quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Primeira medalha do pontificado do Papa Francisco



Papa Francisco. Foto: Grupo ACI
 
VATICANO, (ACI/EWTN Noticias).

Nesta terça-feira, 8 de outubro, começa a ser vendida a medalha oficial do primeiro ano de pontificado do Papa Francisco, cunhada pelo Instituto Poligráfico e a Casa da Moeda do Estado Italiano. A medalha, obra da artista Mariangela Crisciotti, será reproduzida em ouro, prata e bronze e terá um diâmetro de 44 milímetros.
Na frente, aparece o Pontífice e à direita, o sobrenome do autor. Tudo isso rodeado pela frase "FRANCISCUS PONT. MAX. AN. I". No verso da medalha, está escrita a frase que marcou profundamente o jovem Jorge Mario Bergoglio quando com 17 anos sentiu o chamado de Deus: "VIDIT ERGO JESUS PUBLICANUM ET QUIA MISERANDO ATQUE ELIGENDO VIDIT, AIT ILLI SEQUERE ME".
Rodeando a borda está escrita a frase: "E CIVITATE VATICANA" e o número da medalha.
Cada exemplar irá acompanhado por um certificado de garantia e selado pela Secretaria de Estado e pela Casa da Moeda.
Serão cunhados 400 trípticos, 200 exemplares em ouro, 3000 em prata e 3000 em bronze, todos eles numerados.
As medalhas ficarão à venda na Administração do Patrimônio da Santa Sé Apostólica no Estado da Cidade do Vaticano e na Livraria Editorial Vaticana na Praça São Pedro, Praça Pio XII, 4 e via di Propaganda, 4.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Última oportunidade para conferir a exposição Herança do Sagrado

Falta pouco para o encerramento da Exposição:  A herança do sagrado: obras-primas do Vaticano e de museus italianos


Não Perca tempo, corra para o Museu Nacional de Belas Artes - MNBA!

Redação SRZD

Foto: Divulgação
Esta é a última semana para o público conferir a exposição Herança do Sagrado: obras-primas do Vaticano e de museus italianos. Até domingo, 13 de outubro, a mostra de arte sacra exibe, com entrada gratuita, mais de 100 obras-primas entre pinturas, esculturas e objetos de artistas como Ticiano, Caravaggio e Bernini, representando parte do imenso acervo dos Musei Vaticani e das principais instituições italianas.
Dividida em quatro módulos - episódios da vida de Cristo, os apóstolos, a Virgem Maria e os santos - a mostra tem curadoria de Giovanni Morello. Entre as raridades da exposição, está a primeira representação conhecida de Jesus Cristo, de autor desconhecido, datada entre os séculos III e V e inspiração para as gerações seguintes.
A exposição está em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes: Av. Rio Branco, 199 - Cinelândia, Rio de Janeiro - RJ. Terça a domingo, das 9h às 21h. Classificação livre.

A Catedral de Esmirna na Turquia foi reaberta ao culto



Dom Mariano Crociata. Foto: Conferência Episcopal Italiana
 
ROMA, (ACI/EWTN Noticias).

O Secretário da Conferência Episcopal Italiana (CEI), Dom Mariano Crociata, presidiu a Missa para a reabertura do culto, depois de um período de restauração, da catedral de São João de Esmirna (hoje cidade de Ízmir, Turquia).
"Trata-se –escreve L’Osservatore Romano– da igreja mais importante ainda oficial da Turquia asiática e o lugar de culto católico mais importante, enquanto sede do metropolita de rito latino. Sobretudo, a sua reabertura destaca a singular história vivida pela comunidade eclesial de Esmirna".
Na homilia, Dom Crociata lembrou que as raízes da comunidade cristã local "são da idade dos apóstolos e dos padres da Igreja".
Para oferecer o testemunho do "apoio" e da "proximidade" da Igreja italiana ao Arcebispo de Ízmir, Dom Ruggiero Franceschini, e à "pequena comunidade cristã, mártir e em diáspora, que vive na Turquia", os trabalhos de restauração foram inteiramente financiados pela CEI e por alguns benfeitores italianos, que participaram da celebração.
Com o seu estilo neoclássico, a sua construção, 1862 e 1874, contou inclusive com a contribuição do sultão otomano Abdul Aziz. A Igreja de São João foi confiscada pelo governo turco em 1921 e cedida aos militares norte-americanos que a utilizaram por 50 anos. Agora, graças ao impulso do Arcebispo Franceschini, volta a ser patrimônio da comunidade cristã e da cidade de Esmirna e estará acessível a todos.
"A reabertura da catedral –disse o Secretário Geral da CEI– nos leva a redescobrir o significado deste monumento para a fé da Igreja".

