quinta-feira, 3 de abril de 2014

Cálice exposto na Espanha pode ser Santo Graal, diz pesquisa

O mistério em torno do cálice usado por Jesus Cristo na Santa Ceia poderia começar a se resolver, segundo historiadores espanhóis

Pesquisadores espanhóis acreditam que cálice pertencente à infanta Urraca da Espanha pode ter sido usada por Jesus Cristo na Santa Ceia Foto: AFP
Pesquisadores espanhóis acreditam que cálice pertencente à infanta Urraca da Espanha pode ter sido usada por Jesus Cristo na Santa Ceia
Foto: AFP
O mistério em torno do cálice onde Cristo teria bebido na Santa Ceia , que já dura milênios, retornou à mídia internacional com uma pesquisa de historiadores espanhóis, que acreditam ter encontrado o objeto, segundo informações do Daily Mail.

Para os pesquisadores, o cálice exposto na Basílica de San Isidoro, na cidade de Leon, norte da Espanha, pode ter tocado os lábios de Jesus. O objeto, com pedras e ouro, pode ter sido roubado por muçulmanos em Jerusalém e levado a cristãos no Egito – conforme revelaram dois documentos encontrados, escritos em árabe.

Segundo os historiadores espanhóis responsáveis pela possível descoberta, Margarita Torres e Jose Ortiza del Rio, o cálice teria pertencido posteriormente à Urraca, filha do rei de Leon, Fernando I, entre 1037 e 1065, tendo sido um presente de um rei egípcio, pela ajuda de Fernando I aos famintos de seu país (os historiadores acreditam que teria sido nesta época que o cálice recebeu as joias, pela gratidão do rei egípcio).  

Dois funcionários e um visitante observam o cálice que pertenceu à dona Urraca, filha do rei de Leon Fernando I, entre 1037 e 1065 - exposto no museu da Basílica de San Isidoro Foto: AFP
Dois funcionários e um visitante observam o cálice que pertenceu à dona Urraca, filha do rei de Leon Fernando I, entre 1037 e 1065 - exposto no museu da Basílica de San Isidoro
Foto: AFP
O cálice ficou guardado na Basílica de San Isidoro por cerca de mil anos e foi exposto a partir de 1950, quando foi montado um museu no local. Para os pesquisadores espanhóis, o objeto pode se tratar do Santo Graal e os estudos em torno do tema podem iniciar sua “melhor fase” agora, com alguns mistérios já resolvidos, segundo eles. 
Basílica de San Isidoro, em Leon, Espanha. Pesquisadores espanhóis acreditam que o Santo Graal pode estar em exposição no local Foto: AFP
Basílica de San Isidoro, em Leon, Espanha. Pesquisadores espanhóis acreditam que o Santo Graal pode estar em exposição no local
Foto: AFP   Fonte: Terra

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Sobre a Canonização do Pe. José de Anchieta

Caríssimos/as,

Tive informação segura hoje, logo cedo, que o Papa Francisco vai receber em audiência o Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação das Causas dos santos, somente amanhã, dia 03 de abril. Isso significa que a publicação do decreto de canonização deveria ser feito somente amanhã, 03 de abril.

Para nós, que estávamos preparados para acolher essa notícia hoje, dia 02 de abril, isso, de fato, não muda muito. O que está programado, segue em frente. Os sinos podem tocar às 14h00 de hoje, como anunciado; as celebrações podem acontecer à tarde e à noite, como estavam previstas. Faremos festa “antecipada”. Deus seja louvado pela canonização de São José de Anchieta.

No próximo domingo, durante as Missas, elevar especiais preces de louvor e gratidão a Deus pela canonização do Apóstolo do Brasil. Na Catedral da Sé, teremos uma Missa solene de “Te Deum laudamus” e homenagens a Anchieta às 11h00.; haverá procissão do Páteo do Colégio às 10h15, para a Catedral da Sé.

