGARDA DE BINGEN
Clarissa Waldige Mendes Nogueira – Médica Prof. Dra. em Tocoginecologia da UNICAMP
Eloísa Cavassani Pimentel de Magalhães – Médica pela FCM UNICAMP especialista em Homeopatia, Acupuntura e Fitoterapia

Organização do Evento: Grupo Viriditas e Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas
Apoiadores: Arquidiocese de Campinas, Grupo Viriditas e Centro Marianista Caná

Colaboradores: Andréa de Moura, Cibelly Nunes, Clarissa Nogueira, Eloísa Pimentel, Paula Barrantes.
Local: Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas- MAAS
Rua José Ferreira de Camargo, 844 - Bairro Nova Campinas
CEP 13092-100 - Fone (19) 3790- 3950
facebook: Museu Arquidiocesano de Campinas
email: maascampinas@arquidiocesecampinas.com

EXPOSIÇÃO:
01 À 30/09
- de terça à sábado- das 9:00 às 17:00
Visite o Jardim de Hildegarda
PALESTRAS: chegada às 19:00 início às 19:30
CURSO: MÍSTICA E ESTÉTICA EM HILDEGARDA DE BINGEN
valor: R$ 80,00 até 30/07 – R$ 100,00 até 30/08
inscrições no Museu ou pelo e-mail acima.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Você sabe o que significam JHS e IHS?


Por Pe. Henry Vargas Holguín /


Tabernacle © Luis Andrade/Shutterstock

As letras têm dado lugar a várias interpretações - algumas erradas

O monograma IHS está em várias partes: escudos, altares, toalhas de mesa, portas de sacrários e até inscrito na hóstia. Também aparece o JHS, que tem a mesma denotação.

Mas qual é o significado dessas letras?

O monograma IHS é a transcrição do nome abreviado de Jesus em grego, Ιησούς (em maiúsculas, ΙΗΣΟΥΣ). O “J” corresponde à pronúncia do “I” na antiguidade, assim como o “V” era empregado como “U”.

As letras já deram lugar a várias interpretações. A única aceita é a abreviação da frase em latim: “Iesus Hominum Salvator” (Jesus Salvador dos Homens).

Algumas pessoas interpretam erroneamente as três letras como “Jesus Homem Salvador” ou “Jesus Hóstia Santa”.

O monograma foi adotado por Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, como emblema dos jesuítas. O papa Francisco, membro dos jesuítas, tem este monograma em seu escudo episcopal.

Fonte: Aleteia

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O que o alfa e o ômega representam na arte cristã?


Por Philip Kosloski

Shutterstock

As letras gregas têm um significado profundo e antigo

É comum encontrarmos na arte cristã duas letras gregas: o alfa (Α) e o ômega (Ω). Essas duas letras têm uma história antiga no cristianismo e estão enraizadas no livro do Apocalipse, onde Deus diz: “Eu sou o alfa e o ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que vem, o Todo-Poderoso.” (Apocalipse 1: 8).

Mais tarde, no mesmo livro do Novo Testamento, Jesus atribui essa frase a si mesmo dizendo: “Eu sou o alfa e o ômega, o princípio e o fim. Aos que têm sede, darei gratuitamente de beber da fonte da água viva. Quem vencer terá esta herança, e eu serei o seu Deus e ele será meu filho “(Apocalipse 21: 6-7). E, mais tarde, um capítulo depois, Jesus diz: “Eu sou o alfa e o ômega, o primeiro e o último, o princípio e o fim” (Apocalipse 22:12).

Como se pode observar, desde o início do cristianismo as primeiras e últimas letras do alfabeto grego foram usadas para afirmar a divindade de Jesus Cristo. As letras também eram usadas pelos primeiros cristãos como um monograma para o nome de Jesus e para representá-lo simbolicamente na arte. As letras começaram a ser usadas em representações artísticas no século IV e continuam sendo uma característica-padrão nas igrejas até hoje.

Além disso, as duas letras gregas têm uma correlação espiritual com a antiga compreensão judaica dos atributos de Deus. De acordo com a Enciclopédia Católica, “A palavra hebraica para a verdade é Emeth. Ela é composta por três letras: alef = alfa, mem = mi, e tav = teta. O alef e o tav são as primeiras e últimas letras do alfabeto hebraico como o alfa e ômega são do grego. Assim, o termo Emeth (verdade) começa com a primeira letra do alfabeto e termina com a última. “Os antigos estudiosos judeus viram isso misticamente e acreditaram que “o alef ou a primeira letra de Emeth (verdade) denota que Deus é a primeira de todas as coisas. Não havia ninguém antes Dele de quem Ele pudesse ter recebido a plenitude da verdade. O tav, da mesma maneira, significa que Deus é a última de todas as coisas. Não haverá ninguém após Ele a quem Ele poderá deixar um legado”.

