terça-feira, 27 de setembro de 2016

IMAGENS E LITURGIA NA IDADE MÉDIA (Portugal)




IMAGENS E LITURGIA NA IDADE MÉDIA
3º Seminário Internacional de História da Arte
20 e 21 de Outubro de 2016


IMAGES AND LITURGY IN THE MIDDLE AGES
3rd International Seminar on History of Art
20 and 21 October 2016



O seminário que avança agora para a 3ª edição, pretende promover a apresentação de estudos recentes e inovadores sobre a arte figurativa cristã realizada entre os séculos V e XV, em diferentes territórios e no contacto com distintas culturas e religiões. Conta com a participação de especialistas em várias áreas da História da Arte e de diferentes nacionalidades, académicos e também profissionais de outras instituições em que a arte medieval tem grande relevo, em particular os museus. Promover a estreita partilha de conhecimentos entre as universidades e os museus é, aliás, um dos fortes objectivos destes seminários, desde o seu início.
Destinado não apenas a historiadores da arte e alunos, pretende ser também a face visível e compreensível de trabalhos de investigação recentemente desenvolvidos, para um público não especializado mas que demonstra interesse pelo património artístico e pela História.
Pretende-se, ao longo das sessões temáticas, questionar, debater e procurar entender as obras de arte figurativa nos seus contextos espacial, textual, ritual e/ou cultual (liturgias religiosas ou "políticas"), bem como entender o posicionamento da arte portuguesa no contexto artístico da Cristandade de então. Sendo Portugal um dos reinos medievais da Península Ibérica, e tendo mantido, desde a sua formação, múltiplos contactos com outros reinos do Ocidente e do Oriente, a arte portuguesa destes séculos deverá reflectir o intercâmbio de modelos e dos "saber fazer" postos em prática por artistas e comitentes, autóctones e estrangeiros. Por isso, e porque este é um campo de estudo que, em Portugal, tem ainda um amplo espaço de debate e de reflexão, o Seminário pretende dar um forte e inovador contributo.

This meeting aims to promote the presentation of the latest and innovative studies on figurative art produced from the 5th to the 15th centuries, in different territories and in contact with several cultures and religions. A whole team of experts from different fields and nationalities will participate, those including academics and professionals from other institutions where medieval art plays a definitive role, particularly museums. One of the stated goals of this initiative is actually to prompt knowledge exchange between universities and museums, two of the main institutions where research on medieval art is produced.
The main scientific aim is to question, debate and try to understand the works of art in their spatial contexts, textual, ritual and/or cult (religious or "political" liturgies), as well as to improve and expand knowledge on the role played by Portuguese art in the broader European and Christian contexts. Portugal - one of the medieval kingdoms of the Iberian Peninsula - maintained since its formation in mid-twelve century multiple contacts with other Western and the Eastern Kingdoms of the Iberian Peninsula. The Portuguese art of these centuries should reflect the artistic transfers and "know-how" implemented by artists and patrons, both native and foreign. This is a field of study in Portugal, as in other countries, which still has a wide room for debate and reflection.

Inscrições Registration

20,00€ (público em geral) | 15,00€ (alunos - com comprovativo)
*Inclui a assistência a todas as palestras, documentação, coffee-breaks, visita orientada ao MNAA, certificado de participação.

€20.00 (general public) | €15.00 (students - with proof)
*It includes attendance to lectures, materials, coffee-breaks, guided visit (MNAA) and certificate of attendance.


Organização Organization

Instituto de Estudos Medievais (IEM) Institute of Medieval Studies
Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja (SNBCI) National Secretariat for the Cultural Heritage of the Church
Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) National Museum of Ancient Art


Informações Informations

(+351) 218 855 481 | info@bensculturais.pt


Local Location

Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa (entrada pela R. das Janelas Verdes)
Nacional Museum of Ancient Art, Lisbon (entrance by R. das Janelas Verdes)

‘Conservação e Restauro’ é tema de palestra no Pelourinho na próxima quarta (28)


foto: Boqueirão - IPAC

A palestra ‘O Pensamento da Conservação e Restauração de Bens Culturais’ é a próxima atividade do Centro de Documentação e Memória (Cedom), que acontece na quarta-feira (28), às 14h, no número 29 da Rua Gregório de Mattos, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador. A palestrante é a arquiteta e mestre em Conservação e Restauro pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), Lígia Larcher, técnica do quadro permanente do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).

“Vamos compartilhar conhecimentos acerca do pensamento da conservação e restauro, desde a sua gênese, passando pelos pensadores que deram forma e conteúdo à nossa maneira de pensar o patrimônio cultural e a sua preservação”, explica Larcher. Segundo ela, será um bate-papo de temas relativos à memória, à história e à arte. Lígia também é especializada em Conservação e Restauração e Monumentos e Conjuntos Históricos pela Ufba. O evento é gratuito e aberto a interessados nas áreas de arquitetura, urbanismo, arte, museologia, restauro, dentre outras.