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Obra do pintor José Joaquim da Rocha no patrimônio de Salvador é destaque de palestra

José Joaquim da Rocha
A obra do pintor José Joaquim da Rocha no cenário baiano, seu percurso biográfico, artístico e produtivo, são destaques de palestra que será pronunciada pela professora Mônica Farias Menezes Vicente (Mestra pelo PPGAV-EBA-Ufba), dia 10 de outubro, às 17h, na sede do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. A importância do artista, que completa 206 anos de falecimento, dia 12 de outubro, se insere na busca por manter a memória viva da história do patrimônio artístico de Salvador.
Considerado o pintor mais consagrado dos setecentos, José Joaquim da Rocha representa um nome que superou a condição de artista de atelier e têm sua marca incrustada nos tetos de edificações religiosas à beira da extinção, assim como em acervos públicos e particulares, em painéis cenográficos e narrativos. No decorrer da sua trajetória, produziu trabalhos em suportes diversos e pitorescos, de grande significado iconográfico e religioso, resultantes de objetivos catequéticos, de consagração litúrgica e de aprendizagem através do olhar. Foi da sua Escola de Oficina Artística que nomes consagrados avançaram temporalmente fundando a atual Escola de Belas Artes.
A inscrição para participar da palestra é gratuita, e deve ser feita diretamente pelo email: ighbahia@gmail.com – mais informações no tel. 71 3329 44 63 e site www.ighb.org.br

Serviço:
José Joaquim da Rocha: arte, escola e produção na Bahia Colonial
Dia 10 de outubro, às 17h
Sede do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia
Avenida Joana Angélica, 43 – Piedade
71 3329 4463
Inscrição: ighbahia@gmail.com

A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional



Museu Histórico Nacional inaugura duas exposições nesta terça-feira (9)

Nesta terça-feira (9), às 12h30, o Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a estrutura do Ibram/MinC, abre ao público duas exposições: A Arte Entre Quatro Olhares e A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional. 

Em A Arte Entre Quatro Olhares, a busca constante por respostas aos desafios da modernidade é colocada a partir das particularidades do olhar feminino, retratadas em cada peça exposta a partir do talento das artistas Alice Pittaluga, DAJA, Mabel e Teresa Oliveira. A arte é enfocada por essas quatro visões, todas elas com interpretações que misturam linhas, curvas, formas, cores, luzes e sombras, gerando um conjunto harmônico que eterniza o movimento em singulares esculturas e pinturas.

 Já a mostra A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional reúne 390 peças da vasta coleção de arte sacra do MHN, entre as quais estão pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios  e objetos da Capela Imperial.

Coleção de marfins religiosos

Abrem a exposição três esculturas em marfim – duas imagens de São Francisco de Assis (1182-1226) e uma de São Francisco Xavier (1506-1552), em uma homenagem ao Papa Francisco. Essas três esculturas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade das mesmas, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata.

 A coleção de marfins religiosos hoje pertencente ao acervo do Museu Histórico Nacional  foi formada entre os anos de 1919 e 1930 por José Luiz de Souza Lima, que a penhorou à Caixa Econômica em 1933 sem nunca tê-la resgatado.

Em 1940, em decisão histórica, o Presidente Getúlio Vargas abriu crédito especial e autorizou o pagamento à Caixa Econômica Federal, resgatou a coleção e a doou ao Museu Histórico Nacional.

