sábado, 4 de junho de 2016

Ciclo de Palestras: “Uma Mulher vestida de Sol: mantos de Nossa Senhora”


Ciclo de Palestras
“Uma Mulher vestida de Sol: mantos de Nossa Senhora”
18 e 25 de junho de 2016


Em junho, a Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência da Cidade de São Paulo (VOTSFPCSP) promoverá o ciclo de palestras, parte da programação da mostra “Uma Mulher vestida de Sol: mantos de Nossa Senhora”.
Os convidados da primeira série de palestras são a cantora lírica Joana Matera que apresentará o histórico de repertório sacro para Nossa Senhora. O restaurador conservador e curador João Paulo Rossi falará sobre a questão devocional e iconográfica da Imaculada Conceição. A curadora da mostra Rosângela Aparecida da Conceição comentará sobre os paramentos marianos na Coleção Histórico-Artística da Venerável Ordem Terceira e realizará a visita à mostra com os participantes do evento.


PROGRAMAÇÃO

18 de Junho, das 9h às 13h
9h – Recepção
9h30 às 11h – Repertório sacro para Nossa Senhora, Joana Matera
Intervalo
11h30 às 13h – A iconografia e devoção à Imaculada Conceição, João Paulo Rossi

25 de Junho, das 9h às 13h
9h – Recepção
9h30 às 11h – Paramentos marianos na Coleção Histórico-Artística da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência da Cidade de São Paulo, Rosângela Aparecida da Conceição.
Intervalo
11h30 às 13h – Visitação à mostra “Uma Mulher vestida de Sol: mantos de Nossa Senhora”

Sobre os palestrantes

JOANA MATERA. Graduada em Arte e Educação pela Faculdade São Judas, estudou piano com o maestro Paulo Nogueira Jr. Desde os seus doze anos participa de corais, entre eles o Coral do Estado de São Paulo. Estudou canto com professores renomados em São Paulo, participou de workshop no Museu Handel em Londres. Apresenta-se com grupos de câmara e pianistas, tendo parceria especial com Leonardo Fernandes. Seu foco atual está na música sacra e nas composições de brasileiros.

JOÃO PAULO ROSSI. Restaurador conservador e curador do acervo de arte da Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Assunção de São Paulo. Restaurador conservador do Mosteiro de São Bento de São Paulo, atualmente responsável pelo restauro da Basílica de Nossa Senhora da Assunção.

ROSÂNGELA APARECIDA DA CONCEIÇÃO. Mestre em Artes, professora e pesquisadora em arte realiza pesquisas em acervos eclesiásticos, com foco em paramentos e têxteis litúrgicos. Desde 2014, faz a curadoria e organização de mostras de paramentos da Coleção Histórico-Artística da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência da Cidade de São Paulo.

Taxa de inscrição do evento: R$ 50,00
Inscrição: votchagas@gmail.com

Local: Igreja das Chagas do Pai Seráphico São Francisco
Largo de São Francisco, 173 – Sé - 01005-010 São Paulo – SP - Brasil
Mapa: https://goo.gl/maps/uMLzigMmfiS2



Alguns Santeiros do Brasil

O Beneditino Frei Agostinho da Piedade (1580-1661) pode ser considerado o 1° Santeiro no Brasil, tendo modelado em barro imagens que constam do acervo do Museu de Arte Sacra, na cidade de Salvador-BA, no Mosteiro de São Bento também na capital baiana e no Museu de Arte Sacra de São Paulo-SP. Ao Frei Agostinho de Jesus (1610-1661), outro Beneditino, discípulo do Frei Agostinho da Piedade, é atribuída a autoria da imagem em terracota de Nossa Senhora da Conceição Aparecida que foi encontrada no rio Paraíba em 1717. Outros trabalhos do Frei encontram-se no acervo do Museu de Arte Sacra de Salvador e no Museu de Arte Sacra de São Paulo. 