CURSOS e PALESTRAS – O Cedom/IPAC é referência na área de documentação e arquivos sobre o patrimônio cultural, desenvolvendo palestras, cursos e atividades educativas. O equipamento se responsabiliza pela custódia, conservação, processamento técnico e divulgação de textos, fotografias, vídeos, mapas, plantas arquitetônicas e publicações produzidas pelo IPAC ao longo de 50 anos. O Centro dispõe de 4,7 mil documentos, plantas baixas, projetos e cadastros arquitetônicos, mapas, croquis e esboços produzidos entre os anos de 1969 e 2016.

O Cedom/IPAC também tem um arquivo fotográfico com cerca de 150 mil imagens. Há fotos digitais e analógicas (impressas e negativas) em preto e branco e coloridas. Filmes, fotogramas, slides, reproduções antigas e álbuns complementam o conjunto. Além da Biblioteca Manuel Querino com 220 obras raras datadas dos séculos XVIII, XIX e XX.

A palestra integra a programação comemorativa do Cinquentenário do IPAC que acontece até setembro de 2017, com ações e projetos anunciados a cada mês. O Cedom é responsável ainda pelos livros editados pelo IPAC, com títulos como Festa da Boa Morte, Carnaval de Maragojipe, Desfile de Afoxés e Escola Parque: http://www.ipac.ba.gov.br/downloads#aba-4. Mais informações: (71) 3116-6945 e endereço coad.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse:www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.



SERVIÇO

O que: Palestra – ‘O Pensamento da Conservação e Restauração de Bens Culturais’

Quando: 28 de setembro, às 14h

Onde: Centro de Documentação e Memória (Cedom) do IPAC – Rua Gregório de Matos, nº 29 – Pelourinho, Centro Histórico de Salvador

Contatos: (71) 3116-6945




Fotos: Elias Mascarenhas e Lázaro Menezes
Fonte: IPAC

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Exposição no Amapá reúne peças que retratam sobre arte sacra

Artista Augusto Leite expõe coletânea de 25 peças em Macapá.
Evento acontece no dia 30 de setembro, em uma casa de shows na capital.

texto de Jéssica Alves Do G1 AP


Exposição reúne 25 peças que retratam sobre arte sacra (Foto: Augusto Leite/Arquivo Pessoal)

O artista plástico paraense Augusto Leite realiza no dia 30 de setembro, em Macapá, a exposição ‘Con"vida’, coletânea de 25 peças que retratam sobre arte sacra, estilo que adotou em suas obras. O evento será realizado em uma casa de eventos na Rodovia JK, bairro Jardim Marco Zero, Zona Sul da capital. A exposição antecede o show do cantor Zeca Baleiro.

O evento será aberto ao público a partir das 19h e os participantes poderão ver quadros que retratam diferentes passagens bíblicas, apresentadas com estilo mais moderno, livre do academicismo. Augusto Leite define esta nova fase, de Pós-Sacro Modernista.

“Meu trabalho é reflexo da vivência em seminário com o sacro, e também da associação e da comparação do calvário com o sofrimento daqueles que tem problemas mentais, transformando isso tudo em arte, mas também gosto de paisagens e retratos", ressaltou.
Artista plástico Augusto Leite promove exposição
em Macapá (Foto: Augusto Leite/Arquivo Pessoal)

É a décima vez que artista plástico expõe suas obras. Paraense de nascimento, Leite vive no Amapá há cerca de 13 anos e incentivado pelos também artistas plásticos Wagner Ribeiro e Miguel Arcângelo, iniciou no mundo das artes plásticas.

Apaixonado por viagens, aprimorou sua técnica no Peru, onde se encantou pela pintura cusquenha e passou dos pincéis para a espátula.

O artista transformou a casa onde mora em um ateliê, onde expõe o seu trabalho, a coleção de quadros de artistas locais, e obras que traz de suas viagens nacionais e internacionais. Ele também coleciona souvernirs e peças antigas que completam seu ambiente, que é uma espécie de museu.

“Que for assistir o Zeca Baleiro terá a oportunidade de apreciar meu trabalho, que é o reflexo artístico de um ex-seminarista, que remete a dor e sofrimento de um calvário à psiquiatria, e transforma em arte”, enfatizou.

Serviço
Exposição ‘Con"vida’ de Augusto Leite
Data: 30 de setembro
Hora: 19h
Local: Golden House – Rotatória da Rua Jovino Dinoá com Rodovia JK, Jardim Marco Zero

Fonte: G1 AP

sábado, 24 de setembro de 2016

LAS IGLESIAS Y CONVENTOS DESAPARECIDOS DE MADRID

Es de sobra conocido que a Madrid se la podía considerar una “ciudad conventual”, como lo demuestra que en menos de 100 años, desde el reinado de Felipe II hasta el de Felipe IV se fundaron 48 establecimientos monásticos, entre monasterios, fuera de las murallas, y conventos, dentro de las mismas; tanto masculinos como femeninos

Las causas de sus desapariciones, no solo se debió al lógico deterioro por el paso de los años o por la pobreza de los materiales de construcción; hubo tambien intereses urbanísticos, políticos e incluso de las mismas órdenes y la propia Iglesia, que contribuyeron activamente a que esto sucediera.
Entre las causas mas importantes voy a mencionar solo las mas relevantes:
En primer lugar.la actuación del Rey José Bonaparte,hermano de Napoleón.
El pueblo de Madrid también le apodó "El rey plazuelas", puesto que abrió muchas plazas en la capital,en su afán de mejorarlo y ampliar espacios, principalmente derribando iglesias y conventos. 