Em anexo, minha mensagem para esta ocasião

Saudação e bênção para todos!

Card. Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo
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Mensagem do Arcebispo de São Paulo
na Canonização do Padre José de Anchieta

Hoje é um dia de festa! Manifesto, em nome da Arquidiocese de São Paulo, profunda gratidão a Deus pela proclamação do bem-aventurado Padre José de Anchieta como “santo”! Ad maiorem Dei gloriam – que tudo seja para a maior glória de Deus! 

Este momento foi longamente esperado por esta Igreja que está em São Paulo. Grande missionário, São José de Anchieta deu o testemunho de uma vida santa, já reconhecido assim enquanto ainda vivia; por isso, logo após o seu falecimento, em 1597, foi aclamado como “Apóstolo do Brasil!
 
Gratidão ao Papa Francisco, conhecedor da história de Anchieta e dos primeiros missionários jesuítas no Brasil, que acolheu benevolamente o pedido da Igreja e, bem depressa, deu o reconhecimento oficial a Anchieta como “santo”.
 
A Igreja, nesta Metrópole, deve seus inícios à obra evangelizadora de Anchieta e de seus companheiros na missão de São Paulo de Piratininga. Desta missão, também nasceu a própria cidade de São Paulo. São José de Anchieta significa muito para nós, em São Paulo, e nos sentimos honrados com a sua canonização!
 
Seu exemplo - de jovem entusiasta por Cristo e pelo Evangelho, de homem santo, movido pelo amor a Deus e aos irmãos, de missionário incansável, zeloso na transmissão da alegria do Evangelho, de pacificador respeitoso das culturas dos povos originários do Brasil, de educador, pai dos pobres e enfermos – continue a nos motivar e inspirar na dedicação à missão. Somos continuadores do trabalho por ele iniciado. Que sua intercessão e seu exemplo nos valham sempre! São José de Anchieta, rogai por nós! 

São Paulo, na canonização de São José de Anchieta

Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo
 
 

Poema à Virgem - São José de Anchieta


Escrito pelo Padre nas areias da Praia de Iperoig em Ubatuba.

Minha alma, por que tu te abandonas ao profundo sono?
Por que no pesado sono, tão fundo ressonas?
Não te move à aflição dessa Mãe toda em pranto,
Que a morte tão cruel do FILHO chora tanto?

E cujas entranhas sofre e se consome de dor,
Ao ver, ali presente, as chagas que ELE padece?
Em qualquer parte que olha, vê JESUS,
Apresentando aos teus olhos cheios de sangue.

Olha como está prostrado diante da Face do PAI,
Todo o suor de sangue do seu corpo se esvai.
Olha a multidão se comporta como ELE se ladrão fosse,
Pisam-NO e amarram as mãos presas ao pescoço.

Olha, diante de Anás, como um cruel soldado
O esbofeteia forte, com punho bem cerrado.
Vê como diante Caifás, em humildes meneios,
Aguenta mil opróbrios, socos e escarros feios.

Não afasta o rosto ao que bate, e do perverso
Que arranca Tua barba com golpes violento.
Olha com que chicote o carrasco sombrio
Dilacera do SENHOR a meiga carne a frio.

Olha como lhe rasgou a sagrada cabeça os espinhos,
E o sangue corre pela Face pura e bela.
Pois não vês que seu corpo, grosseiramente ferido
Mal susterá ao ombro o desumano peso?

Vê como os carrascos pregaram no lenho
As inocentes mãos atravessadas por cravos.
Olha como na Cruz o algoz cruel prega
Os inocentes pés o cravo atravessa.

Eis o SENHOR, grosseiramente dilacerado pendurado no tronco,
Pagando com Teu Divino Sangue o antigo crime! (Pecado Original cometido pelos primeiros pais)
Vê: quão grande e funesta ferida transpassa o peito, aberto
Donde corre mistura de sangue e água.