Nossa Senhora da Conceição.
Peça em terracota confeccionada pelo
santeiro Netinho, ceramista de Tracunhaém-PE. 
Pintura barroca de Galba e Sérgio de
Nazaré da Mata-PE .


Profeta Eliseu.
Peça em terracota confeccionada pelo
santeiro Aldo Oliveira ceramista de Tracunhaém-PE.
Pintura barroca de Galba e Sérgio
de Nazaré da Mata-PE.

Santo Antonio.
Peça em terracota confeccionada pelo
santeiro Netinho ceramista de Tracunhaém-PE.
Pintura barroca Galba e Sérgio
de Nazaré da Mata-PE .


Nossa Senhora da Conceição.

Peça em terracota confeccionada pelo
santeiro Nilson Tavares ceramista
de Tracunhaém-PE.


Nossa Senhora da Conceição.

Peça em terracota confeccionada pelo
santeiro Netinho ceramista
de Tracunhaém-PE.



Santo Antônio.

Nossa Senhora do Carmo.
Peça em terracota confeccionada por
Wandecok ceramista pernambucano.


São Francisco de Assis


São José de Botas


Peça do santeiro Zézinho de Tracunhaém
sendo um dos ceramistas de maior destaque 
e dos mais antigos


Nossa Senhora do Carmo
Peça em terracota do santeiro Aldo Oliveira
ceramista de Tracunhaem-PE
Pintura barroca de Galba e Sérgio de
Nazaré da Mata-PE .


Detalhes


Detalhes


Nossa Senhora da Conceição
Peça em terracota do santeiro 
Aldo Oliveira ceramista de Tracunhaém-PE.


Santeiros do Brasil - Bahia
.
Pietá.
Peça em terracota do santeiro Rosalvo Santana
ceramista de (Maragogipinho) - Nazaré das Farinhas-BA.
Os olhos são de vidro. Aos seus pés 4 anjos querubins,
veste o manto com bordados trabalhados no próprio barro).

Nossa Senhora Desatadora de Nós


Sant' Ana Mestra
Peça em terracota do santeiro
João Santana ceramista de
Marogogipinho-Nazaré das Farinha - Bahia


Nossa Senhora Rainha dos Anjos
Pesquisa, texto e fotos: Renato Wandeck  /informações: arteemter@gmail.com
Fonte: Arte em Ter

sexta-feira, 3 de junho de 2016

La gran última obra del barroco sevillano lanza el último SOS

Campaña de micromecenazgo para la obra urgente que salve las obras de arte de la Capilla de San José


La Capilla de San Jose en una imagen de 2014. / Carlos Hernandez


La Asociación Pro Restauración de la Capilla de San Josélanzará una campaña para recaudar fondos a través delmicromecezango con el objetivo de realizar la obra urgente necesaria para salvar las obras de arte del templo, como laspinturas murales, que continúan cayéndose.

Según ha explicado a Europa Press el vicepresidente de la asociación, Juan Carlos Hernández, actualmente se ha recaudado a través de distintas acciones unos 15.000 euros de los 80.000 euros necesarios para acometer la obra de emergencia que permita consolidar las pinturas murales de esta «gran última obra del barroco» en Sevilla. No sólo es necesaria la restauración de estas pinturas murales, sino también de esculturas, retablos, zócalos, además del saneamiento de las paredes, afectadas por la humedad.

Esa sería una obra urgente ante la restauración integral que realmente necesita y que costaría alrededor de 1,4 millones de euros. Para ello, la asociación ya ha abordado el tema con la Junta de Andalucía y con entidades bancarias, «pero no quieren aportar nada», lamenta el también profesor titular de Historia del Arte de la Hispalense.

Cabe señalar que recientemente se ha actuado en sus cubiertas y fachadas, pero no así en su «impresionante» interior barroco, estando sus bienes muebles en un «frágil estado», según la asociación, que menciona las consecuencias de un incendio de 1931, las filtraciones de agua y humedades, las grietas causadas por los movimientos estructurales de la edificación, así como el propio envejecimiento de los materiales.

