terça-feira, 17 de junho de 2014

Conservação e Restauração de Azulejos em Lisboa



18 de Junho de 2014 | 18h00 | Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa | sala 5.2
Conservação e restauro de azulejos in situA salvaguarda do património azulejar in situ, através da conservação e restauro, está intrinsecamente presente nas entidades competentes e na própria sociedade, permitindo que os trabalhos sejam, maioritariamente, executados e acompanhados por empresas credenciadas para o efeito.
A sensibilização dos donos de obra, quer sejam particulares (privados) ou não, para os tratamentos de conservação e restauro do património azulejar é longa, mas tem vindo a revelar-se profícua, indo no sentido das indicações dos técnicos que executam os trabalhos e/ou em articulação com as entidades fiscalizadoras.
Um tratamento de conservação e restauro in situ é, muitas vezes, abrir uma caixa de Pandora, o que requer uma actualização constante pelos técnicos, ao nível dos materiais e metodologias de tratamento a utilizar. Nunca esquecendo que um trabalho de conservação e restauro só fica completo com uma equipa pluridisciplinar. 
Teresa Silva   | Rede Temática em Estudos de Azulejaria e Cerâmica João Miguel dos Santos Simões |
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CONSERVATION AND RESTORATION OF AZULEJOS


June 18, 2014 | 18h00 | Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa | room 5.2
Conservation and restoration of azulejos in situThe safeguard of tile heritage in situ, through conservation and restoration procedures, is an intrinsic concern both of competent authorities and society itself, and the interventions are mostly carried out and monitored by trained companies.
Although the efforts to raise awareness to the conservation and restoration of this heritage, directed both at public and private proprietors, can sometimes be long, they have nonetheless proved successful, accommodating the advice given by the technicians responsible for the interventions and/or collaborating with the supervising authorities.
Conservation and restoration interventions in situ can sometimes amount to opening a Pandora’s box, and thus require a constant adaptation on the part of the technicians vis-à-vis the materials and methodologies used. It must not be forgotten that conservation and restoration campaigns are only complete with a multidisciplinary work team.

Teresa Silva   | Rede Temática em Estudos de Azulejaria e Cerâmica João Miguel dos Santos Simões |
Fonte: AzLab

Designer brasileiro reconstrói face de Santo Antônio

Museu de Antropologia da Universidade de Pádua contratou o designer gráfico Cícero Moraes para tirar dúvidas sobre a fisionomia do santo.

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Um dos santos mais populares do Brasil, Santo Antônio morreu em um dia 13 de junho, a data em que é celebrado. Os restos mortais estão na cidade de Pádua, na Itália.
Mas será que as imagens são fiéis ao verdadeiro rosto dele?
Para tirar a dúvida, o Museu de Antropologia da Universidade de Pádua contratou um brasileiro: o designer gráfico Cícero Moraes. O convite veio depois que Cícero exibiu seus trabalhos sobre reconstrução facial digital em um congresso em Curitiba.
Da Itália, vieram imagens do crânio retirado do túmulo de Santo Antônio, em 1981. Mas Cícero não sabia que eram do santo. “Simplesmente falaram que era da história italiana, mas não disseram de quem se tratava. No caso, que era branco, de uma faixa etária de 30 a 40 anos e um homem”, explica o designer gráfico.
Programas de computador desenvolvidos no Brasil calcularam a quantidade de músculos e pele que a pessoa teria.
“É uma massinha de modelar digital. Nós vemos toda a cartilagem, as orelhas, o nariz, a espessura dos lábios. Tudo isso, temos que respeitar as dicas que os ossos dão para a gente. Estamos chegando de 89% a 92% de sucesso nas reconstruções que nós fazemos”, conta o designer.
Depois de pronto, o modelo do computador foi levado para um laboratório, onde uma impressora em três dimensões esculpiu a figura em 1.500 camadas de gesso. Todo o processo de impressão em 3D demora mais de dez horas. Depois, o trabalho entra na fase final, que é a limpeza. O busto ainda passa pelo forno, para retirar a umidade, e pela aplicação de verniz.
“Essa peça vai ser enviada para a Itália e, no dia das festividades de Santo Antônio, vai ser entregue para eles apreciarem o santo em 3D, a face mais coerente possível como ele era em vida”, diz Cicero.
Mas, antes de os italianos conhecerem a verdadeira face do santo, a equipe do Fantástico levou o trabalho para as fiéis. O resultado ficou diferente do que elas haviam imaginado. “Não tem nada a ver”, disse uma.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