Então, na próxima vez que você vir o alfa e o ômega, pense em Jesus, a Verdade que pode libertá-lo.

Fonte: Aleteia

domingo, 7 de maio de 2017

CNBB cria comissão especial para cuidar dos patrimônios culturais da Igreja no Brasil



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) criou a Comissão Episcopal Especial para os Bens Culturais que terá o papel de fomentar o cuidado com o patrimônio material e imaterial da Igreja no Brasil, em diálogo com os órgãos governamentais e eclesiais especializados. Esse é um dos projetos da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação da CNBB.

A Comissão nomeada tem como presidente dom João Justino de Medeiros, arcebispo coadjutor de Montes Claros (MG), que também preside a Comissão Episcopal para Cultura e Educação. Também compõem a comissão o arcebispo de Maceió, dom Antônio Muniz e o bispo de Petrópolis (RJ), dom Gregório Paixão.

“O patrimônio histórico-artístico pertencente à Igreja nos coloca diante de um privilegiado potencial evangelizador e de um qualificado instrumento para o diálogo com a cultura. Muitas dioceses no Brasil já organizaram comissões locais e tem dispensado esforços de trabalho para a preservação dos seus bens histórico-artísticos. São visíveis os resultados dessas comissões. Também alguns Regionais da CNBB fizeram o mesmo. O objetivo da comissão será o de estimular a atuação da Igreja no Brasil a fim de que se efetive o cuidado, a preservação e o uso desse enorme patrimônio que nos foi legado pelas gerações passadas como uma expressão de fé”, destacou dom João Justino.

A assessoria será feita pelo Padre Danilo Pinto, que também é o assessor do Setor Universidades da CNBB. “Sinto-me, no mínimo, honrado por contribuir como primeiro assessor de comissão tão necessária, além de trabalhar ao lado dos membros desta nova comissão”, destacou padre Danilo.

O Brasil possui relevante acervo e contribuição, no âmbito dos bens culturais, no cenário internacional. Padre Danilo faz um panorama dessas influências, “Retrato disto é a mistura da belle epoche paraense com traços amazônidas, o barroco baiano e mineiro de influência lusitana com matrizes afro, imprimidos pelo Cabra, na Bahia, e por Aleijadinho, nas Gerais, o neogótico nas regiões sulistas de colonização alemã e italiana, e o moderno concreto em curva de Niemeyer, no Distrito Federal”.

Ele acrescenta ainda que ás vezes, num único canto, é possível testemunhar diferentes estilos, períodos e autores históricos. “Este colorário de igrejas, arte sacra e tradições, são retrato da fé cristã impressa e vivenciada no país, nestes mais de quinhentos anos de anúncio de Jesus Cristo. Infelizmente, este patrimônio eclético, por carência de recursos ou desinformação, tem sido alvo de depreciação. Sem incluir nesta conta os inúmeros casos de furtos e vandalismo, recentes”, finalizou.

Fonte: CNBB

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Crucifixão




Pintor: Antonio Van Dyck (1599-1641)
Gravador: Schelte Adams Bolswert (c. 1586 - 1659)
Gravado 1630 - 1635
The British Museum
Londres, Inglaterra.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

As 6 imagens mais antigas de Nosso Senhor Jesus Cristo


Wikipédia Domínio Público


O Santo Sudário de Turim é o manto que segundo a tradição e dezenas de provas científicas envolveu o corpo morto do Senhor Jesus. O mesmo leva a imagem detalhada de frente e costas de um homem que foi crucificado da mesma forma que Jesus de Nazaré tal como descrevem as Escrituras. Esta é a imagem mais antiga de Jesus que se tem notícia, porém somente em 1898 se pôde contemplar pela primeira vez sua imagem em negativo no revés de uma placa fotográfica. Embora a Bíblia não dê uma descrição detalhada do aspecto físico de Jesus, desde os primeiros séculos foram feitas imagens de Cristo. Estas são seis das mais antigas que se conservam de Jesus.