ANIVERSARIO POR LOS CAPUCHINOS

Paralelamente, desde la asociación se ha informado de que el 24 de mayo arrancan los actos por los 100 años de presencia de los capuchinos en la capilla, que arrancan con un concierto a cargo de Toby Orf, el primer trombón de ‘Boston Symphony Orchestra’, y del cuarteto de trombón ‘Puerto Rican Trombone Ensemble’.

Además, del 6 al 8 de junio se celebrará un ciclo de conferencias sobre la vida y la convivencia de los carpinteros con los capuchinos y la aportación de estos a la vida cultural de Sevilla. Las conferencias serán dictadas por los profesores de la Universidad de Sevilla Antonio Valiente y Jaime Galbarro, así como por la doctora Raquel Rodríguez, de la Universidad de Huelva.

Los actos culminan el 4 de octubre, día de San Francisco de Asís, con lasalida procesional de la imagen de San José, titular de la capilla y obra de Agustín de Perea en 1694. Se trata de la primera vez que dicha imagen será bajada del retablo mayor y recorrerá las calles aledañas, pasando por Sierpes, Plaza de San Francisco y Plaza Nueva, Tetuán, La Campana, Sierpes y Jovellanos, para su regreso a la Capilla.

Cabe recordar que, invitados por el Gremio de los Carpinteros, tras permanecer la capilla cerrada desde los años 60 del siglo XIX, le ofrecen el templo a los capuchinos, invitación que aceptan tras ser reparado el templo en 1915. Aunque en principio solo iban a atender el culto, a los pocos meses serán siete frailes los que residan de forma continuada allí. En 1964, al extinguirse la Hermandad de San José, heredera del Gremio de Carpinteros, la capilla a depender enteramente de esta orden mendicante, según la asociación.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Curso Livre: Santo Sudário de Turim: Entre O Sacro, a Arte e a Ciência

O Museu de Arte Sacra promove um Curso Livre com o Prof. Dr. Jack Brandão sobre o tema "Santo Sudário de Turim: Entre O Sacro, a Arte e a Ciência".



OBJETIVO:
O objetivo do curso é apresentar o Santo Sudário de Turim não apenas como um mero objeto de cunho religioso, uma “mera” relíquia, mas como um objeto que transcende o sacro e adentra tanto no campo artístico, quanto no científico. 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Apresentar o Sudário de Turim como objeto de cunho reflexivo e histórico, cuja influência ajudou a moldar a iconografia de Jesus Cristo, mas que extrapola o sacro, ao adentrar no artístico e científico; 
Contextualização e análise crítica de possíveis trajetórias da relíquia ao longo dos séculos;
A influência do Sudário na arte como modelo paradigmático da representação de Jesus Cristo;
Reflexões acerca da visão científica do Sudário, a partir a) da fotografia de Secondo Pio no século XIX; b) dos resultados do grupo estadunidense STURP, em 1978.
Análise de obras artísticas com e sem a influência da relíquia.

