segunda-feira, 14 de setembro de 2015

EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ






A festa de hoje teve por objetivo único a invenção da Santa Cruz, levada a efeito por Santa Helena, e a dedicação das basílicas constantinianas, consagradas a 14 de setembro de 335. Mais tarde porém, além da memória destes acontecimentos dos quais referimos, foi a restituição da Santa Cruz feita pelos persas, que apoderara-se de Jerusalém e da relíquia da Vera Cruz. Quatorze anos mais tarde o imperador Heráclito derrotou Cósroas e exigiu dele a entrega da preciosa relíquia. Entrando em Jerusalém, quis levar ele mesmo a Santa Cruz com grande pompa real para a repor no Calvário, se sentiu preso por uma força invisível que o não deixou prosseguir. Zacarias Bispo de Jerusalém e testemunha presencial do fato, advertiu então: "com tais vestes estais longe de imitar a Jesus Cristo e a humildade com que levou consigo a Cruz". Heráclito despojou-se então das vestes riquíssimas que envergava, descalçou-se, cobriu-se com um manto ordinário e pode sem dificuldade levar a Santa Cruz até o Calvário. A morte do Senhor na cruz foi simultaneamente o seu trunfo e sacrifício. Ele o predissera na véspera da Paixão: "é agora que o príncipe deste mundo será lançado fora: e quando eu me elevar da terra, tudo atrairei a mim".

São Paulo constata-o por seu lado ao salientar que a exaltação de Cristo assenta no sofrimento e tira para nós a conseqüência: "Devemos gloriar-nos na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo". Unamo-nos em espírito com os fiéis na Basílica da Santa Cruz de Jerusalém em Roma, que veneram hoje as relíquias da Santa Cruz, em que se operou o mistério da redenção dos homens.


Epístola

Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo aos Filipenses (2, 5-11).Irmãos: Dedicai-vos mutuamente a estima que se deve em Cristo Jesus. Sendo ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor.




Evangelho da Festa:
Continuação do Santo Evangelho segundo São João: Naquele Tempo: Disse Jesus às turbas do Judeus: Agora é o juízo deste mundo; agora será lançado o príncipe deste mundo. E eu, quando for levantado da terra, atrairei tudo a mim. Dizia isto para designar de que morte havia de morrer. Respondeu-lhe a multidão: Nós aprendemos da lei que Cristo permanece eternamente; e como dizes tu que o filho do homem deve ser levantado? Quem é este filho do homem? Respondeu-lhes então Jesus: Ainda por um pouco de tempo está a luz convosco. Andai enquanto tendes luz, para que não surpreendam as trevas; quem caminha nas trevas não sabe para onde vai. Enquanto tendes luz, crede na luz para que sejais filhos da luz.

Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

Entrevista com María Felicitación Gaviero Galisteo

Publicamos aqui a tradução da Entrevista concedida pela Artista e bordadeira María Felicitación Gaviero Galisteo ao Site Cofrades Malagueños:


Por Lola Rengel

María Felicitación Gaviero Galisteo, nascida em Málaga há 39 anos. No bairro Capuchinhos, com 18 anos começou a trabalhar como costureira.

P. Onde e quando se formou?
R. Eu comecei a minha formação como costureira na oficina de Salvador Oliver.


P. Foi em 2001, quando você decidiu montar seu próprio atelier. Qual foi a sua primeira encomenda?
R. Um pequeno vestido para uma determinada imagem e toque sobre manto de Maria Santíssima dos Dores em Soledad.


P. Quantas pessoas trabalham com você?
R. Não tenho no atelier um número fixo de pessoas, variam de acordo com o trabalho que precisa. Mas sim, eu gostaria de fossem mais do que cinco ou seis. Um atelie tranquilo, onde se respira a harmonia e a tranquilidade é o que mais me agrada.


P. Como uma mulher, você já se sentiu discriminada no mundo da confraria?
R. Não, eu nunca me senti discriminada ... pelo contrário eu me senti amada e valorizada.