1. Grafite de Alexamenos (Séculos I ao III)
Domínio Público

Esta é a representação de Jesus (embora, em tom de burla) mais antiga que existe? É uma pergunta que ainda paira sobre o grafite de Alexámenos. A imagem está esculpida em gesso em uma parede em Roma que data entre os séculos I e III. Representa um homem diante de uma pessoa com cabeça de burro que está sendo crucificado, com a inscrição: “Alexámenos adora a Deus”. Acredita-se que com este grafite caçoavam da fé de um cristão de nome Alexámenos.

O grafite foi encontrado em um muro no monte Palatino, em Roma. É considerado como a primeira representação pictórica conhecida da crucificação de Jesus. Atualmente se conserva no Museu Antiquarium Forense e Antiquarium Palatino de Roma e para alguns se trata da blasfêmia mais antiga da história.

2. O Bom Pastor (Século III)
Wikipédia

A imagem “O Bom Pastor” encontra-se nas catacumbas de São Calixto em Roma e acredita-se que foi pintada ao redor do século III.

3. A adoração dos Magos (Século III)
Giovanni Dall’Orto / Wikimedia Commons

Esta é uma imagem de uma peça de um sarcófago encontrado nos museus Vaticanos. Mostra a cena dos magos adorando o menino Jesus e data do século III.

4. A cura do paralítico (Século III)
Domínio Público / Wikimedia Commons

Esta pintura está na parede do batistério de uma igreja antiga (abandonada por muito tempo) na Síria. Representa a história da cura do paralítico que se narra no capítulo 2 do Evangelho de São Marcos, e data de meados do século III.

5. Cristo entre Pedro e Paulo (Século IV)
Domínio Público / Wikimedia CommonsDomínio Público / Wikimedia Commons

Esta imagem aparece no cemitério de uma vila imperial que pertencia a Constantino e data do século IV.

6. Pantokrator (Século VI)
Domínio Público / Wikimedia Commons

Este é o ícone mais antigo de Jesus e se encontra no Monastério de Santa Catarina no Monte Sinai.

Fonte: Church Pop

sábado, 25 de março de 2017

8 das mais antigas imagens da Virgem Maria


via historyofinformation.com / Domínio Público, Wikimedia Commons / Domínio 

1- A Virgem Maria e o menino Jesus nas catacumbas – Século IIvia historyofinformation.com

Está localizada na Catacumba de Priscila em Roma, Maria parece estar amamentando o Menino Jesus no colo. Ela é datada de cerca do ano 150.

2- Nossa Senhora e o Menino Jesus com os Magos trazendo-lhe presentes – século IIIGiovanni DALL’ORTO / Wikimedia Commons

Este é um retrato de um sarcófago que está nos museus do Vaticano. Ele mostra a cena dos magos adorando o menino Jesus. Ele é datado do século III.

3- Protetora dos povos romanos – século V
Public Domain / Wikimedia Commons

A imagem mais antiga e importante de Nossa Senhora em Roma, reza a lenda que era um dos muitos ícones pintados por São Lucas, embora historiadores datam sua composição original para o século V.

4) Virgem Maria e o Menino Jesus entronizado entre os Anjos e Santos – século VI
Public Domain / Wikimedia Commons

Esta imagem pode ser encontrada no Mosteiro de Santa Catarina, perto do Monte Sinai e é datada do século VI. Em torno de Maria e Jesus estão São Teodoro de Amásia, São Jorge, e dois anjos. Observe também a mão na parte superior da imagem (Deus Pai?).

5) Um ícone da natividade – século VII
via pravmir.com

Este é um outro ícone que se encontra no mosteiro Monte Sinai, e é datada do século VII.

6) Agiosoritissa (Mãe de Deus) – século VIIvia communio.stblogs.org

Originalmente de Constantinopla, este ícone do século VII está mantido na Igreja de Santa Maria do Rosário no Monte Mario, em Roma.

7) Capa da cópia dos Evangelhos – Entre os séculos VIII e IX
Domínio Público

Esta é a tampa de marfim de uma cópia dos Evangelhos criado na Alemanha no final do oitavo e início do século nono.

8) ícone da Virgem Maria e do Menino Jesus – Século IX

Domínio Público

Este ícone está guardado no Museu de Arte da Geórgia (país), e é datada do século IX.

Fonte: Church Pop

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

VII ENCONTRO INTERNACIONAL "A IMAGEM MEDIEVAL: HISTÓRIA E TEORIA"

Estão abertas as inscrições para comunicações de pós-graduandos no VII Encontro Internacional "A imagem medieval: história e teoria", organizado pelo LATHIMM, que ocorrerá de 30/11 a 2/12 no Departamento de História da USP.