3º Colóquio Ibero-Americano


Nos últimos anos tem se acentuado a discussão em torno da categoria “paisagem cultural”, apesar dela ter sido incluída há mais de vinte anos na Convenção do Patrimônio Mundial da UNESCO e de dezenas de paisagens já terem sido nela inscritas, inclusive o Rio de Janeiro em 2012. Uma das controvérsias principais, que tem agitado o mundo da preservação gira em torno da introdução pela UNESCO da ideia da “paisagem histórica urbana” (Historic Urban Landscape, HUL), vista por muitos como desnecessária e redundante.

Ao mesmo tempo em que essa categoria dá margem à polêmica, ela tem sido cada vez mais utilizada ao redor do mundo por pesquisadores, profissionais e órgãos de preservação. O fato é que a ideia de “paisagem cultural” tem aberto novas possibilidades para a área do patrimônio, combinando aspectos materiais e imateriais do conceito, muitas vezes pensados separadamente, indicando as interações significativas entre o homem e o meio ambiente natural. Com isso, recoloca-se o próprio campo do patrimônio cultural, abrindo-se uma perspectiva contemporânea para, ao lado das novas contribuições se pensar também de forma mais integrada diversas ideias tradicionais do campo da preservação.

É frente a este quadro que acontece em 2014 a terceira edição do já tradicional “Colóquio Ibero-americano Paisagem Cultural, patrimônio e projeto”, promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pela Universidad Politécnica de Madrid (UPM), pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e pelo Instituto de Estudos de Desenvolvimento Sustentável (IEDS).

Nesse colóquio vão se aprofundar as discussões iniciadas nas edições anteriores, fazendo-se uma avaliação das diversas dimensões da ideia da paisagem cultural, tanto aquelas de natureza conceitual, metodológicas e projetuais, quanto suas implicações para as políticas de valorização e intervenção.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Expressões na Arte Sacra: A Serpente e o Dragão na Simbologia Sacra

No dia 06 de julho, o Museu de Arte Sacra de São Paulo promove o curso livre "Expressões na Arte Sacra: A serpente e o dragão na simbologia sacra - Oficina de iluminura em tempera a ovo", ministrado por Silvana Borges, arquiteta, artista plástica e arteterapeuta, especialista em conservação e restauro de bens culturais, profissional filiada ao ICOM, CEIB e ABRACOR. 
A representação da serpente e do dragão nas religiões e a apropriação da sua simbologia. Os bestiários como representação e entendimento do mundo medieval. A importância da iluminura nos manuscritos. O Manuscrito de Aberdeen.  A Bíblia dos Jerônimos. A têmpera a ovo e sua evolução para a pintura a óleo. Receituários de têmpera a ovo. A oficina abrange conteúdos teóricos e atividades práticas, fazendo a têmpera a ovo com pigmentos naturais e realização de pintura de uma iluminura sobre douração utilizando a técnica de têmpera a ovo.
Cada aluno deverá trazer dois pinceis finos Nº 0 (zero) para uso pessoal. Os demais materiais estão inclusos no valor do curso. Aos participantes, o museu emitirá certificados. As vagas para esta oficina são limitadas.
Quando: 06 de julho
Horário: 10 às 13hsCarga horária: 3hs Vagas: 25Valor: R$ 100,00Inscrições: mfatima@museuartesacra.org.brInformações: (11) 5627.5393Local: Sede Administrativa do Museu de Arte Sacra de São PauloEndereço: Rua São Lázaro, 271, Luz -  Metrô Tiradentes.Estacionamento: Rua Jorge Miranda, 43O Museu fornecerá certificado de participação.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Aprendendo no Museu: A História dos Oratórios



Tragam as crianças para aprender o que são oratórios, para que servem e onde surgiram!
Após a visita, acontecerá uma oficina onde cada um poderá decorar seu próprio oratório!