P. Você trabalhar em novos projetos, mas pelo que entendi, tem participado em importantes restaurações, isso é verdade?
R. Sim. Eu fiz diversas restaurações entre elas destaco o manto processional da Santíssima Virgem das Dores Coroada, da Confraria da Expiração de Málaga e do manto da Virgem dos Servitas igualmente da capital Málaga.


Neste ponto da entrevista visualizamos por um monitor o vídeo do momento em que é descoberto o manto de Coroação.



P. Como você se sentiu naquele momento para ver seu trabalho ante a tanta expectativa?
R. Muita emoção, um reconhecimento ao trabalho realizado, e sobretudo muito carinho ... cada dia que passa eu recebo mais carinho de todos os irmãos da Irmandade do Rocio.


P. O que significou para você esse trabalho?
R. No começo foi um desafio. Fazer um manto comemorativo da coroação da Virgem do Rocio foi uma grande responsabilidade. Após da finalização foi um grande impulso para a oficina, um grande reconhecimento e incontáveis ​​demonstrações de afeto e carinho a minha pessoa, que para mim e minha família são o mais importante.


P. Como e quando é comissionado?
R. A ordem foi recebida em fevereiro do ano passado e foi o irmão D. Juan Lupiáñez que me informou pessoalmente.




P. Quanto tempo de execução é especificamente um manto com essas características?
R. Foram dezoito meses de trabalho quase que exclusivamente no manto.


P.Quantas pessoas participaram da sua realização?
R. Temos sido vários, mas gostaria de destacar o esforço de toda a família, sem ela não seria possível.


P. É o melhor elogio que você recebeu?
R. Fez nosso sonho uma realidade, me disse um irmão do Rocio ... e, é claro, as lágrimas de olhos emocionados de muitas pessoas quando contemplaram o manto de Coroação da Virgem do Rocio.


P. Alguma crítica construtiva?
R. A verdade é que eu não me lembro de nenhuma.


P. Você já teve algum comentário sobre o abuso enquanto "ostentação" nestes tempos de crise?
R. A verdade é que sim, alguns, mas alguns já recebido. Eu acho que, nestes tempos, a maioria das Fraternidades de ação social podem fazer é criar postos de trabalho, por outro lado, é o que mais precisamos neste país. A demagogia está muito barata e muito fácil de fazer ... minha família está profundamente agradecida à Irmandade do Rocio por nos dar trabalho para dezoito meses. Espero e desejo que, graças às irmandades e confrarias, não nos falte o poder de desenvolver a nossa arte, que é o que mais gosto de fazer como consorcia que sou.


P. Que vestuário bordado gostaria de realizar?
R. Manto e dossel de Maria Santíssima das Dores em Soledad ... Às vezes os sonhos se tornam realidade.


P. Para acabar, qual é para você a jóia mais valiosa, enquanto patrimônio, da Semana Santa malaguenha?
R. Eu acho que todo o conjunto do trono procissão da Santíssima Virgem das Dores Santíssimo. Nossa herança Senhora das Dores Coroada, é uma das jóias patrimoniais da Semana Santa em Málaga, no entanto, desde os anos 80, as irmandades sempre fizeram uma tentativa de aumentar seu patrimônio com peças de qualidade, como se nota.




P. María Felicitación, foi um prazer falar com você. Muito obrigado pela participação. Você quer adicionar mais alguma coisa?

R. Aproveito a oportunidade que você me oferece para novamente agradecer à Irmandade do Rocio a oportunidade que me deu para bordar o manto de sua titular sagrada. Eu envio uma calorosa saudação a Eloy Téllez por seu maravilhoso desenho, base do trabalho que temos realizado, e sem ele, o manto não teria sido o mesmo. Muito obrigado.