PROFESSOR:
Jack Brandão: Doutor pela Universidade de São Paulo (USP), pesquisador da arte medieval, renascentista e seiscentista, de modo especial de sua recepção pelo leitor hodierno; desenvolvendo o conceito de iconofotologia, com o qual mantém sua linha de pesquisa. Autor de livros acerca do tema, bem como de artigos referentes ao assunto em revistas acadêmicas do Brasil e do exterior; romancista e poeta. Docente do programa de Mestrado Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade de Santo Amaro (UNISA/SP), coordena o Grupo de Pesquisa CONDESIM-FOTÓS, além de ser editor da revista acadêmica Lumen et Virtus. 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1ª aula - (07 de junho):
  • A questão do enterro judaico no século I da Era Cristã: diferenças e similitudes com os outros povos do período; a questão do linho
  • A inumação judaica, egípcia, grega e romana
  • A importância e a complexidade do cultivo e do emprego do linho na indumentária 
  • A possível trajetória do Sudário de Turim: de Jerusalém, passando por Constantinopla e chegando a Turim
  • Teorias existentes; mitificação, comprovação e idealização históricas
2ª aula - (14 de junho): A imagem de Jesus a partir do Sudário de Turim: um paradigma?
  • Formação imagética
  • Arte em Bizâncio
  • Arte no Ocidente
3ª aula - (21 de junho): Secondo Pia: o surgimento do Sudário como objeto científico
  • A questão da fotografia
  • A importância dos primeiros teóricos da imagem pós-fotografia
  • A visão científica da Paixão de Cristo: anatomia humana a partir do Sudário de Turim
  • A questão da crucificação
4ª aula - (28 de junho):
  • Os resultados do grupo estadunidense STURP; 
  • Questões científicas a partir do Sudário de Turim e de seus resultados pós 1978
  • Resultados científicos: que se pode esperar no século XXI?
  • Análise iconográfica da crucificação e deposição de Cristo da cruz.
A QUEM SE DESTINA:
O conteúdo oferece embasamento para estudiosos de Arte, historiadores, profissionais ligados à literatura e comunicação social, religiosos, pesquisadores, professores que pretendam desenvolver o tema em sala de aula, profissionais de todas as áreas, estudantes universitários e interessados em geral.
Período: 07 a 28 de junho (terças-feiras)
              4 dias de aula 
Horário: 19h30 às 21h30 (intervalo para o café)
Carga horária: 8 horas
Valor: R$180 –  VAGAS LIMITADAS
Inscrições: mfatima@museuartesacra.org.br 
Informações: (11) 5627.5393
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz. Metrô Tiradentes.
Estacionamento gratuito (ou alternativa de acesso):  Rua Jorge Miranda, 43
No final do curso o aluno receberá o certificado.

"Salutem et Apostolicam Benedictionem, memória confirmada: Pergaminhos e obras de arte dos Senhores abades e dos arcebispos de Monreale"

  •  
Em 10 de junho no Arcebispado de Monreale, o Arquivo Histórico Diocesano de Monreale, em colaboração com o Museu Diocesano, apresentará a conferência-exposição "Salutem et Apostolicam Benedictionem memória confirmada: Pergaminhos e obras de arte dos Senhores abades e dos arcebispos de Monreale
Pela primeira vez, irá apresentar alguns pergaminhos históricos sobre a eleição de alguns arcebispos de Monreale e bulas de jubileu papal, juntamente com a Conferência será aberta a exposição no Hall of San Placido no Museu Diocesano de Monreale
A Exposição é patrocinada pelos Arquivos Secretos do Vaticano, pelo Ministério do Património e da Cultura e pela Associação Arquivista Eclesiástica. A mostra ficará aberta até 10 de outubro de 2016, você verá uma seleção especial com curadoria de pergaminhos e obras de arte. 
O último dia contará com um concerto de "Salvatore Cicero" do Conservatório V. Bellini de Palermo, sob a batuta do maestro Luigi Rocca, vai oferecer " Four Seasons ", de Vivaldi na Igreja de SS.Faculdade de Maria de Monreale, às 21h00 - Trinity.
Fonte: BeWeb

Veja o programa aqui.

VI Jornada de Conservação e Restauração no Rio de Janeiro





Estão abertas as inscrições!

Fonte: CR UFRJ

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Missa pelo término do restauro

Instituto Histórico Tiradentes convida a todos para a Missa em ação de graças por ocasião da entrega da obra de restauração artística e arquitetônica da Igreja de São João Evangelista em Tiradentes /M.G no dia 04 de Junho de 2016 às 19h
Fotos de Cesar Reis








Rua Padre Toledo - Centro. 




Fonte: Instituto Histórico Tiradentes

***

Veja abaixo a Matéria do início do restauro (publicada em 2013)

Restauração da Igreja de São João Evangelista


Fachada principal da Igreja de São João Evangelista.



Com o patrocínio do BNDES, Banco Nacional de desenvolvimento Social, teve início a restauração dos elementos artísticos ou bens integrados da igreja de São João Evangelista, igreja em cujo consistório o IHGT funcionou de 1978 a 1996.
O proponente da restauração é o nosso Instituto Histórico e Geográfico.