La más importante fue la plaza de Oriente, delante del Palacio Real.
En segundo lugar las desamortizaciones (porque fueron varias):
La desamortización española fue un largo proceso histórico, económico y social iniciado a finales del siglo XVIII con la denominada «Desamortización de Godoy» (1798) —aunque hubo un antecedente en el reinado de Carlos III de España— y cerrado bien entrado el siglo XX (16 de diciembre de 1924). Consistió en poner en el mercado, previa expropiación forzosa y mediante una subasta pública, las tierras y bienes que hasta entonces no se podían enajenar (vender, hipotecar o ceder) y que se encontraban en poder de las llamadas «manos muertas», es decir, la Iglesia Católica y las órdenes religiosas —que los habían acumulado como habituales beneficiarias de donaciones, testamentos y abintestatos— y los llamados baldíos y las tierras comunales de los municipios, que servían de complemento para la precaria economía de los campesinos
La desamortización de Mendizábal, ministro de la regente María Cristina de Borbón, en 1836, tuvo unas consecuencias muy importantes para la historia económica y social de España.
Los pequeños labradores no pudieron entrar en las pujas y las tierras fueron compradas por nobles y burgueses urbanos adinerados, de forma que no pudo crearse una verdadera burguesía o clase media en España que sacase al país de su marasmo
Por último al inicio de la II República en 1931:donde el el nuevo orden constitucional debía amparar la libertad de conciencia y desarrollar un proceso de secularización que permitiera superar la tradicional identificación entre el Estado y la Iglesia Católica,ocurrieron unos hechos,cuyo desencadenante fué el siguiente:
En la mañana del domingo 10 de mayo de 1931 se inauguraba en la calle Alcalá el Círculo Monárquico, que fue considerada por algunos republicanos como una provocación, su respuesta fue el intento de incendiar los locales del diario monárquico ABC de Madrid,por lo que tuvo que intervenir la Guardia Civil, debido a los incidentes que se produjeron.
Al día siguiente, grupos incontrolados quemarán 11 edificios. Entre ellos, la iglesia y residencia de los jesuitas de la calle Flor, el convento de monjas bernardas contiguo y la iglesia y convento de las Carmelitas de la Plaza de España.
Se sabe que el ministro de la Gobernación Miguel Maura , de nuevo intentó sacar a la calle a la Guardia Civil para restablecer el orden pero al igual que la noche anterior se encontró con la oposición del resto del gabinete y especialmente de un ministro —a quien Maura en sus Memorias identificó como Manuel Azaña.
Entre los días 11 y 12 de Mayo de 1931 se quemaron intencionadamente en Madrid muchos edificios religiosos que provocó la pérdida irreparable de las construcciones y obras de arte,como cuadros de Zurbarán, Van Dyck y Claudio Coello entre otros,mas de 80.000 volúmenes, con ediciones príncipes de Lope de Vega,Quevedo o Calderón e incunables. 100.000 copias de canciones populares de el Padre Antonio Martinez etc.
Con todo aún a nuestros días, han llegado bastantes edificios, que ya comentéen otro blog, con su respectivo patrimonio.



GLESIA DEL BUEN SUCESO
Se trataba de una modesta iglesia de Madrid que delimitó la parte oriental de la Puerta del Sol (Madrid). La Iglesia procede de una remodelación del Hospital Real de la Corte (construido en 1483). Estuvo haciendo funciones de iglesia y hospital desde 1590. Su lonja fue lugar de reunión durante varios siglos. El reloj de la iglesia sería importante durante este periodo hasta que fue instalado uno de mejor prestaciones en la Casa de Correos. Su demolición coincidió con la desamortización de Mendizabal que dejó hueco a la ampliación posterior que se hizo en la Puerta del Sol.






IGLESIA DE SAN SALVADOR
Fundado por Santo Domngo de Guzmán. uno de los primeros conventos intra muros de Madrid, derribado para «despejar» la plaza que lleva su nombre entre 1868 y 1870
En la iglesia de este convento fueron enterrados numerosas personalidades conocidas: doña Berenguela, hija de Alfonso X el Sabio; doña Constanza, nieta de Pedro I el Cruel y priora del convento; el propio rey Pedro I que primeramente fue enterrado aquí por orden de su nieta Constanza y cuya estatua orante se encuentra hoy en el Museo Arqueológico; ue uno de los diez antiguos templos de Madrid que aparece descrita en el fuero del año 1202.1 Se encontraba inicialmente en la calle Mayor adyacente a la plaza de la Villa. La parroquia se agrupa en la parroquia de San Salvador y San Nicolás ubicada actualmente en la madrileña plaza de Antón Martín, que reagrupa los feligreses de San Nicolás. En su recinto se enterraron personajes como Pedro Calderón de la Barca, Antonio Ponce de León, duque de Arcos o el conde de Campomanes.
San Salvador, sede del Ayuntamiento o Concejo hasta la construcción de la Casa de la Villa, terminada a finales del XVII. Una placa nos recuerda que en ella celebraron durante más de tres siglos sus sesiones públicas los Regidores del Concejo de Madrid creado por Real Cédula de Alfonso XI el 6 de enero de 1346. La parroquia fue demolida en 1842.


