segunda-feira, 9 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
Técnicas de Policromia no Período Colonial Brasileiro
De 10 a 13 de julho, o Museu de Arte Sacra de São Paulo oferece o Curso Prático "Introdução às Técnicas de Policromia no Período Colonial Brasileiro", com a prof. Regina Gierlemger, odontóloga, artista plástica, conservadora-restauradora e fundadora da Associação Paulista de Conservadores Restauradores de Bens Culturais (APCR).
Com carga horária de 32 horas, o curso promove o exercício prático de confecção de um retábulo com técnicas e cores do período colonial. Os alunos deverão trazer dois pincéis chatos de pelo de boi de 2 cm de largura (de boa qualidade) e um pincel redondo de pelo de marta nº 1 ou nº 2. Os demais materiais estão inclusos no valor do curso.
O Museu fornecerá certificado de participação.
Conteúdos
- Histórico - sobre os manuais e artista-materiais da época e improvisações regionais
- Preparo dos pigmentos e aglutinantes
- Douramento seletivo: esgrafito e drapeados
- Desenhos e moldes de transferências
- A figura: atributos, carnação e expressão
- Florões, conchas, projeção de sombras/chinesice/marmorização
- Acabamentos diversos
Período: 10 a 13 de julho de 2014
Aulas: 9h às 16hCarga horária: 32 horasVagas: 30Valor: R$ 960Inscrições: mfatima@museuartesacra.org.br
Informações: (11) 5627.5393Local: Museu de Arte Sacra de São PauloEndereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz. Metro Tiradentes.Estacionamento: Rua Jorge Miranda, 43 (gratuito)
Aulas: 9h às 16hCarga horária: 32 horasVagas: 30Valor: R$ 960Inscrições: mfatima@museuartesacra.org.br
Informações: (11) 5627.5393Local: Museu de Arte Sacra de São PauloEndereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz. Metro Tiradentes.Estacionamento: Rua Jorge Miranda, 43 (gratuito)
sábado, 7 de junho de 2014
FAOP lança o edital do processo seletivo do Curso Técnico em Conservação e Restauro
A Fundação de Arte de Ouro Preto | FAOP torna público o edital para o processo seletivo do Curso Técnico em Conservação e Restauro da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade | EARMFA para o segundo semestre de 2014, onde 20 vagas são oferecidas.
Com a finalidade de formar profissionais técnicos capacitados para analisar, diagnosticar e intervir em bens culturais móveis, o curso possui grade curricular total de 1552 horas e seu processo de ensino aprendizagem alia fundamentação teórica e o trabalho prático para a formação completa dos discentes.
Reconhecido pelo Ministério da Educação | MEC, o curso, com 90% de seus alunos formados inseridos no mercado de trabalho, possui estrutura sólida e conta com um qualificado corpo docente composto por 19 professores e ateliês equipados que trabalham com acervos de papel, escultura policromada e pintura de cavalete.
No primeiro momento do curso, o aluno entra em contato com as teorias de História da Arte, disciplina essencial para a formação crítica-analítica dos alunos, pois estuda a arte e suas manifestações através do tempo, estabelecendo a sua periodização e salienta as suas características artísticas, fornecendo, assim, a capacidade de reflexão dos alunos sobre a obra a ser trabalhada, permitindo a análise de sua estética, seu estilo e sua importância histórico-social.
Outra disciplina essencial estudada neste primeiro momento do curso é o Barroco, principal manifestação artística praticada nas colônias portuguesas no século XVII, sendo assim, uma estética prevalecente no acervo trabalhado nos ateliês do Núcleo de Conservação e Restauração.
No segundo momento do curso, o aluno adquire conhecimentos práticos de intervenções físicas e químicas, como remoção de camadas de pintura, reintelamento, reforço de borda, ilusionismo de douramento com pontilhismo entre outros e inicia os trabalhos em simulados, aplicando os conhecimentos assimilados.
Após o processo de aprendizagem técnica, o aluno vai para a etapa final do curso, realizando intervenções em obras por meio de análise, estudo de caso e intervenção física e química. Com a realização desses processos na aprendizagem, o curso garante uma formação de técnicos restauradores de excelência.