Para se inscrever, basta enviar mail com resumo e filiação institucional para lathimm.usp@gmail.com até 30/9.




Fonte: LATHIMM

sábado, 20 de agosto de 2016

Dois milênios após a morte de São Paulo restauradores descobriram sua mais antiga imagem



Arqueólogos no momento que desvendaram a pintura.

Texto de Luis Dufaur

Em 19 de junho de 2009 foi descoberta a mais antiga representação conhecida de São Paulo. Ela se remonta ao fim do século IV.

Segundo informou a agência Zenit, foi localizada enquanto se praticavam escavações na catacumba de Santa Tecla, na via Ostiense, não longe da basílica do Apóstolo, fora das antigas muralhas de Roma.

Os arqueólogos limpavam com raios laser uma abóbada quando descobriram um exuberante afresco.

No centro estava representado o Bom Pastor. Em volta, tinha quatro círculos com as esfinges de São Pedro, São Paulo, e mais dos apóstolos.

Os arqueólogos Fabrizio Bisconti e Barbara Mazzei forneceram todos os detalhes da descoberta. Bisconti, que é secretario da Pontifícia Comissão de Arqueologia Sacra e presidente da Academia Pontifícia do Culto dos Mártires, ponderou que “pode ser considerado o ícone mais antigo do Apóstolo encontrado até agora”.



A imagem mais antiga de São Paulo descoberta em Roma.

O achado, entretanto, suscitou mal-estar entre aqueles ‒ inclusive “católicos de esquerda” ‒ que gostam dizer que a tradição da Igreja Católica baseia-se em mitos inverificáveis.

Na pintura, São Paulo aparece com um ar pensativo, olhar penetrante, a frente alta e barba em ponta.

Aquela face, uma vez indo a Damasco para perseguir os cristãos, viu subitamente Nosso Senhor que lhe apareceu envolvido numa nuvem de luz e o derrubou do cavalo.

‒ “Saulo! Saulo! Por quê me persegues?” (Atos, 9, 4-ss)

Ele então perguntou:

‒ “Quem és, Senhor?”

‒ “Eu sou Jesus a quem tu persegues! Duro te é recalcitrar contra o aguilhão.”



“Quem és, Senhor? O que queres que eu faça?”
São Paulo tremeu. O sopro da graça há tempo vinha chamando o Paulo para se converter, e ele recalcitrava. E Nosso Senhor lhe disse:

‒ “Levanta-te, entra na cidade. E aí te será dito o que deves fazer”. (Atos, 9, 4-ss)

O murro tinha valido. Paulo estava embasbacado e com medo. Levou um tranco que sacudiu sua alma.

Mas, respondeu com o radicalismo dele. Não perdeu tempo. Viu que estava errado, pôs-se logo ao serviço de Deus.

Saulo levantou-se cego! Foi tateando, passo ante passo, pé ante pé, sem saber se ficaria cego a vida inteira.

Ele, o grande Paulo, fariseu, excelente e ilustre, entrou como uma criança cega, conduzido por outro na cidade de Damasco.



Ananias pondo as mãos sobre Paulo lhe devolve a vista.
A cena foi de uma violência peculiar. Pois, Paulo era, ele próprio, muito violento.

Prova disso é que quando Deus, em sonhos, aconselhou Ananias acolhê-lo.

Ananias respondeu, segundo os Atos dos Apóstolos (Atos, 9, 13-ss):

‒ “Senhor, muitos já me falaram deste homem, quantos males fez aos teus fiéis em Jerusalém. E aqui ele tem poder dos príncipes dos sacerdotes para prender a todos aqueles que invocam o teu nome.”

Mas Deus lhe respondeu:

‒ “Vai, porque este homem é para mim um instrumento escolhido, que levará o meu nome diante das nações, dos reis e dos filhos de Israel”.

Ananias então entrou na casa e pondo as mãos sobre ele, disse:

‒ “Saulo, meu irmão, o Senhor, esse Jesus que te apareceu no caminho, enviou-me para que recobres a vista e fiques cheio do Espírito Santo.”



São Paulo, uma vez convertido, confundia os judeus
demonstrando que Jesus é o Cristo anunciado pelos profetas
E acrescentam os Atos dos Apóstolos:

“No mesmo instante caíram dos olhos de Saulo umas como escamas, e recuperou a vista. Levantou-se e foi batizado.