IGLESIA DE SAN FELIPE EL REAL
Fundado en 1547, junta la Puerta del Sol , entre las calles Esparteros y Mayor.su atrio era el "Mentidero de la Villa".
En el año 1660 se fundó un oratorio dedicado a este santo en la plaza del Ángel. En 1769, tras la expulsión de los jesuitas, Carlos III concedió a los filipenses la iglesia que los jesuitas tenían en la calle Mayor a cambio de poder derribar su oratorio para poder ensanchar la plazuela del Ángel. La única condición que puso el rey fue que la iglesia siguiera dedicada a San Francisco Javier y que mantuvieran el cuerpo de dicho santo en el altar.


IGLESIA DE SAN FELIPE EL REAL
Situado entre las calles Esparteros y Mayor.su atrio era el "Mentidero de la Villa".donde la gente conocía todo lo que ocurria en el Madrid de entonces.
El convento junto con la iglesia fue derribado con la desamortización de Mendizábal y en su lugar se construyó un mercado y el primer pasaje comercial cubierto de Madrid, denominado de San Felipe Neri. Desaparecidos el pasaje y el mercado se levantaron unas casas de viviendas.


IGLESIA DE SANTA MARÍA DE LA ALMUDENA
Creció desde la base de una antigua mezquita de aquel Magerit primigenio. Al menos desde el siglo XI estuvo allí creciendo, modificando su traza, remozándose, ampliándose y dando cobijo a los feligreses madrileños desde que Madrid es Madrid. Nadie como Mesoneros Romanos describió el ambiente costumbrista de la capital y fue en su tiempo cuando surgió la «necesidad» de acabar con el Madrid medieval para convertirlo en una ciudad «moderna». Fue él precisamente uno de los que sugirió que la derribasen en su «Proyecto de Mejoras Generales de Madrid»




e la Sagra. La iglesia se encontraba pegada a las murallas de Madrid y esta situación impedía obras de ampliación.La iglesia se vio afectada por el gran incendio de la Plaza Mayor en 1790. A pesar de ser restaurada, durante las reformas urbanísticas de José I, fue derribado el templo, quedando en su lugar el espacio de la Plaza de San Miguel. Esta iglesia fue el lugar donde fue bautizado Lope de Vega.




CONVENTO DE SANTO DOMINGO
Fundado por Santo Domngo de Guzmán. uno de los primeros conventos intra muros de Madrid, derribado para «despejar» la plaza que lleva su nombre entre 1868 y 1870
En la iglesia de este convento fueron enterrados numerosas personalidades conocidas: doña Berenguela, hija de Alfonso X el Sabio; doña Constanza, nieta de Pedro I el Cruel y priora del convento; el propio rey Pedro I que primeramente fue enterrado aquí por orden de su nieta Constanza y cuya estatua orante se encuentra hoy en el Museo Arqueológico;
Este convento, lamentablemente desaparecido en 1868, llegó a ocupar, tras sucesivas donaciones o compras de terreno, una grandísima extensión a lo largo de la Cuesta de Santo Domingo. Su enorme huerta, famosísima, fué conocida como Huerta de la Priora.
En clausura:hay la pila bautismal donde han sido bautizados todos los reyes y la imagen de la Virgen denominada la Madona de Madrid. La pila bautismal, donde fue bautizado el propio Fernando III el Santo quien puso a las monjas dominicas bajo su protección, es de piedra y está recubierta por un engaste de plata realizado en 1771 .




IGLESIA DE SAN JUAN
Célebre por albergar los restos mortales de Velázquez desde 1660, fue también derribada en 1811 por José I Bonaparte para ampliar la plaza. La construcción de un aparcamiento y las excavaciones en busca de Velázquez, enterrado en esta iglesia, ofrecieron un número importante de hallazgos arqueológicos, de los cuales se ha conservado una parte bajo un cristal.Al final de la escalera que conduce al aparcamiento subterráneo, una pequeña estancia muestra cuatro paneles explicativos sobre la evolución de la plaza, la iglesia y el mundo islámico. Además, una vitrina exhibe réplicas de algunos de los restos cerámicos hallados.Muy próxima a San Juan se hallaba la primitiva iglesia de Santiago, en la plazuela del mismo nombre. Ambas fueron derribadas por orden de José I, sin embargo poco después, en 1811, éste mandó construir una nueva iglesia casi en el mismo lugar.