Se o não sabes, a Mãe dolorosa reclama
Para si, as chagas que vê suportar o FILHO que ama.
Pois quanto sofreu aquele corpo inocente em reparação,
Tanto suporta o Coração compassivo da Mãe, em expiação.

Ergue-te, pois e, embora irritado com os injustos judeus
Procura o Coração da MÃE DE DEUS.
Um e outro deixaram sinais bem marcados
Do caminho claro e certo feito para todos nós.

ELE aos rastros tingiu com seu sangue tais sendas,
Ela o solo regou com lágrimas tremendas.
A boa Mãe procura, talvez chorando se consolar,
Se as vezes triste e piedosa as lágrimas se entregar.

Mas se tanta dor não admite consolação
É porque a cruel morte levou a vida de sua vida,
Ao menos chorarás lastimando a injúria,
Injúria, que causou a morte violenta.

Mas onde te levou Mãe, o tormento dessa dor?
Que região te guardou a prantear tal morte?
Acaso as montanhas ouvirão Teus lamentos?
Onde está a terra podre dos ossos humanos?

Acaso está nas trevas a árvore da Cruz,
Onde o Teu JESUS foi pregado por Amor?
Esta tristeza é a primeira punição da Mãe,
No lugar da alegria, segura uma dor cruel,

Enquanto a turba gozava de insensata ousadia,
Impedindo Aquele que foi destruído na Cruz.
Mãe, mas este precioso fruto de Teu ventre
Deu vida eterna a todos os fieis que O amam,

E prefere a magia do nascer à força da morte,
Ressurgindo, deixou a ti como penhor e herança.
Mas finda Tua vida, Teu Coração perseverou no amor,
Foi para o Teu repouso com um amor muito forte!

O inimigo Te arrastou a esta cruz amarga,
Que pesou incomodo em Teu doce seio.
Morreu JESUS traspassado com terríveis chagas
ELE, formoso espírito, glória e luz do mundo;

Quanta chaga sofreu e tantas LHE causaram dores;
Efetivamente, uma vida em vós era duas! (Natureza Humana e Divina do SENHOR)
Todavia conserva o Amor em Teu Coração, e jamais
Evidentemente deixou de o hospedar no Coração,

Feito em pedaços pela morte cruel que suportou
Pois à lança rasgou o Teu Coração enrijecido.
O Teu Espírito piedoso e comovido quebrou na flagelação,
A coroa de espinhos ensanguentou o Teu Coração fiel.

Contra Ti conspirou os terríveis cravos sangrentos,
Tudo que é amargo e cruel o Teu FILHO suportou na Cruz.
Morto DEUS, então porque vives Tu a Tua vida?
Porque não foste arrastada em morte parecida?

E como é que, ao morrer, não levou o Teu espírito,
Se o Teu Coração sempre uniu os dois espíritos?
Admito, não pode tantas dores em Tua vida
Suportar, aguentando se não com um amor imenso;

Se não Te alentar a força do nascimento Divino
Deixará o Teu Coração sofrendo muito mais.
Vives ainda, Mãe, sofrendo muitos trabalhos,
Já te assalta no mar onda maior e cruel.

Mas cobre Tua Face Mãe, ocultando o piedoso olhar:
Eis que a lança em fúria ataca pelo espaço leve,
Rasga o sagrado peito ao teu FILHO já morto,
Tremendo a lança indiferente no Teu Coração.

Sem dúvida tão grande sofrimento foi à síntese,
Faltava acrescentá-lo a Tuas chagas!
Esta ferida cruel permaneceu com o suplício!
Tão penoso sofrimento este castigo guardava!

Com O querido FILHO pregado a Cruz Tu querias
Que também pregassem Teus pés e mãos virginais.
ELE tomou para SI a dura Cruz e os cravos,
E deu-Te a lança para guardar no Coração.