As inscrições para o processo seletivo, no valor de R$50,00, acontecem pelo site da FAOP de 9 de junho a 14 de julho. As provas serão realizadas no dia 19 de julho, sábado, das 9h às 12h, em local a ser informado até o dia 17 de julho. Para se inscrever, os interessados devem ter concluído ou estar cursando o 2° ano do ensino médio.
O exame de seleção se realizará por meio de questões objetivas de língua portuguesa, química e pela elaboração de uma redação dissertativa, conhecimentos básicos necessários para realizar o curso,
As aulas serão ministradas no período matutino e aos sábados, com possibilidade de aulas extras à tarde. As aulas tem início no dia 18 de agosto de 2014. O curso terá mensalidade de R$300,00.
Fonte: FAOP
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Exposição reúne 150 peças sacras apreendidas em 11 anos
Imagem de Nossa Senhora do Rosário é uma das atrações da mostra
Por Gustavo Werneck
| Integrantes do Iepha, MP e da secretaria estadual de cultura montam exposição, que vai até 20 de julho no Museu Mineiro, em BH |
De um lado, a reprodução do altar, em cores fortes, com a imagem de Nossa Senhora e o Menino. Do outro, a parede coberta de tinta preta, símbolo do patrimônio cultural dilapidado e de objetos degradados pelo tempo ou alterados de forma inadequada. Nesse espaço, estarão 150 peças sacras apreendidas, nos últimos 11 anos, pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e Polícia Federal. De amanhã a 20 de julho, moradores e visitantes poderão ver no Museu Mineiro, em Belo Horizonte, a exposição Patrimônio Recuperado, fruto da parceria entre o MPMG, Secretaria Estadual de Cultura e Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha). “O objetivo é que a mostra seja itinerante, para que pessoas de todas as regiões mineiras possam admirar o acervo e ajudar na identificação”, afirma o titular da Coordenadoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico (CPPC), Marcos Paulo de Souza Miranda.
Na tarde ontem, a equipe concluía o trabalho de disposição das peças, que terão, hoje, a companhia de uma das maiores atrações da mostra, a imagem de Nossa Senhora do Rosário, do distrito de Quinta do Sumidouro, em Pedro Leopoldo, na Grande BH. Além de imagens dos séculos 17, 18 e 19, em terracota e madeira, há prataria (turíbulos e coroas, por exemplo) e fragmentos de elementos artísticos de capelas e igrejas. Dividida em cinco módulos, a sala apresentará os temas O objeto como expressão de fé e devoção, representado pelo altar e colunas decoradas; A perda, explicando os furtos, que tiveram o auge no século passado; O descaminho ou o não-lugar, sobre as peças fora de sua origem; Apreensão, contando as operações desencadeadas em mais de 10 anos; e O retorno ou a Volta. A mostra faz parte da programação dos 200 anos de morte de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1737-1814), natural de Ouro Preto e patrono das artes no Brasil, e das comemorações do Ano do Barroco Mineiro.
“Minas já perdeu mais de 60% do seu patrimônio e, nesses últimos anos, já recuperarmos mais de 600 peças. Muitas voltaram aos locais de origem, mas precisamos identificar esse acervo e devolvê-lo. Há peças mineiras, de outros estados como São Paulo e Bahia e também da América espanhola”, explica Marcos Paulo. Ele lembra que, em 2003, marco no resgate do patrimônio mineiro desaparecido ao longo dos tempos, houve uma exposição, mas a de agora tem maior amplitude: “Esta mostra gera a socialização do conhecimento e poderá levar à mudança de comportamento quanto à preservação dos acervos. Trata-se, portanto, de um serviço de educação patrimonial e de interesse das comunidades, do poder público, enfim, de todos”, afirma o coordenador do CPPC.
Conservação
A superintendente de Museus e Artes Visuais/Secretaria de Estado da Cultura, Mária Renó Macedo, conta que as peças expostas não foram restauradas, mas higienizadas, tendo ficado, desde a apreensão, por determinação judicial, nas reservas técnicas do Museu Mineiro e do Iepha. Perto da parede pintada de preto, ela mostrou, ontem, as imagens degradadas (São Roque, São João Batista e Santo Antônio), e outras que tiveram, não se sabe exatamente o motivo, mãos adicionadas de forma grosseira.