IGLESIA DE SAN LUÍS OBISPO


Fue un templo católico de la ciudad española de Madrid, situado en la calle de la Montera.Construida entre 1679 y 1689, por Tomás Román sobre una construcción previa que databa del siglo XVI

IGLESIA DE SAN LUIS OBISPO
la iglesia fue incendiada en marzo de 1936, durante la Segunda República Española. Era la iglesia a la que Unamuno iba a misa en la década de 1880. Los restos fueron demolidos en 1943. El retablo mayor, obra de Juan de Villanueva, databa de 1734-1740. Sólo se conservó el pórtico, de estilo barroco, que años después terminaría trasladándose a la iglesia del Carmen, hacia 1950. El encargado de la erección de la portada fue José Jiménez Donoso.


HOSPITAL DE LA LATINA
Convento de la Concepción Franciscana:
Fundado en 1512,con el Hospital adjunto de La Latina, por Beatriz Galindo, camarera de Isabel la Católica
Tres años más tarde se trasladaron a unos terrenos que Francisco Ramírez,apodado "El Artillero" esposo de Beatriz Galindo, cedió para la construcción de un nuevo edificio en la calle Concepción Jerónima.


HOSPITAL DE LA LATINA
.El hospital actual es del S.XIX La portada, se conserva en la Escuela de Arquitectura de Madrid.


HOSPITAL DE LA LATINA Escalera.
En su iglesia estuvieron los sepulcros (que nunca llegaron a ser utilizados) de la fundadora y de su marido que, en la actualidad, se hallan en la antigua capilla del Museo Municipal.


IGLESIA DE SAN JOSÉ
Fué Convento de Carmelitas Descalzos de San Hermengildo, tras la Desamortización, el convento se derribó y la iglesia pasó a ser Parroquia, como aún existe y en el solar, se construyó el Teatro Apolo.Mas tarde hubo otro evento que relato a continuación.


IGLESIA DE SAN JOSÉ
En foto de 1905, con la antigua casa del párroco y
Alfonso XIII derribando simbolicamente con una piqueta de plata la casa del cura de la iglesia de San José,inaugurando así las obras para la construcción de la Gran Vía.


CONVENTO DEL ESPIRITU SANTO
En la parte izquierda del declive hacia Neptuno se estableció en 1599 el convento de Espíritu Santo, de Padres Clérigos Menores, que quedó vació tras un violento incendio ocurrido en 1823 —dicen que intencionadamente— mientras asistía a un acto religioso el duque de Angulema (el de los cien mil hijos de San Luis), y ya no se rehizo.


CONVENTO DEL ESPIRITU SANTO
En 1834 se habilitó la iglesia para acoger la reunión de las Cortes Generales hasta 1841, año en el que fue demolido y construido en su solar el nuevo y actual edificio del Congreso de los Diputados, obra del arquitecto Pascual y Colomer e inaugurado en 1850


CONVENTO DE LOS CARMELITAS DESCALZOS
Fué uno de los que ardieron en 1931
hoy día es la iglesia parroquial de Santa Teresa y San José, situado en la plaza de España de Madrid y perteneciente a la orden carmelita.


CARMELITAS DE LOS CARMELITAS DESCALZOS
Durante la quema de conventos de 1931 sufrió graves daños. Por último, al finalizar la Guerra Civil, el edificio hubo de ser totalmente restaurado a consecuencia del incendio que destruyó gran parte de la iglesia durante el conflicto. En la actualidad, el convento y la iglesia pertenecen a la orden de carmelitas descalzos, en donde están establecidas la residencia de religiosos y una residencia de ancianos, cumpliendo la iglesia funciones de parroquia.



IGLESIA DE SANTA CRUZ
En el S.XV se construyó el templo junto a la iglesia del Salvador, con una alta torre, la mayor de la ciudad, donde se veia al oso, al madroño y al dragón, simbolos de la ciudad.Casi se detruye por un incendio en 1620




IGLESIA DE SANTA CRUZ
Se construyó en el S.XIII en uno de los arrabales de la ciudad.El templo primitivo, estaba en la Plaza de Santa Cruz esquina a la de la Bolsa, siendo primero una ermita con derecho a parroquia, desde el tiempo de los árabes, ya que vivian alli muchos cristianos.




CONVENTO DE SANTO TOMÁS


El desaparecido colegio y convento de Santo Tomás (denominado también Colegio de Atocha) fue un conjunto de edificios perteneciente a los religiosos dominicos, bajo la advocación de Santo Tomás de Aquino, en Madrid.
Estaba ubicado en el arrabal de Santa Cruz, dando su fachada principal a la calle de Atocha. Su localización exacta se sitúa cerca de la actual plaza de Santa Cruz, ocupando parte del solar de la moderna iglesia de la Santa Cruz. Fue erigido a mediados del siglo XVII, siendo un buen ejemplo de la arquitectura barroca española. El convento tenía anexo un gabinete destinado a la enseñanza de Teología, Filosofía y Retórica (Colegio de Santo Tomás), dependiente inicialmente de los dominicos del Real Monasterio de Nuestra Señora de Atocha. El conjunto se componía de un convento que hacía las funciones de colegio, un patio y una iglesia de grandes dimensiones.
Iglesia y convento fueron exclaustrados y desamortizados en 1836, pasando a tener numerosos usos, desde centro administrativo hasta cuartel de la Milicia Nacional. El conjunto desapareció del todo tres años después de haber sufrido un fuerte incendio, acaecido en 1872.2 La primitiva iglesia de la Santa Cruz, construida en el siglo XVII (1583), anexa al convento de Santo Tomás, también se vio afectada por el incendio.