Visitação

O MHN fica na Praça Marechal Âncora s/nº (próximo à Praça XV), no Rio de Janeiro. A visitação às duas exposições está aberta de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

Mais informações podem ser conseguidas na página do Museu, pelo telefone (21) 2550.9220 ou pelo e-mail mhn.comunicacao@museus.gov.br.

Texto: Divulgação Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC)
Fonte: IBRAM

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Conscientização sobre a importância do reconhecimento da profissão de conservador-restaurador de bens culturais

Museu e Capela Anchieta. Foto: mrizzo.com.br
Museu e Capela Anchieta. Foto: mrizzo.com.br

Os profissionais da área vêm lutando em nosso país há duas décadas para reconhecimento da profissão. A primeira comissão foi feita em 1993 em São Paulo, no 1º Encontro de Conservação e Restauro realizado na Pinacoteca do Estado, com participantes de todo o Brasil. Após anos de reuniões e trabalho interno entre os membros das associações regionais e brasileira o projeto para reconhecimento da profissão passou a tramitar no Senado e no Congresso em 2007. O Plenário do Senado aprovou a regulamentação da profissão de conservador-restaurador de bens culturais móveis e integrados (PLS 370/2007) no ultimo dia 27 de Agosto. O projeto seguiu então para sanção presidencial. Entretanto, foi vetado pela presidência da Republica sob a seguinte alegação: “O projeto de lei viola o disposto no art. 5º, inciso XIII da Constituição, que assegura o livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, cabendo a imposição de restrições apenas quando houver risco de dano à sociedade, o que não ocorre no exercício das atividades de conservador-restaurador”.

O conceito de Patrimônio Cultural atualmente engloba não somente valores históricos e artísticos, mas também valores documentais, científicos e religiosos, dentre outros; materiais e imateriais. A preservação dos bens culturais é de extrema importância, pois através deles nós podemos conhecer o passado, compreender o presente e até inferir sobre o futuro; eles estão, portanto, relacionados com a memória, identidade, direitos e cidadania do povo brasileiro. A conservação-restauração de bens-culturais é uma atividade complexa, multi e inter disciplinar. O conservador-restaurador tem que ter conhecimentos nas áreas de ciências humanas, exatas e biológicas. Ele tem que ter conhecimentos de química, física, biologia, história, história da arte, estética, etc., além das técnicas laboratoriais especificas de intervenção.
Infelizmente devido à falta de reconhecimento da profissão temos presenciado danos irreversíveis no Patrimônio Nacional ocasionados por intervenções inadequadas realizadas por leigos. O que, claramente, conforme explicado no paragrafo anterior, representa dano à sociedade.

Os primeiros cursos de graduação em conservação e restauração de bens culturais no Brasil surgiram há pouco tempo e já foram reconhecidos pelo MEC. Eles garantem a formação de profissionais qualificados. Por outro lado a regulamentação da profissão é necessária para que atividade fique restrita aos profissionais que receberam a formação e o treinamento adequados.

Depoimento de Marcia Rizzo é Coordenadora Curso Restauro PUC SP e Diretora MRIZZO Restaurações Ltda.

Fonte: Marcia Rizzo – YouTube
Defender

domingo, 6 de outubro de 2013

Exposição: São Francisco de Assis – O Homem Atemporal

Gênero: Escultura

Classificação indicativa: Livre

Descrição: O Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba recebe a exposição "São Francisco de Assis – O Homem Atemporal", que reúne 46 esculturas feitas em argila pela artista plástica Nilva Rossi. As obras transcendem o religioso e sugerem questionamentos sobre situações sociais e antropológicas que desafiam o ser humano há séculos

Telefone: (41) 3321-3265

Site oficial: Não tem

E-mail: memoriais@fcc.curitiba.pr.gov.br

Onde: Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba

Quando: 
08/08/2013 a 03/11/2013
Terça a sexta: 9h às 12h e das 13h às 18h
Sábado e domingo: 9h às 14h

Preço: 
Entrada gratuita

Localização

Endereço: Largo Coronel Enéas (da Ordem), s/nº, São Francisco, Curitiba, CEP: 80020150 Como chegar: Fica anexo a Igreja de São Francisco das Chagas

Fonte: Guia - Gazeta do Povo
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