“Depois tomou alimento e sentiu-se fortalecido. Demorou-se por alguns dias com os discípulos que se achavam em Damasco.

“Imediatamente começou a proclamar pelas sinagogas que Jesus é o Filho de Deus.

“Todos os seus ouvintes pasmavam e diziam: Este não é aquele que perseguia em Jerusalém os que invocam o nome de Jesus? Não veio cá só para levá-los presos aos sumos sacerdotes?

“Saulo, porém, sentia crescer o seu poder e confundia os judeus de Damasco, demonstrando que Jesus é o Cristo.” (Atos, 9, 18-ss)

Quem sabe se esta descoberta não traz uma mensagem para nós, para o mundo.

Não precisaríamos de uma “queda” como a de São Paulo, uma chacoalhada providencial, para o mundo, nós mesmos, endereçar nossos caminhos e nos engajar pela causa da Igreja?

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Curso de Extensão: Arte e Cultura Medieval







O Museu de Arte Sacra promove um Curso de Extensão sobre o tema "Arte e Cultura Medieval", com os professores Dr. José Luís Landeira e Dr. Marcos Horácio Gomes Dias.

OBJETIVOS GERAIS
Apresentar um panorama da arte e da cultura na Idade Média da Europa Ocidental, discutindo a produção, a circulação e a apropriação de representações que qualificam a arte daquele período como feudal, cristã e teocêntrica.

Abordar temas relacionados à invasão árabe e à consequente formação dos reinos cristãos da Península Ibérica e do processo de reconquista do território peninsular.

Compreender o papel da arte como meio de transmissão de cultura e apresentar como artistas, escritores e artesãos se apropriam dos valores de uma época ao compor suas obras.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Apresentar a cultura, os textos literários e artísticos e a simbologia como material reflexivo e constitutivo de identidades psicossociais;

Analisar, criticar e contextualizar as obras de arte e de literatura;

Apresentar a arte como um campo interdisciplinar do conhecimento: Estética, Literatura, História, Filosofia, Sociologia, Antropologia, Psicologia, etc.;

Selecionar e analisar temas específicos para trabalhos de pesquisa e estimular a produção de projetos em que a utilização da arte e da cultura esteja presente.


PROGRAMA

22 de agosto - AULA 1:


A transição da Antiguidade para a Idade Média: Cristianismo e Paganismo. (Prof. Dr. Marcos Horácio)

O nascimento do cristianismo. A expansão do cristianismo no Império Romano. A queda e o declínio do Império Romano. As invasões Bárbaras. A formação dos reinos romano-germânicos. Conceitos de Idade Média.

29 de agosto - AULA 2:


O conceito de Idade Média e de Arte e Cultura Medieval - (Prof. Dr. José Luis Landeira)

Conceito e função da Arte da perspectiva medieval. O caráter espiritual da Idade Média. Concepção metafísica de mundo. O teocentrismo medieval. A arte como propaganda política. A importância do jogo e da celebração no pensamento medieval. O culto ibérico a Maria. A estilização. A renúncia ao particular e à profundidade. Três realidades culturais: a elite, a plebe e a cultura intermédia. A música e a lírica medieval: As cantigas de Santa Maria. Os cancioneiros da Ajuda, da Vaticana e da Biblioteca Nacional.

05 de setembro - AULA 3:

O Império Carolíngio e a formação da cristandade latina. (Prof. Dr. Marcos Horácio)

A dinastia franca Carolíngia. Carlos Magno e a definição da Europa Ocidental e da Idade Média na Europa. Reformas, a ortodoxia religiosa e cultural, a proteção das artes e das letras. “Renascença carolíngia”: renascimento das artes, religião e da cultura por meio da Igreja Católica.

12 de setembro - AULA 4:

O Sagrado Medieval – (Prof. Dr. José Luis Landeira)

Conceitos de Sagrado Imanente e Transcendente. O mundo medieval: as relações entre o sagrado e o profano. A visão religiosa contratual do pensamento medievo. O lugar dos mosteiros na difusão da arte e da cultura medievais. A música e a lírica medieval: As cantigas de Santa Maria e a presença do Mistério e do Transcendente nas cantigas profanas.