CONVENTO DE LA TtRINIDAD CALZADA
Es interesante, tanto por su historia como por su arquitectura como veremos, a continuación. La fecha de su fundación es 1562 pero no se empezó a construir hasta 1590; según la tradición fue el propio Felipe II quien colaboró en la realización de sus planos.
La iglesia se construyó bajo la dirección del maestro de obras, Gaspar Ordóñez. Se levantaba sobre una planta de cruz latina, con crucero, cúpula sobre pechinas y pilastras de orden corintio. En la fachada principal que daba a la calle de Atocha, destacaba su portada, siguiendo la estructura habitual, flanqueada por columnas y rematada por un bajo relieve que representaba la Santísima Trinidad.




CONVENTO DE LA TtRINIDAD CALZADA (actual)
La iglesia se cerró al culto, acondicionándose como “Sala de Exposiciones de Pinturas de la Real Academia de San Fernando”, así como Museo Nacional.
Asimismo, se aprovechó dicho espacio para almacenar la gran cantidad de pinturas y esculturas que fueron exclaustradas de los conventos y monasterios desamortizados de la provincia de Madrid. La mayoría de las obras de este improvisado museo se trasladaron, más tarde, al Museo del Prado. Hoy dia Sólo queda en pie la Capilla del Ave María, que podemos ver en la calle de Doctor Cortezo, al lado del cine Ideal y que hoy es un “Comedor de Caridad”.




IGLESIA DEL BUEN SUCESO
Entre las calles de Quintana y Buen Suceso estuvo el hospital e iglesia del Buen Suceso, con emplazamiento primitivo en la Puerta del Sol, entre Alcalá y la Carrera de San Jerónimo. Fue construido en 1867 por Agustín Ortiz de Villajos y derribado en 1975. En su lugar se levanta una nueva iglesia de estilo moderno y un gran edificio comercial y de oficinas con fachada de acero inoxidable.




IGLESIA DEL BUEN SUCESO
Ejemplos del bombardeo contra la población indefensa del barrio de Argüelles: una casa en la calle de Ferraz y la Iglesia del Buen Suceso en Princesa






CONVENTO DE AGUSTINOS RECOLETOS
Fundado en 1592.El Convento de los Agustinos Recoletos o de Copacabana, en la ciudad de Madrid, estuvo en los terrenos ocupados actualmente por la Biblioteca Nacional y el Museo Arqueológico Nacional, así como por diversas manzanas de viviendas. Este convento dio nombre al conocido Paseo de Recoletos de Madrid, nombre que hace referencia a los religiosos agustinos 'recoletos' antiguos dueños del convento y de los predios adyacentes. Tenía el convento capillas tan populares como la de la Virgen de Copacabana y la del Cristo del Desamparo, de Alonso de Mena, llevado luego a la iglesia de San José. Y una bodega de gran nombradía, que despachaba vino a todo aquel que lo requería.En este convento fue enterrado el pintor pacense Francisco de Zurbarán, pero sus restos se perdieron durante el derribo del convento.




 

NOVICIADO DE JESUITAS Y MONTSERRAT
Casa del Noviciado de la Compañía de Jesús (1605-1843), en San Bernardo
En 1605 comenzó la construcción de la iglesia, que ocupó el extremo septentrional de la propiedad. Adosado a ella y en dirección a la Calle de los Reyes, se levantó el resto del complejo, si bien sus obras no pudieron empezar hasta mediados de siglo.




NOVICIADO DE LA COMPAÑÍA DE JESÚS
Fue fundado el 15 de abril de 1602, a partir de una iniciativa de Ana Félix de Guzmán (1560-1612), marquesa de Camarasa. Ésta puso a disposición de los jesuitas unos terrenos de reciente adquisición, que ocupaban la práctica totalidad de la manzana comprendida entre las actuales calles de San Bernardo, Noviciado, Amaniel y Reyes.
En 1767, los jesuitas fueron expulsados por orden de Carlos III
Durante el reinado de Fernando VII (r. 1813-33), hacia 1829, la Compañía de Jesús consiguió regresar a las instalaciones, aunque sólo pudo permanecer en las mismas hasta 1836, cuando se produjo la Desamortización de Mendizábal.







NOVICIADO DE JESUITAS
Tras ser usado como cuartel de ingenieros militares, en 1843 el viejo edificio del Noviciado pasó a albergar a la Universidad Central, que no era otra que la Universidad Complutense, trasladada desde Alcalá de Henares a Madrid.