*** 
Mais fotos do trabalho de María Felicitación:












Fotos de Maria Felicitación

Veja Vídeo da Coroação de Nossa Senhora ocorrida no dia 12 de setembro:




Colóquio Internacional: A arquitetura do engano: redes de difusão e o desafio da representação perspectiva no universo pictórico barroco


A Ciência da Arte – a decoração ilusionística do tempo do barroco entre a Europa e o Brasil – a quadratura e os tratados de perspectiva


No percurso da arte barroca diversos fatores e diferentes momentos contribuíram para a produção deste estilo ou desta forma artística. Ao mesmo tempo o barroco não deve ser estudado apenas como mais um momento estilístico, individualizado numa época, mas, sobretudo, como uma «característica artística» como foi o Humanismo e o Renascimento. Assim, a passagem do século XVI para o XVII e na sua continuidade à fase setecentista, toda esta etapa irá constituir-se num dos episódios mais significativos da História da Arte Européia.

É ponto assente que a “questão do barroco” surge quando a crise do Renascimento tem seu marco inicial. Esta crise aparece no momento em que na cultura renascentista encontramos um certo predomínio à decoração. Contudo, o Barroco não pode ser definido simplesmente como uma condução desta tendência ou a simples redução da arte em puro ornamento.

O desenvolvimento da arte Barroca deve ser visto na continuidade do momento final do Renascimento; lembre-se que nesta fase a cultura renascentista enfrentava um período de antinomias, quer dizer, entre o triunfo e a censura da retórica, ou entre uma concepção hedonista e outra pedagógica. Outro sector que no Barroco foi amplamente acentuado, diz respeito à imaginação. Este aspecto foi muito desenvolvido desde o fim do século XVI, com as influências neo-platônicas. Com o surgir de uma espécie de mentalidade barroca, podem individualiza-se duas correntes que dividiram a interpretação da arte a partir do fim do Renascimento e que se reunirá no Barroco, compondo-se por um lado numa arte extremamente complacente e por outro numa linguagem moralizadora. Ainda no seguimento destes aspectos, é de salientar que o Barroco conhece um momento hedonista e outro pedagógico, levado desde a luxúria até a decência, fatores condicionados por uma certa ambivalência.

Tudo isso se resume neste estilo como uma tentativa de solucionar um problema que foi aberto a partir da arte do Renascimento. No âmago deste problema, a Arte Barroca sai do humanismo desenvolvendo conceitos humanistas, exatamente como aconteceu com o Renascimento, quando absorveu aspectos pertinentes à Escolástica.

Nesse nosso estudo sobre o barroco, torna-se fundamental limitar o significado e a sua extensão, na tentativa de estudá-lo com certa eficácia. Portanto, a tendência barroca fica condicionada ao século XVII (válido para a Itália e a França e outros centros), sendo que em Portugal este estilo se desenvolve durante a centúria Setecentista: terá início ainda em meados do século anterior, permanecendo até algumas décadas do século XIX, no chamado «Mundo Português».

Se estudarmos o barroco como categoria, obrigatoriamente iremos aproximá-lo a um sinônimo de anti-clássico, perdendo toda a sua genuína característica morfológica; assim, é bom lembrar que entre estilo e época convém fazer as suas diferenças de conceitualização. Falamos em época barroca referindo ao século XVII, mas lembramos que inúmeras obras pictóricas ou arquitetônicas executadas nesta época, ainda não eram totalmente barrocas e estilisticamente pertenciam à fase final do Renascimento. O mesmo acontecendo com obras produzidas no fim do século XVIII e que pertencem a uma cronologia do rococó, no entanto, referentes ainda à forma barroca. O caso mais presente destas afirmações encontra a sua confirmação precisamente quando pensamos na arte barroca desenvolvida em toda a Península Ibérica, na América Espanhola e no Brasil Colonial. Aqui, a forma barroca avança durante algumas décadas do século XIX.

Outro fator fundamental na análise da arte barroca, diz respeito à sua íntima relação com a Contra Reforma. Lembre-se que a persistência na Inglaterra do século XVII e XVIII de um formalismo palladiano, foi um sinal absoluto da não influência do movimento contra reformista, confirmando o fato de que a Igreja Anglicana não usou o elemento barroco como efeito de persuasão. A Igreja da Contra Reforma quer aproximar-se ao máximo dos fiéis, numa política de duplo sentido, ou seja, por um lado uma aparente simplicidade e por outro no imediatismo do ritual, para permitir ao fiel a sua participação na celebração, expondo-o em contacto direto com o altar.