19 de setembro - AULA 5:


O Ocidente Medieval: a arquitetura como espaço simbólico - Arte paleocristã, estilos bizantino e românico (Prof. Dr. Marcos Horácio)

A arte como manifestação do sagrado e como expressão religiosa; microcosmo e macrocosmo; arte paleo-cristã e estilos bizantino e românico . Mundo ocidental versus mundo oriental. A arte românica e suas influências no medievo. O embate na arte entre o paganismo e o cristianismo romanizado.

26 de setembro - AULA 6:

O mundo árabe da Península Ibérica e a religiosidade islâmica. (Prof. Dr. José Luis Landeira)

A formação latina da Península Ibérica e os substratos pré-romanos. A chegada dos Suevos e dos Visigodos. A invasão árabe. Os moçárabes. A formação dos reinos cristãos peninsulares. A reconquista pelos reinos católicos. A invasão árabe e a reconquista nas artes e literatura peninsulares medievais (parte I).

03 de outubro - AULA 7:


O Ocidente Medieval: a arquitetura como espaço simbólico - Arte gótica (Prof. Dr. Marcos Horácio)

A arte como manifestação do sagrado e como expressão religiosa; microcosmo e macrocosmo. Teocentrismo medieval versus antropocentrismo clássico. A emergência da concepção gótica nas artes arquitetônicas, imagéticas e literárias. As grandes catedrais.

10 de outubro - AULA 8:

A Arte Medieval peninsular: entre o cristão e o muçulmano (Prof. Dr. José Luis Landeira)

As invasões árabes e a arte islâmica na Península Ibérica Medieval. O pré-românico ibérico. A arte moçárabe. A arte mudéjar. A invasão árabe e a reconquista nas artes e literatura peninsulares medievais (parte II). A cultura medieval e a interpretação do Romantismo do século XIX.

17 de outubro - AULA 9:

Iconografia Cristã Medieval (Prof. Dr. Marcos Horácio)

Definições dos conceitos de iconografia e iconologia e outros termos relacionados às técnicas de análise da iconografia cristã. Análise e identificação de elementos iconográficos e símbolos religiosos da Idade Média. Personagens do Antigo e do Novo Testamento. A vida dos santos e as hagiografias. A cor e seus valores simbólicos; a simbologia animal e vegetal.

24 de outubro - AULA 10:

Santiago de Compostela: o mito, a história e a cultura (Prof. Dr. José Luis Landeira)

O valor místico da peregrinação .As lendas de Santiago Maior Apóstolo. A Galiza no contexto medieval. A arte medieval galaico-portuguesa. Os caminhos de Santiago. O valor político cultura de Santiago de Compostela. O cancioneiro Calixtino. Santiago de Compostela na lírica ibérica medieval.

31 de outubro - AULA 11:

A sociedade feudal (Prof. Dr. Marcos Horácio)

A sociedade feudal. A Igreja e a Inquisição. O movimento das cruzadas. O crescimento urbano - comercial. As universidades. A crise do século XIV e as monarquias feudais. A Peste Negra, as guerras e as fomes.

07 de novembro - AULA 12:


O sagrado, o feminino e o masculino medievais na Península Ibérica (Prof. Dr. José Luis Landeira)

A representação do feminino e do masculino na literatura e nas artes medievais ibéricas. Os ideais neoplatônicos no pensamento cultural medieval. A dona das donas e a fror das frores: a devoção mariana e o ideal feminino. O amor servil provençal na península ibéria. O amor como expressão do desejo e do sagrado.

A QUEM SE DESTINA

O conteúdo oferece embasamento para estudiosos de Arte, historiadores, profissionais ligados à literatura e comunicação social, religiosos, pesquisadores, professores que pretendam desenvolver o tema em sala de aula, profissionais de todas as áreas, estudantes universitários e interessados em geral.

PROFESSORES

Prof. Dr. José Luís Landeira é professor do Museu de Arte Sacra de São Paulo, formado em Línguas e Literaturas Neolatinas pela Universidade de Coimbra, mestre em Filologia e Língua Portuguesa (USP) e doutor em Linguagem e Educação (USP). Tem experiência nas áreas de Linguagem, Processos de Interpretação e Educação. Atua principalmente nas seguintes áreas: Arte e Cultura Medievais, Literatura Sacra, Interssemioticidade artística: relações entre artes plásticas, arquitetura e literatura, Linguagens Artísticas e Transcendência, Estratégias de Leitura e Processos de Construção do Sentido dos textos artísticos e literários, Estilística e Expressividade.