Tarja com símbolo de N.S. das Dores.
Altar colateral do lado do Evangelho.

Atualmente está sendo feita a imunização, limpeza, abertura de galerias de cupins, consolidação do suporte (a madeira) e o retoque da pintura da cimalha da nave ou corpo da igreja. Esta cimalha tem um a curiosa pintura em marmorizado (imitação de mármore) de gosto popular, muito colorida, pintura esta datável do século XIX (por volta de 1840-1850) que também aparece na sanefa sobre o arco-cruzeiro ou arco triunfal, no tirante da nave ( travessa de madeira que trava as paredes à altura do forro) e na cimalha da capela-mor, já restaurada pelo IPHAN em 1999.





Estatutos da Confraria de N.S. das Dores, 1801.



Ilustração do Estatuto. Desenho atribuído a
Manuel, Victor de Jesus, 1801.

Está também em adiantado estágio a obra dos dois altares colaterais, junto ao arco cruzeiro. O retábulo e altar de Nossa Senhora das Dores em talha de estilo rococó, com relevos dourados em fundo branco, pode ser datado dos últimos anos do século XVIII ou mesmo da época da fundação da Confraria de Nossa Senhora das Dores (1801), de autor desconhecido mas atribuído a Salvador de Oliveira. Além das rocalhas, o retábulo trás um resplendor ou glória no frontão, contendo o coração de Maria, ultrapassado por uma espada e dentro do camarim inscrições a ouro referentes a virgem e o seu nome em cartela.




Coroamento do altar de N.S. dos
Remédios, em fase de restauração da
pintura branca.

Já o retábulo de Nossa Senhora dos Remédios, em 1824 era de madeira lisa, menor e não fazia simetria com o das Dores, como atestou o bispo Dom Frei José da SS. Trindade, em visita a igreja. Após esta data foi feito novo retábulo espelhado no fronteiro, mas como não era de nenhuma irmandade e o ouro já estava escasso nunca foi dourado e assim se manteve como testemunho da história. Identificamos agora que a tarja central do frontão deste retábulo foi aproveitado de outro lugar e teve que ser cortado nas bordas e retirado o emblema que era uma coroa de espinhos e três cravos, que se referia a paixão de Cristo. Ainda identificou-se que neste altar, o sacrário é falso, ao contrário do de Nossa Senhora das Dores, que expunha o Santo Lenho dentro dele, nas sextas-feiras.

Nestes dois retábulos ficam à direita a imagem de Nossa Senhora dos Remédios e à esquerda a de Nossa Senhora das Dores, hoje sem policromia, por ter sido furtada em 1994, ficando um ano enterrada e tendo sido recuperada em 1998. Também ficavam nestes altares duas pequenas imagens de Santana, que hoje estão no Museu da Liturgia, um São João Evangelista e um São João Batista, também encaminhados ao museu.



Retábulo de N.S. das Dores em obra.

No retábulo de Nossa Senhora das Dores estão sendo feitas limpeza, imunização, obstrução de galerias, nivelamento e reintegração do douramento e fundo branco. Partes da talha com perdas serão recomposta. Já no retábulo de Nossa Senhora dos Remédios estão sendo feitas limpeza, imunização, consolidação do suporte e também será retocada a pintura branca, como no original.
Também teve início a restauração das belas imagens de Santa Cecília e Santa Catarina de Alexandria, dos nichos do retábulo do altar-mor. A policromia e carnação destas peças já foram limpas e estão em fase de complementação de perdas e reintegração cromática.


Imagens de Santa Cecília e Santa
Catarina antes da restauração.


Santa Catarina em fase de limpeza
da policromia e carnação.

Ainda serão restaurados os móveis da igreja: dois arcazes, dois confessionários, um cabideiro e o nicho do antigo consistório de N. Sra. das Dores, onde se guardava a imagem processional.
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Para mais fotos, acessem o Flickr do IHGT.
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