Agora podes, ó Mãe, descansar, que possui o desejado,
A dor mudou para o fundo do Teu Coração.
Este golpe deixou o Teu corpo frio e desligado,
Só Tu compassiva guarda a cruel chaga no peito.

Ó chaga sagrada feita pelo ferro da lança,
Que imensamente nos faz amar o Amor!
Ó rio, fonte que transborda do Paraíso,
Que intumesce com água fartamente a terra!

Ó caminho real com pedras preciosas, porta do Céu,
Torre de abrigo, lugar de refúgio da alma pura!
Ó rosa que exala o perfume da virtude Divina!
Jóia lapidada que no Céu o pobre um trono tem!

Doce ninho onde as puras pombas põem ovinhos,
E as castas rolas têm garantia de suster os filhotinhos!
Ó chaga, que és um adorno vermelho e esplendor,
Feres os piedosos peitos com divinal amor!

Ó doce chaga, que repara os corações feridos,
Abrindo larga estrada para o Coração de CRISTO.
Prova do novo amor que nos conduz a união! (Amai uns aos outros como EU vos amo)
Porto do mar que protege o barco de afundar!

Em TI todos se refugiam dos inimigos que ameaçam:
TU, SENHOR, és medicina presente a todo mal!
Quem se acabrunha em tristeza, em consolo se alegra:
A dor da tristeza coloca um fardo no coração!

Por Ti Mãe, o pecador está firme na esperança,
Caminhar para o Céu, lar da bem-aventurança!
Ó Morada de Paz! Canal de água sempre vivo,
Jorrando água para a vida eterna!

Esta ferida do peito, ó Mãe, é só Tua,
Somente Tu sofres com ela, só Tu a podes dar.
Dá-me acalentar neste peito aberto pela lança,
Para que possa viver no Coração do meu SENHOR!

Entrando no âmago amoroso da piedade Divina,
Este será meu repouso, a minha casa preferida.
No sangue jorrado redimi meus delitos,
E purifiquei com água a sujeira espiritual!

Embaixo deste teto (Céu) que é morada de todos,
Viver e morrer com prazer, este é o meu grande desejo.




São José de Anchieta SJ (San Cristóbal de La Laguna, 19 de março de 1534 — Reritiba, 9 de junho de 1597) foi um padre jesuíta espanhol, um dos fundadores de São Paulo, declarado beato pelo papa João Paulo II e santo pelo papa Francisco. É cognominado de Apóstolo do Brasil.
Anchieta é o primeiro dramaturgo, o primeiro gramático e o primeiro poeta nascido nas Ilhas Canárias, e pai da literatura brasileira. O Padre Anchieta foi canonizado por um "canonização equivalente" em 02 de abril de 2014 pelo Papa Francisco.




terça-feira, 1 de abril de 2014

Os Sinos tocarão em todo o Brasil...



Toque dos Sinos às 09h da manhã!

José de Anchieta, Apóstolo do Brasil


 
Vaticano, (ACI).

O Papa Francisco vai presidir no dia 24 de abril uma Missa na igreja de Santo Inácio, em Roma, em ação de graças pela canonização do Beato José de Anchieta (1534-1597), o Apóstolo do Brasil, que será declarado santo por meio de um decreto pontifício neste 2 de abril. O Papa Francisco também vai assinar decretos de canonização equipolente de dois beatos franceses que promoveram a evangelização no Canadá: o bispo François de Montmorency-Laval (1623-1708) e a mística missionária Maria da Encarnação Guyart (1599-1672).

Nascido em Tenerife, nas Canárias (Espanha), o jesuíta chegou ao Brasil em julho de 1553, onde fundou juntamente com o padre português Manuel da Nóbrega um colégio em Piratininga, deu origem à cidade de São Paulo. José de Anchieta foi a Portugal aos 14 anos para estudar das Artes e Humanidades, em Coimbra, confiado aos jesuítas, anexo à Universidade local. Ali entrou no noviciado da Companhia de Jesus, e foi logo destinado à missão do Brasil.