Prof. Dr. Marcos Horácio Gomes Dias é doutorado em História Social pela PUC-SP; Mestre em História Social pela USP; pós-graduado em Arte e Cultura Barroca pelo Instituto de Filosofia, Arte e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e Bacharel em Ciências Sociais pela USP. Tem experiência na área de História e Sociologia, com ênfase em História, atuando principalmente nos seguintes temas: História da Arte; História do Barroco e do Rococó; Arte e Cultura em Minas Gerais; Neoclássico, Império e século XIX no Brasil; Teoria da Cultura; Patrimônio Histórico; História da Produção da Imagem; Teoria da Comunicação e Realidade Sócio-Econômica e Política Brasileira.

Período: 22 de agosto a 07 de novembro (segundas-feiras)
12 dias de aulas (03 meses)
Horário: 14h30 às 17h30 (intervalo para o café)
Carga horária: 36 horas
Valor: R$550 à vista ou R$600 (03vezes)
Inscrições: mfatima@museuartesacra.org.br
Informações: (11) 5627.5393
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz. Metrô Tiradentes.
Estacionamento no local: Rua Jorge Miranda, 43

No final do curso o aluno receberá o certificado.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Curso de Iluminación de Manuscrito y Caligrafía

Cursos com José Manuel Bajo Fernandez

Datas e cidades

BELO HORIZONTE
Agosto
22/23/24 Estuco Mármol 
26/27/28 Iluminacion


RIO DE JANEIRO
Agosto e Setembro
30/31/01 Estuco Mármol
02/03/04 Iluminación

SÃO PAULO
Setembro
09/10/ 11 Estuco Mármol
12/13/14 Iluminación

CURITIBA
Setembro
19/20/21 estuco marmol
23/24/25 Iluminación
Curso de Iluminación de Manuscrito y Caligrafía
*tecnicas y procedimientos, para elaborar tus propios manuscritos.
*imitatacion de estilos antiguos.
* Caligrafias mas utilizadas historicamente: uncial, carolina, gótica, rotunda....
* tecnica de dorado plano y relieve.
*Elaborar policromias al temple de gran finuras y viveza cromática.
*entender que son y como se comportan cada uno de los materiales utilizados.






INVERSIONES: Cada curso: *Reales Mil (R$ 1.000.00) Caso esteja interessado nos dois Cursos (estuco e iluminacion) *Reales Mil e Quinientos (R$ 1.500.00) que pode ser parcelados.


Para confirmar, será necessario abonar o 50% do valor. Estamos a vuestra disposicion para qualquer duvida!

INFORMAÇOES, 32- 88732871.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Como o diabo ficou vermelho e ganhou chifres?

Pixabay

Image copyrightPIXABAY
Image captionDiabo, Satanás, Lúcifer e, às vezes, Leviatã ou Mefistófeles: varios nomes, várias faces, vários papéis
Se alguém te pedisse para imaginar o diabo, provavelmente viria à mente um demônio com um tridente nas mãos. No entanto, por centenas de anos, o diabo cristão não foi retratado pela arte religiosa e, quando finalmente surgiu, era azul e não tinha chifres ou cascos.
A imagem mais familiar para nós surgiu pelas mãos de gerações de artistas e escritores que pegaram o pouco que é dito pela Bíblia sobre Satanás e o reinventaram ao longo do tempo.
A Bíblia diz que Satanás era o maior adversário de Deus. Na Bíblia judaica, o diabo é apenas outro agente subordinado a Deus, um anjo do mal, uma alegoria que simbolizava a inclinação maligna dos homens e mulheres. Esse personagem foi desenvolvido pelos cristãos até transformá-lo em uma representação da maldade suprema.
Tries Riches Heures Du Duc De Berry Por Limbourg BrothersImage copyrightTRES RICHES HEURES DU DUC DE BERRY POR LIMBOURG BROTHERS
Image captionNa obra dos irmãos Linbourg (1385–1416), Lúcifer tortura e é torturado
A doutrina cristã diz que Satanás assumiu a forma de uma serpente e tentou Eva no Jardim do Éden, mas não há nenhuma menção ao diabo no livro Genesis. Foi só mais tarde que os cristãos interpretaram a serpente como uma encarnação de Satanás.
Também acredita-se que Satanás foi expulso do céu após desafiar a autoridade de Deus. Porém, na Bíblia, um personagem misterioso é expulso após rebelar-se contra Deus. A caracterização de Satanás como um anjo caído deriva dessa tradição.
A imagem de um Satanás que governa o inferno e inflige tortura e castigo aos pecadores também não encontra correspondência no texto sagrado. O livro das Revelações profetiza que Satanás será enviado ao inferno, mas sem qualquer estatus especial e sofrendo as mesmas torturas que os demais pecadores.