Para crianças (acompanhadas de seus responsáveis)
Gratuito
Vagas limitadas
Esperamos por vocês!

Museu de Arte Sacra dos Jesuítas
Largo Dos Jesuítas 67, Embu das Artes


Fonte: Página do Museu de Arte Sacra do Jesuitas

Artista argentina trabalha em uma série de pinturas sobre o Papa Francisco

Foto: Mercedes Fariña
BUENOS AIRES,(ACI/EWTN Noticias).

A artista argentina Mercedes Fariña, conhecida por fazer a primeira pintura no mundo sobre o Papa Francisco para dar-lhe de presente, trabalha hoje no oitavo quadro da série que o retrata.

Ate o momento, Mercedes Fariña já fez sete quadros do Papa Francisco, e tenta mostra-lo “em atitude reflexiva, paternal e conciliadora, próximo do seu povo, mediando entre Deus e os homens e convidando sempre à comunhão espiritual, sem distinções e através do exemplo”, conforme explica.

Em diálogo com o Grupo ACI, Fariña revelou o conteúdo da oitava obra da série. Explicou que neste quadro se mostra o Papa “abençoando um menino que guarda em suas mãos uma bola de vidro. Esta bola contém uma pequena igreja que é, nem mais nem menos, a igreja de Nossa Senhora da Misericórdia, onde Jorge Bergoglio recebeu a sua primeira comunhão, no bairro de Flores”.

A pintora argentina contou que “por agora não tenho previsto concluir a série” e que esta marcou a sua carreira artística e a sua vida como católica porque “me aproximou muito mais a Deus, ao colocar o meu trabalho a serviço da mensagem da Igreja, permitindo-me compartilhá-lo com muita gente”.

Fariñas explica que “não pinto o Papa em atitude hierática nem hegemônica. Evito cair em posturas clássicas ou rígidas, das quais pudessem inferir-se conotações de idolatria em torno de sua figura e que, em definitiva, contrastariam totalmente com a humildade e simplicidade que o caracterizam”.

A série completa foi exposta pela primeira vez na Páscoa deste ano na igreja São José de las Flores. “Os fiéis que se aproximavam das minhas obras sentiam a proximidade da imagem do Papa e seus ícones. Sentiam que o Papa estava ali, pessoalmente, junto com eles”, relata.

Mercedes recorda que “a motivação para pintar o novo Papa surgiu aos poucos dias de ter sido eleito. Eu vivo no mesmo bairro onde nasceu Jorge Bergoglio, assim era inevitável não me contagiar da alegria e emoção que se gerou em Flores”. Adiciona que “decidi representar este momento histórico através do meu trabalho, pintando um quadro do novo Papa junto com a sua querida igreja do bairro, a Basílica de São José de Flores, onde descobriu a sua vocação religiosa”.

Depois da boa acolhida das pessoas e do próprio Papa Francisco que esta primeira obra teve, Fariña decidiu realizar uma série pictórica sobre o pontífice. “A ideia principal da série incluía mostrar Francisco junto com diferentes ícones religiosos pelos quais ele guarda especial devoção, assim como junto a diferentes imagens simbólicas citadas em suas homilias”, por isso teve que pesquisar sobre a sua vida, palavras, textos e obras.

“Eu gostaria que meus quadros pudessem ser vistos por todos os fiéis do mundo, por todos aqueles que se reconhecem nas palavras do nosso Papa e que se motivam com o seu exemplo”, comenta a artista. E adiciona que adoraria fazer uma “exposição itinerante, entre as principais capitais do mundo, para poder aproximar a minha arte e a figura de Francisco às pessoas, que tanto precisam de referentes espirituais, do porte e humanidade do nosso pontífice”, e que algumas de suas obras fiquem fixas em algumas igrejas.

Aqui se pode ver a galeria “Habemus Papam” de Mercedes Fariña: www.mercedesfarina.com.ar/habemus-papam
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