Esta situação ou esta transformação de comportamento entre o fruidor e a Igreja, tem a sua correspondência na disposição de construir uma nova linguagem cenográfica. É o momento da substituição da cena do tipo albertiana, para a cena do tipo serliana ouperuzziana. No primeiro caso, o fiel se encontra fora da cena da Divina Representação, ao passo que, no segundo momento, o fiel assumirá uma posição determinante. Identificamos aqui a importância do aspecto cenográfico, pois o sentido representativo se manifesta de modo imediato no teatro, considerado a “proto-arte” e base formadora da arquitetura, da pintura e da escultura. Assim, a relação com o espaço interno dos edifícios tem agora um significado especial, pois a arquitetura renascentista se transforma na igreja de nave única ou de planta elíptica para permitir a melhor adaptação do espectador. O contorno sinuoso da sanca, as paredes onduladas, as plantas circulares ou seccionadas em recortes mais dinâmicos; o forte claro-escuro e a exaltação do cromatismo na pintura, o exagero do panejamento, como ainda, a constante plasticidade das figuras e os efeitos de expressão corporal e fisionômicos, fazem da arte barroca um momento de convulsiva necessidade de ultrapassar os limites da realidade.

Por fim, encontramos a dilatação do desenvolvimento da cenografia, confirmada no estudo do elemento perspéctico-espacial, analisados por Ferdinando Galli Bibiena, Giacomo Torelli e Andrea Pozzo: a visão angular era também uma tendência para infringir a simetria e criar uma espécie de “revelação”, como abertura no prolongamento entre “realidade de espectador” e “realidade de ator”. É a passagem de uma perspectiva do tipo naturalista para uma visão cenográfica. Enfim, se no século XV a redescoberta da perspectiva foi caracterizada com forte entusiasmo, nos séculos XVI e XVII (e século XVIII para o Mundo Luso-Brasileiro) tornou-se uma obsessão ou exasperação das funções representativas do mundo externo, pois se trata do início da simulação onde a arquitetura passa a ser pictórica e cenográfica. Exalta-se o elemento perspéctico com truques na obtenção do não concluído e do irreal, sublinhando a diferença da arte Barroca em relação ao Renascimento.

Deste modo, Uma das mais interessantes preocupações em relação à pintura desde o século XV até a fase final do período barroco, foram o sentido e a construção espacial na aplicação das formas pictóricas na pintura e na cenografia.

Assim, consideramos fundamental o estudo da pintura não só com uma interpretação histórica e iconográfica, mas também como interpretação de pura visualidade espacial. Trata-se de um olhar mais atento à forma e ao sentido de construção espacial das figurações representadas entre os séculos XVII e XIX; o relacionar espaço construído com espaço pictórico, na tentativa de uma compreensão mais específica no que diz respeito à pintura. Neste contexto, pode-se pensar que existe uma espécie de progresso na arte quando falamos de representação perspéctica? Ou ainda: pode-se afirmar que todas as representações pictóricas não passam de convenções, símbolos codificados em conexões arbitrárias com seus referentes?

A primeira questão refere-se à conquista da representação perspéctica do espaço, de modo que o seu progresso esteja no fato destas representações espaciais alcançarem o método racional da perspectiva linear. A segunda questão encara a representação pictórica como uma convenção e que por sua vez está codificada nas suas diversas experiências culturais. Considerada fundamental para o conhecimento do espaço arquitetônico, escultórico e pictórico, a perspectiva foi um dos episódios mais significativos da história da pintura. A sua finalidade pode ser anotada como sendo o instrumento de separação entre realidades, onde tudo passa a ser associado numa única cena e num único campo de representação.

Com todas estas transformações, pensamos que por um instante aproximamos do que foi efetivamente o mundo da arte barroca.