Segundo a Rádio Vaticano, O Papa Francisco também vai assinar decretos de canonização equipolente de dois beatos franceses que promoveram a evangelização no Canadá: o bispo François de Montmorency-Laval (1623-1708) e a mística missionária Maria da Encarnação Guyart (1599-1672).

Os três futuros santos foram beatificados por João Paulo II a 22 de junho de 1980, com outras duas figuras da Igreja Católica na América, Pedro de Betancour (1626-1667) e Catarina Tekakwitha (1656-1680), entretanto canonizados.

A ‘canonização equipolente’, explica a Agência Ecclesia do Episcopado português, é um processo instituído no século XVIII por Bento XIV, através do qual o Papa “vincula a Igreja como um todo para que observe a veneração de um Servo de Deus ainda não canonizado pela inserção de sua festividade no calendário litúrgico da Igreja universal, com Missa e Ofício Divino”.

Francisco já recordou a este procedimento em outubro, com a Beata Ângela de Foligno (1248-1309), e em dezembro, com o jesuíta Pedro Fabro (1506-1546).
Beato José de Anchieta será canonizado no próximo 2 de abril

O Papa Francisco vai presidir no dia 24 de abril uma Missa na igreja de Santo Inácio, em Roma, em ação de graças pela canonização do Beato José de Anchieta (1534-1597), o Apóstolo do Brasil, que será declarado santo por meio de um decreto pontifício neste 2 de abril. O Papa Francisco também vai assinar decretos de canonização equipolente de dois beatos franceses que promoveram a evangelização no Canadá: o bispo François de Montmorency-Laval (1623-1708) e a mística missionária Maria da Encarnação Guyart (1599-1672).

Nascido em Tenerife, nas Canárias (Espanha), o jesuíta chegou ao Brasil em julho de 1553, onde fundou juntamente com o padre português Manuel da Nóbrega um colégio em Piratininga, deu origem à cidade de São Paulo. José de Anchieta foi a Portugal aos 14 anos para estudar das Artes e Humanidades, em Coimbra, confiado aos jesuítas, anexo à Universidade local. Ali entrou no noviciado da Companhia de Jesus, e foi logo destinado à missão do Brasil.

Segundo a Rádio Vaticano, O Papa Francisco também vai assinar decretos de canonização equipolente de dois beatos franceses que promoveram a evangelização no Canadá: o bispo François de Montmorency-Laval (1623-1708) e a mística missionária Maria da Encarnação Guyart (1599-1672).

Os três futuros santos foram beatificados por João Paulo II a 22 de junho de 1980, com outras duas figuras da Igreja Católica na América, Pedro de Betancour (1626-1667) e Catarina Tekakwitha (1656-1680), entretanto canonizados.

A ‘canonização equipolente’, explica a Agência Ecclesia do Episcopado português, é um processo instituído no século XVIII por Bento XIV, através do qual o Papa “vincula a Igreja como um todo para que observe a veneração de um Servo de Deus ainda não canonizado pela inserção de sua festividade no calendário litúrgico da Igreja universal, com Missa e Ofício Divino”.

Francisco já recordou a este procedimento em outubro, com a Beata Ângela de Foligno (1248-1309), e em dezembro, com o jesuíta Pedro Fabro (1506-1546).

O Beato foi escolhido como um dos intercessores da JMJ Rio 2013 que contou com a presença do primeiro Papa Jesuíta da história. O missionário chegou ao Brasil com apenas 19 anos, e exerceu também as funções de sacerdote, historiador, professor e poeta.

No próprio dia 2 de abril, em todas as Igrejas da Arquidiocese de São Paulo, às 14h, haverá repicar dos sinos pela canonização de Anchieta. Haverá uma surpresa para quem comparecer à Praça da Sé.