CONVENTO DE LA MERCED


El convento era de mercedarios calzados y fue fundado por Fray Gaspar de Torres en 1563. En la iglesia de este convento estuvo la imagen de la Virgen de los Remedios. El convento estaba en el espacio triangular que ocupa el parque de la actual plaza de Tirso de Molina
Entre sus paredes vivió fray Gabriel Téllez, más conocido como Tirso de Molina, cuya celda se hallaba en la esquina de las actuales calles de Conde de Romanones y Colegiata, antigua calle del Burro. Es por esto que el dramaturgo decía «me parece que burro soy desde que he venido a este convento El convento fue desalojado por orden José I en agosto de 1809 siendo saqueado por los franceses. Los frailes regresaron a él en 1814 aunque por poco tiempo. Con la desamortización de Mendizábal de 1836, el convento fue derribado cuatro años más tarde. constituyendo en la actualidad, la Plaza de Tirso de Molina.




LAS NIÑAS DE LEGANÉS
Su verdadero nombre era colegio de Nuestra Señora de la Presentación. Fue fundado en 1630 por Andrés Spínola para niñas de seis a diez años. Éstas tenían que cumplir varios requisitos como ser agraciadas (porque eran las que más oportunidad tenían de perderse), que tuvieran buena salud, capacidad intelectual y sin defectos físicos. Todo esto para en un futuro poder casarse, ser religiosas o tener algún oficio que les permitiesen vivir decentemente. Fue conocido por el colegio de niñas de Leganés porque durante las ausencias de Spínola era el marqués de Leganés el encargado de la institución. Desapareció en 1911 con la construcción de la Gran Vía.




CONVENTO DE LA VICTORIA


Este convento -de la orden de religiosos de San Francisco de Paula-, fue fundado en 1561 por el Padre provincial de la Orden, Fray Juan de Vitoria, bajo la advocación de Nuestra Señora de la Victoria.
Aunque fundado por la propia orden, el origen de este convento va a estar muy ligado a Felipe II y su mujer, Isabel de Valois, quien era muy devota de estos religiosos. Así, los monarcas solucionaron las trabas que a la fundación de este convento pusieron la propia Villa y los agustinos de San Felipe el Real, pudiéndose dar la primera misa el 7 de agosto de 1561, en presencia del Príncipe Carlos.
Desde el punto de vista de su arquitectura, debió ser un edificio poco notable, siendo el único elemento a destacar la capilla de Nuestra Señora de la Soledad, en cuyo interior se veneraba una imagen de dicha Virgen, que realizada por Gaspar Becerra fue donada al convento por la reina Isabel de Valois




CONVENTO DE SANTA MARÍA MAGDALENA
(conocido popularmente como las Recogidas) fue una institución religiosa de mujeres en Madrid. Se encontraba localizada en medio del arrabal de la Santa Cruz en la calle de Atocha,2 justo enfrente a la Iglesia de San Sebastián (en el número 30 de la calle Atocha3 ).4 Se fundó en el año 1560,5 sobre las ruinas de la antigua ermita de Santa María Magdalena. El convento fue diseñado por el arquitecto renacentista Rodrigo Gil de Hontañón.1 El convento fue derribado en 1836.



CONVENTO DE CAPUCHINOS DE LA PACIENCIA


El convento se fundó por mandato de Felipe IV. Según tradición popular, lo hizo como resultado de un agravio que cometió la comunidad judía a un crucifijo ubicado en la zona (el denominado Crucifijo de la Paciencia). Uno de sus fundadores fue el predicador capuchino Fray Mateo Anguiano Nieva y su nombre completo fue "Real Convento de la Paciencia de Cristo, de Menores Capuchinos de nuestro Seráfico Padre San Francisco". La iglesia y el convento quedaron muy dañados durante las Guerras Napoleónicas, siendo derribado todo el conjunto con la desamortización en 1837; El solar resultante se convirtió en la antigua plaza de Bilbao (que trás cambiar varias veces de nombre se bautizó en 1944 plaza de Vázquez de Mella, en honor a la defensa de la población vizcaína por las fuerzas leales a Isabel II en la guerra carlista.
(denominado también Real Convento de la Paciencia de Cristo)







CONVENTO DE LAS SALESAS REALES
El convento de la Visitación de Nuestra Señora, también llamado convento de las Salesas Reales, es un conjunto arquitectónico de Madrid (España), formado por un convento y palacio, y una iglesia.
Fue fundado en 1748 por la reina Bárbara de Braganza para colegio y residencia de jóvenes de la nobleza, siendo enterrado en la iglesia el rey Fernando VI así como la propia reina fundadora, su esposa. Actualmente, la iglesia acoge la parroquia de santa Bárbara, y el resto de la construcción es sede del Tribunal Supremo.






MONASTERIO DE SAN JERÓNIMO EL REAL
El antiguo monasterio de san Jerónimo el Real, conocido popularmente como «Los Jerónimos», fue uno de los monasterios más importantes de Madrid, regido originariamente por la Orden de San Jerónimo. Junto a él existía el llamado Cuarto Real, luego ampliado como Palacio del Buen Retiro en tiempos de Felipe IV.
Del convento subsisten actualmente la iglesia, convertida en parroquia de san Jerónimo, y un claustro renacentista.
Iglesia y convento estuvieron estrechamente ligados a la vida de la Corte y la monarquía española. El templo fue escenario frecuente de funerales, juras de herederos, bodas y proclamaciones regias, siendo la última de éstas la del rey Juan Carlos I.
El claustro fue trazado por fray Lorenzo de San Nicolás, siguiendo los cánones de la arquitectura escurialense. Tras años de abandono durante los siglos XIX y XX, que lo habían llevado a un estado ruinoso, fue incorporado al Museo del Prado como parte de la ampliación diseñada por el arquitecto Rafael Moneo, para lo cual fue desmontado pieza a pieza y reconstruido en el mismo lugar.