Inscrições

INFORMAÇÕES GERAIS:


Pe
ríodo de Inscrição para apresentação de trabalhos: a partir de 01 de Junho a 30 de Outubro de 2015 :

Todas as correspondências deverão ser enviadas para o e-mail perspectiva@fafich.ufmg.br




VALORES PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO:

Estudantes de pós-graduação: R$100,00
Profissionais: R$ 200,00



COMO ENVIAR OS TRABALHOS:


1 – O autor principal de cada comunicação deverá ter no mínimo o título de mestre (isso não inclui o co-autor)

2 – Caso o co-autor deseje um certificado a parte deverá inscrever-se normalmente

3 – Serão selecionados um total de 20 trabalhos



INFORMAÇÃO IMPORTANTE: O texto definitivo para a publicação deverá ser entregue até 01 de Novembro de 2015



VALORES DA INSCRIÇÃO PARA OUVINTES:

Inscrições efetuadas entre 1 de Junho a 20 de Novembro de 2015


Estudantes de graduação: R$30,00
Estudantes de pós-graduação: R$70,00
Profissionais: R$ 100,00

Fonte: UFMG

domingo, 13 de setembro de 2015

Curso Livre: A origem da Arte Sacra Cristã



O Museu de Arte Sacra de São Paulo promove um Curso Livre sobre o tema "A origem da Arte Sacra Cristã", que falará sobre a arte sacra no cristianismo, a única das três religiões monoteístas que retrata Deus em imagem.

Mas como isso é possível?

A partir dessa questão o curso propõe, em quatro encontros, levar à compreensão desse fato partindo da arte figurativa da época Paleocristã até a Arte Monumental do Império no século IV.

PROGRAMA
A imagem no judaísmo.

A imagem na Grécia.

O papel da imagem no Império Romano.

A arte funerária do Egito.

Os primeiros cristãos e a imagem.

A arte das catacumbas.

A arte da Igreja na época do imperador Constantino I.

A Igreja e o nascimento da imagem.

A Tradição na Igreja.

A Tradição e a primeira imagem: o protótipo.

O Mandylion e o Véu de Verônica.

O ícone e sua função.


DOCENTE

Profa. Dra. Wilma Steagall de Tommaso: doutora em Ciências da Religião pela PUC-SP. Pesquisadora e palestrante de arte sacra e religião. Profª. convidada da PUC-COGEAE. Participa do grupo de Pesquisa Nemes coordenado pelo Prof. Dr. Luiz Felipe Pondé.

Currículo: http://lattes.cnpq.br/8209900139809763

Período: dias 14, 21 e 28/09 e 05/10 (segundas-feiras)
Horário: 19h30 às 21h30
Carga horária: 8 horas
Valor: R$180 (VAGAS LIMITADAS)
Inscrições: mfatima@museuartesacra.org.br
Informações: (11) 5627.5393
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Avenida Tiradentes, 676 - Luz | Metrô Tiradentes
Estacionamento: Rua Jorge Miranda, 43

No final do curso o aluno receberá o certificado.

IX CONGRESSO INTERNACIONAL DO CENTRO DE ESTUDOS DA IMAGINÁRIA BRASILEIRA ( CEIB)

Como publicado aqui anteriormente.


Informações: CEIB

sábado, 12 de setembro de 2015

Conselheiro Lafaiete (MG) – MP propõe TAC para salvar restauração da capela de Santo Antônio

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Curso de Douramento Tradicional



O curso de douramento vai tratar basicamente do dourado a água com todas as suas fases (encolagem, estucagem, bolo armênio, douramento, brunimento e velatura) e dar alguma noção de dourado com mordente a óleo, sempre utilizando ouro 22kt.
    O curso é prático e com todo material incluso exceto o ouro que poderá ser adquirido pelo aluno encomendando conosco. 
   
    O custo total é de R$600,00 e pode ser parcelado.
    Dias 23, 24 e 25, das 9hs às 17hs.

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