“Ao abrigar a exposição Patrimônio Recuperado, o Museu Mineiro cumpre seu papel de apresentar ao público a produção artística de Minas, propondo uma reflexão sobre a importância de se resgatar obras de relevância intelectual e histórica, além de preservar e difundir a memória cultural de nosso estado”, afirmou a superintendente. Cada objeto exposto tem o nome, material usado, local da apreensão e, em alguns casos, possível procedência.
“Ao abrigar a exposição Patrimônio Recuperado, o Museu Mineiro cumpre seu papel de apresentar ao público a produção artística de Minas, propondo uma reflexão sobre a importância de se resgatar obras de relevância intelectual e histórica, além de preservar e difundir a memória cultural de nosso estado”, afirmou a superintendente. Cada objeto exposto tem o nome, material usado, local da apreensão e, em alguns casos, possível procedência.
Denuncie
Quem tiver informações sobre peças roubadas e quiser fazer denúncias, ENTRE EM CONTATO:
» Ministério Público de Minas Gerais
e-mail: cppc@mp.mg.gov.br e telefone
(31) 3250-4620
» Iphan
Para obter ou dar informações, basta acessar o www.iphan.gov.br e verificar o banco de dados de peças desaparecidas. Denúncias anônimas podem ser feitas pelo telefone (21) 2262-1971, fax (21) 2524-0482, pelo e-mail bcp-emov@iphan.gov.br, ou no próprio banco online
» Iepha-MG
www.iepha.mg.gov.br ou pelo telefone
(31) 3235-2812 ou 2813
SERVIÇO
Exposição Patrimônio Recuperado – aberta ao público de amanhã a 20 de julho, de terça a sexta-feira, das 10h às 19h; quinta, das 12h às 21h; e sábado e domingo, das 12h às 19h.
Local: Museu Mineiro – Sala de Exposições Temporárias, na Avenida João Pinheiro, 342, no Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Entrada gratuita.
Fonte: EM.com.br
Barroco Itália Brasil – Prata e Ouro
Data: de 10.06.2014 até 07.09.2014
Local: Casa Fiat de Cultura
A mostra inédita reúne, pela primeira vez no mundo, obras que apresentam ao público a face luminosa da escultura barroca italiana do século XVII e de grandes artistas do Barroco mineiro e brasileiro que traduzem a riqueza histórica e artística do período colonial.
Informações Adicionais:
3ª a 6ª das 10h às 21h, sáb., dom. e feriados das 14h às 21h.
Telefone: 31 3289-8900
Entrada Franca
Fonte: Governo de Belo Horizonte
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Curso de Douração
El RINCON ESPAÑOL
Curso de Dourado:
*Dourado a base da agua , bruñido con piedra de agata. (tecnica secular)
*Dourado a base de mordente.
*Esgrafiado con pigmento naturales.
*Cinzelado (punçao).
*Imitacion a marmol.
BASES A DOURAR: *Gesso, Madeira, Vidro, Ferro e Pedra.
TODOS OS Materiais:
*Carbonato calcico. *Cola organica. *Bolo de armenia. * Folha de Ouro 22kt. *Pigmentos naturales.
DATA DO CURSO 09 DE JUNHO A 14 DE JUNHO - DE Segunda a Sexta - De 09hs, A19hs. Sabado, De 09hs A 13:00hs
INVERSION Reales Mil e Quinentos (RS 1.500.00) que pode ser parcelado. Para confirmar, sera necessario uma senha de Reales Doscentos.(RS,200.00)
Para mais informaçoes 032-33552871 – 032-88732871
Fonte: Jose Manuel Bajo Fernandes
Ateliê Rincon Español
Fotos: Ateliê Rincon Español
Curso de Dourado:
*Dourado a base da agua , bruñido con piedra de agata. (tecnica secular)
*Dourado a base de mordente.
*Esgrafiado con pigmento naturales.
*Cinzelado (punçao).
*Imitacion a marmol.
BASES A DOURAR: *Gesso, Madeira, Vidro, Ferro e Pedra.