Segundo informa o site da Arquidiocese, São Paulo está em festa e convida todos a participar da Missa em ação de graças pela canonização de Anchieta, no domingo, 6/4, às 11h, na Catedral da Sé. A celebração será transmitida ao vivo pela TV Cultura e retransmitida, por meio de pool, por emissoras católicas, como a Canção Nova, Rede Vida e TV Aparecida, as que, até o momento, confirmaram.

Vaticano fará exposição com o manuscrito mais antigo da oração do Pai Nosso


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VATICANO, (ACI/EWTN Noticias).-

De 2 de abril a 22 de junho, nas galerias do Braço de Carlo Magno do Vaticano, será apresentada a exposição “Verbum Domini II”, que agrupa cerca de 200 manuscritos e documentos bíblicos antigos, entre os quais está o texto do Pai Nosso mais antigo que se conhece.

Na coleção que será exposta, também se encontra o fragmento mais antigo que se conhece do Evangelho de São Lucas, assim como um dos fragmentos mais antigos do Evangelho de João.

A exposição será patrocinada pelo Pontifício Conselho para a Cultura e auspiciada pela coleção privada
Green Collection, a maior em seu tipo a nível mundial.

Nesta exposição também se encontram o fascículo duplo do Codex Vaticanus, um dos manuscritos mais antigos que se conservou da Bíblia, assim como parte do Codex Sinaiticus, o primeiro manuscrito integral das Sagradas Escrituras, datado no século IV.

Entre outros valiosos documentos encontram-se três fragmentos dos textos dos profetas Daniel, Ezequiel e Jeremias, encontrados entre os pergaminhos do Mar Morto. Estes são, até a data, os mais antigos que se conhecem dos textos hebreus.

Para mais informação, pode ingressar em: http://www.verbum-domini.com/

Concerto em homenagem a João Paulo II oferecerá famosas interpretações da Ave Maria

 
Cidade do México - México (Gaudium Press) 

Entre as homenagens que são preparadas no México por ocasião da canonização de João Paulo II, evento que acontecerá em Roma, no próximo 27 de abril, está um grande concerto que ocorrerá na capital mexicana com as mais famosas interpretações da "Ave Maria", escritas pelos grandes mestres da música a partir do século XVI.

O evento, que será celebrado na Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe Rainha da Paz a partir das 19h no próximo dia 5 de abril, será oferecido pelo conjunto coral "In Dulci Jubilo", sob a direção do maestro Erick O. Sánchez.

Intitulada "Totus Tuus" (Todo seu) -lema que inspirou o Pontificado do Beato Papa polonês-, o coro executará um repertório de músicas que abarcam o gregoriano, ópera e obras renascentistas.
Entre as obras que serão interpretadas estará a "Ave Maria" de Bach, Jacobo Arcadelt e Caccini, assim como "Magnum Mysterium" de Tomas Luis de Victoria; o "Gloria" e "Domine fili" de Antonio Vivaldi; o "Ave Verum" de Mozart; "Tota Pulchra" de Borroni e a "Ave Maris Stella" de Edvard Grieg. Não poderá faltar a "Ave Maria" de Gorecki, que foi encomendada pelo próprio João Paulo II.

Em 2013, o conjunto coral "In Dulci Jubilo" também ofereceu um concerto por ocasião do Bicentenário das conclusões dos trabalhos da Catedral Metropolitana do México.

O evento não é o único que ocorrerá no país latino-americano por ocasião da canonização do Papa. Com o propósito de preparar este evento e dar a conhecer a figura e o legado do Pontífice polonês, a Arquidiocese do México vem realizando uma peregrinação com uma relíquia do próximo santo por todos os vicariatos da jurisdição eclesial.

Além disso, o semanário "Desde la Fe" -meio de comunicação da Arquidiocese do México- vem realizando três concursos para crianças, jovens e adultos sobre o Pontífice. (GPE/EPC)
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