As faces do diabo

SPLImage copyrightSCIENCE PHOTO LIBRARY
Image captionUm anjo a ponto de abrir as portas do inferno nesta imagem feita entre 1121 e 1161
Nos primeiros séculos do Cristianismo, não havia muita necessidade de representar o mal na arte religiosa. Os cristãos acreditavam que os deuses pagãos rivais, como o egípcio Bes e o grego Pan, eram demônios responsáveis por guerras, doenças e desastres naturais.
Cem anos depois, quando o diabo apareceu na arte ocidental, algumas representações incorporaram os atributos físicos destes deuses, como o pêlo facial de Bes e as patas de cabra de Pan.

Anos 1260 ~ O diabo medieval

SPLImage copyrightSCIENCE PHOTO LIBRARY
Image captionCom barba, cascos, chifres e rabo, o diabo aparece assustado em um jardim da erva que supostamente repele demônios
Na idade média, surgiu o retrato de Satanás mais reconhecível. Foi uma época de muito sofrimento, que ficou ainda pior com o surto de peste negra, a epidemia mais devastadora da história humana, com milhões de mortos na Europa.
Como a Igreja não podia proteger os fiéis da doença, as representações de Satanás centraram-se nos horrores do inferno, refletindo o ânimo do momento e lembrando por que não se devia pecar.
SPLImage copyrightSCIENCE PHOTO LIBRARY
Image captionNa Bíblia de Alba, traduzida do hebraico para o castelhano medieval em 1430, o arcanjo Miguel luta contra Satanás

Anos 1530 ~ Propaganda endiabrada

Há uma longa tradição de associar o diabo aos inimigos do Cristianismo dentro e fora da Igreja.
Quando ela se dividiu durante a Reforma, católicos e protestantes se acusaram mutuamente de estarem sob a influência do diabo com propagandas jocosas e grotescas sobre esta corrupção.
GettyImage copyrightGETTY
Image captionO diabo faz parte de uma linguagem de caricaturas

Anos 1500-1600 ~ Feitiços e sedução

No início do período moderno, pessoas eram acusadas de fazer pactos com o diabo e praticar bruxaria. Satanás era frequentemente representado como um sedutor e se achava que as mulheres eram especialmente vulneráveis a seus encantos.
Imagens mostravam mulheres em atos sexuais com o diabo, por elas serem consideradas o sexo frágil e mais propensas a caírem em pecado por serem incapazes de dominar seus desejos carnais.
Se Satanás conseguia corromper o corpo feminino, era uma ameaça à segurança familiar, à santidade e até mesmo à fertilidade da comunidade.
SPLImage copyrightSCIENCE PHOTO LIBRARY
Image captionDetalhe da la obra 'Ações dos diabos", publicada na Espanha no final do século 14

Anos 1600-1800 ~ Um diabo iluminado

Os escritores e pensadores iluministas reinterpretaram a história do diabo para que se ajustasse às preocupações políticas da época. John Milton descreveu um Lúcifer psicologicamente complexo no poema Paraíso Perdido, que conta a queda em desgraça de Satanás.
Enquanto os textos religiosos anteriores haviam examinado a motivação de Satanás para condená-lo, o Lúcifer de Milton é um personagem atraente e solidário que encarna os sentimentos de rebeldia do republicanismo do século 17.
Para alguns artistas românticos e iluministas, Satanás era um nobre rebelde que travava uma batalha contra a autoridade tirânica de Deus.
Image caption"Lúcifer", de Franz von Stuck (1863-1928), dá a sensacão do diabo estar mais próximo de nós

Anos 1900-2000 ~ Animal político

Quando a ciência conseguiu explicar a morte, as doenças e os desastres naturais, a figura do diabo ficou ameaçada. Havia lugar no mundo laico para Satanás?
Foi quando um diabo urbano e sofisticado entrou em cena. Seguindo uma tradição de identificá-lo com inimigos políticos e religiosos, o diabo foi usado para ilustrar a oposição política por meio de caricaturas e sátiras.
Além disso, Satanás encontrou seu lugar no mundo comercial, tornando-se sinônimo de excessos pecaminosos, aparecendo em propagandas para vender desde chocolate e champagne até carros de luxo.
Fonte: BBC
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...