TODOS OS Materiais:
*Carbonato calcico. *Cola organica. *Bolo de armenia. * Folha de Ouro 22kt. *Pigmentos naturales.
DATA DO CURSO 09 DE JUNHO A 14 DE JUNHO - DE Segunda a Sexta - De 09hs, A19hs. Sabado, De 09hs A 13:00hs
INVERSION Reales Mil e Quinentos (RS 1.500.00) que pode ser parcelado. Para confirmar, sera necessario uma senha de Reales Doscentos.(RS,200.00)
Para mais informaçoes 032-33552871 – 032-88732871
Fonte: Jose Manuel Bajo Fernandes
Ateliê Rincon Español
Fotos: Ateliê Rincon Español
domingo, 1 de junho de 2014
Museu de Sant’Ana e biblioteca do barroco em Tiradentes (MG) serão abertos até o fim deste ano
Além dessas duas atrações culturais, a cidade histórica deve receber ainda outras duas estruturas, que fazem parte de um projeto acadêmico da UFMG, uma espécie de campus avançado.
Religiosidade e imagens sacras são características marcantes da cultura e das tradições de Minas Gerais. As centenas de igrejas barrocas no interior do estado, as obras de Aleijadinho em Congonhas e o Museu do Oratório em Ouro Preto são alguns dos pontos mais visitados por quem busca conhecer nossas raízes históricas. Até o fim deste ano, uma das mais importantes cidades do circuito histórico mineiro, conhecida pelo seu excelente nível de conservação, passa a ter ainda mais atrativos para o turismo religioso: Tiradentes deve abrir ao público um museu com 230 esculturas de Sant’Ana – a mãe da Virgem Maria.
Todas as imagens, esculpidas entre os séculos XVII e XIX, foram doadas pela empresária e colecionadora Angela Gutierrez, que também dirige o Instituto Cultural Flávio Gutierrez. “É a terceira coleção que estou doando para o patrimônio público”, conta. Os acervos do Museu do Oratório e do Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte, também pertenciam à empresária.
Com três anos de atraso, a restauração do prédio da antiga cadeia de Tiradentes, que abrigará o Museu de Sant’Ana, e que fica na rua Direita, em frente à Capela do Rosário, já está em sua fase final. Segundo Angela Gutierrez, foi um desafio adequar o espaço protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) às regras impostas pelo órgão federal. “Atrasou tudo. Eles (Iphan) demoraram para aprovar o projeto, o que retardou o início da obra. É muito complexa a implantação de um museu. Tem de ser um trabalho cuidadoso e muito criterioso, principalmente por ser em um prédio com quase 300 anos de existência”, afirma a colecionadora. O espaço também abrigará um café, uma loja e um lounge.
De acordo com o arquiteto responsável pelo projeto museógrafo do Museu de Sant’Ana, Pedro Mendes da Rocha, as salas para a exibição das imagens sacras terão estantes metálicas, para não influenciarem a madeira das peças, ou seja, não atraírem cupins, fungos ou bactérias. Além disso, o projeto prevê uma iluminação distribuída uniformemente pelas esculturas, e como parte da identidade do museu, cada sala terá uma estante de cor diferente. “Fazer a expografia é um grande desafio, pois tem de ser extremamente eficiente. O objetivo é mostrar da melhor forma possível as imagens de Sant’Ana, e, claro, de forma didática. Nosso trabalho teve como meta a economia de recursos, para evitar qualquer floreio”, explica o arquiteto.
A criação do novo museu em Tiradentes faz parte de uma parceria entre o Instituto Cultural Flávio Gutierrez e a UFMG. A universidade mineira possui quatro imóveis na cidade que pertencem à Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade. Nesses locais já estão sendo implantados o Museu Casa Padre Toledo, um centro de experimentação para a produção de conteúdos culturais e didáticos multimidiáticos e uma biblioteca especializada no barroco mineiro e obras do século XVIII. Esta última, também prevista para ser inaugurada no fim do ano. “Temos R$ 3 milhões para investir no acervo: uma parte em livros e outra em conteúdo digital”, conta o superintendente executivo da Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade, Jacyntho Lins Brandão. Por Fernanda Nazaré
Fonte: Portal UAI
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