CONVENTO DE SAN MARTÍN


La parroquia de san Martín fue una de las más antiguas de Madrid. Se encontraba situada originariamente en la plaza de las Descalzas, frente al Real Monasterio del mismo nombre, habiendo sido fundada en el siglo XII como monasterio benedictino. El conjunto aquitectónico del convento y la iglesia llegó hasta el siglo XIX sin grandes vicisitudes. Durante el reinado de José I Bonaparte, y cumpliendo el mandato del rey de que se abrieran espacios diáfanos en el centro de la ciudad, fue derribada la iglesia. El nombre y la tradición de la parroquia se trasladaron al actual edificio en 1836, durante la desamortización de Mendizábal, ocupando lo que hasta entonces había sido convento de Portacoeli de Clérigos Menores, fundado en 1648. Previamente (1809) se habían fusionado en éste los dos conventos que esta orden tenía en Madrid, es decir, el del Espíritu Santo de la Carrera de san Jerónimo (ocupa su lugar el Palacio del Congreso) y el propio de Portacoeli




CONVENTO DE SAN PASCUAL
(1683-1861), en el Paseo de Recoletos San Pascual a continuación del hoy Cuartel General del Ejercito se encontraba la posesión del duque de Medina de Rioseco, donde se fundó en tiempos de Carlos II el convento antiguo de franciscanas clarisas de San Pascual, convirtiendo en iglesia el teatro de su palacio. Derribado el convento en el siglo XIX, se edifico la iglesia dedicada a ese santo. fue derribado con el Ensanche del paseo de Recoletos a mediados del siglo XIX y el actual data de 1883.




IGLESIA DE SAN JUSTO
Situado cerca de la plaza del Conde de Miranda. Entre esta plaza y la calle de San Justo se encontraba la Iglesia de San Justo, desaparecida a finales del siglo XVII. En 1739 comenzó la construcción de la actual Basílica de San Miguel, sin duda uno de los templos más bonitos de Madrid, tanto en su exterior como en su interior.




iGLESIA DE LOS SANTOS JUSTO Y PASTOR
O de Maravillas La primitiva parroquia, situada en la calle de San Justo, ya se mencionaba en el fuero madrileño del año 1202. Era un edificio de estilo mudejar con "torre cuadrada y de ladrillo, ventanas en cuatro alturas y chapitel". La iglesia que se ha conservado corresponde al antiguo monasterio de san Antón de religiosas carmelitas calzadas, construido en el siglo XVII según el estilo de Juan Gómez de Mora, a quien se han atribuido las trazas.3 Refundado y puesto bajo patrocinio real por orden de Felipe IV, fue muy popular en él la imagen de Nuestra Señora de las Maravillas, que aún preside el altar mayor




COLEGIO DE LA ENCARNACIÓN
Es un edificio del siglo XVI, antiguo Colegio de la Encarnación, de religiosos agustinos calzados también llamado Colegio de doña María de Aragó (parte del complejo del Real Monasterio de la Encarnación). El colegio fue una de las instituciones más destacadas de la Corte madrileña, y su iglesia contenía varias obras maestras de El Greco, hoy en el Museo del Prado
Hoy día alberga al Senado de España.



CONVENTO DE SAN NORBERTO
El convento de Premonstratenses de San Norberto, también conocido como Convento de Mostenses o Convento de San Norberto, en alusión al fundador de la Orden Premonstratense, a quien estaba dedicado, es un edificio religioso desaparecido que se asentaba en el terreno de la actual Plaza de los Mostenses, junto a la Gran Vía de Madrid (España). Fue fundado en 1611 por la comunidad de los Padres Canónigos Premostratenses con la venia del cardenal arzobispo de Toledo Bernardo de Rojas y financiado por un benefactor, el conde de Miranda, Juan de Zúñiga, a la sazón presidente del Consejo de Castilla. En la actualidad el solar del convento está ocupado por un mercado construido en el siglo XIX, denominado como Mercado de los Mostenses.



Fuentes: Páginas web

"El paisaje de Madrid" http://elpaisajedemadrid.blogspot.com.es/

Madridipedia, https://es.wikipedia.org/wiki/Madripedia

"El patrimonio perdido en España"

https://es.wikipedia.org/wiki/Categor%C3%ADa:Edificios_desaparecidos_de_Madrid

http://www.abc.es/local-madrid/20131103/abci-diez-joyas-arquitectonicas-desaparecidas-201310222013_1.html

Bibliografía:

"Iglesias y Conventos del antiguo Madrid" de Ramón Guerra.

"Madrid historia de una Capital, de Santos Juliá y Cristina Segura.


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