terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Pós de Restauro do Patrimônio arquitetônico e urbanistico



Restauro do Patrimônio Arquitetônico e Urbanístico

COORDENADORAProfª. Drª. Leila Regina Diegoli
CARGA HORÁRIA505 horas
INÍCIO11/03/2017
TÉRMINO30/06/2018
HORÁRIOSábado, das 9h às 13h e das 14h às 18h
MODALIDADE
Semi-presencial (14 horas serão desenvolvidas a distância)
INVESTIMENTO
18 parcelas de R$ 520
LOCALCampus Boqueirão
OBJETIVOS
• Formar profissionais para o mercado de trabalho, especialistas na proteção e preservação do patrimônio ambiental urbano.
• Formar especialistas para trabalhar na iniciativa privada ou em órgãos públicos.
• Capacitar profissionais graduados para a elaboração de pesquisas, perícias, consultorias, inventários e projetos e obras de restauro, conservação e modernização do patrimônio arquitetônico e conjuntos urbanos, por meio do conhecimento das teorias, leis, normas e procedimentos técnicos e científicos, nacionais e internacionais, bem como de metodologia específica para trabalhos necessários e imprescindíveis para a proteção dos bens culturais.
PÚBLICO-ALVO
Profissionais com curso superior que apresentam interesse sobre a pesquisa e a prática da preservação e proteção do chamado patrimônio ambiental urbano – principalmente arquitetos, engenheiros, historiadores, artistas plásticos, advogados, turismólogos, administradores, geógrafos e educadores. Poderá ser admitido o ingresso de alunos portadores de diploma de graduação de cursos tecnológicos.
COMPONENTES CURRICULARES DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA
Módulo 1: Teoria do Patrimônio Cultural
• Conceitos Básicos sobre Patrimônio Cultural
• Legislação de Salvaguarda do Patrimônio
• História da Arquitetura Tradicional Paulista
• Sistemas Construtivos da Arquitetura Brasileira
Módulo 2 – Investigação sobre o Patrimônio Arquitetônico e Urbanístico
• Pesquisa Histórica e Análise de Acervos
• Metodologia de Inventário do Patrimônio Ambiental Urbano
• Programas de Proteção e Valorização do Patrimônio
• Teoria e História do Restauro
• Metodologia de Projetos de Restauro I
• Arqueologia da Arquitetura
Módulo 3 – Intervenção no Patrimônio Arquitetônico e Urbanístico
• Patologia das Construções
• Metodologia de Projetos de Restauro II
• Tecnologia da Restauração
• Prática de Projetos e Intervenção no Patrimônio Arquitetônico e Urbanístico
COMPONENTES CURRICULARES DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR
Metodologia da Pesquisa
Seminários
Trabalho de Conclusão de Curso
CONTATO
Secretaria Acadêmica Campus Boqueirão
Telefones: (13) 3205-5555 – ramais 812/813
E-mail: secboqueirao@unisantos.br
Os cursos de Especialização/MBA da Católica de Santos atendem a normativa vigente sobre os Cursos de Pós-graduação Lato Sensu, a Resolução CNE-CES 1/2007, bem como as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos e para a Educação Ambiental. Eles foram construídos em consonância com as novas políticas públicas nacionais para os Cursos de Pós-graduação Lato Sensu, que visam estabelecer um padrão superior de qualidade para a formação de especialistas.
BENEFÍCIOS (*)
• Bolsa Ex-aluno para Pós-Graduação Lato Sensu: 25% de desconto para ex-alunos da Católica de Santos (curso concluído).
• Bolsa Empresas Conveniadas: descontos variáveis para funcionários de empresas conveniadas.
• Bolsa Fidelização Familiar: 20% para cada familiar (cônjuges, pais e filhos, e irmãos) de estudantes ativos em cursos de graduação, especialização ou stricto sensu da Católica de Santos, concomitantemente, ou ainda, num desses e na educação básica do Liceu Santista, concomitantemente.
(*) O desconto não incide sobre a matrícula.
Observações• A Universidade se reserva o direito de alterar o cronograma e o corpo docente.
• Documentação necessária: cópias do RG, CPF, Certidão de Nascimento ou Casamento, diploma (autenticado), comprovante de residência, duas fotos 3×4 e Curriculum Vitae (resumido).
• A matrícula pode ser feita independentemente da entrega dos documentos, mas só será validada depois que eles forem apresentados.
• A inscrição presencial só poderá ser efetuada pelo interessado no curso, ou por pessoa munida de procuração autenticada em cartório.
• A efetivação da matrícula está condicionada ao pagamento do boleto da 1ª. parcela e entrega da documentação exigida.
• Antes do início do curso, o coordenador agendará reuniões (sem caráter seletivo) com cada aluno para exposição do programa e alinhamento do perfil do curso.

O Escultor de Fátima

Texto por Fr. Gabriel Gillen, OP/ por Fr. Hugh Vincent Dyer, OP

Fr. Thomas McGlynn, OP
Esculpindo Nossa Senhora de Fátima

O Sacerdote escultor de Fátima


Fátima esteve presente na minha imaginação por quase o tempo que me lembro. Eu cresci em Albany, NY, nos anos 80. Albany é o lugar onde Pe. Patrick Peyton CSC começou seu apostolado da Cruzada do Rosário Familiar. Ele tinha dois grandes ditos: "A família que reza juntos permanece unida" e "Um mundo em oração é um mundo em paz". Essa oração é o rosário. No meu bairro, havia uma mulher de fé, a Sra. Giminiani, que promovia a mensagem de Fátima e encorajava outros a rezarem o rosário para conversão.

No ano passado eu encontrei um livro sobre as aparições marianas, que referenciou à um livro raro autorizado sobre as visões de Fátima, escrito pelo Fr. Thomas McGlynn, OP, liguei para o bibliotecário da Casa Dominicana de Estudos, Pe. John Martin Ruiz, OP, para localizar uma cópia do livro de McGlynn sobre Fátima, eu também pedi a ele para lê-lo. Ambos lemos o livro com prazer: McGlynn relata seu encontro e acesso privilegiado à última vidente sobrevivente, Irmã Lúcia, e como ela deu direção enquanto esculpia Nossa Senhora de Fátima. Sua estátua fica, centrada, acima da entrada para a basílica em Fátima, onde é visto por centenas de milhares de peregrinos a cada ano.

O livro Visões de Fátima é mais do que um livro de viagens agradável, Fr. McGlynn nos lembra que Fátima, como Caná, é um lugar de milagres. Ele também nos aponta para o caráter penitencial da mensagem de Maria. A penitência busca justiça e comunhão com Jesus crucificado. A oração do rosário é uma oração pela qual crescemos nas virtudes do coração contemplativo de Maria. Fátima tem sido uma motivação para a oração e o trabalho do Fr. McGlynn ajuda essa motivação. Seu livro é novamente um presente a Nossa Senhora de Fátima neste ano centenário das aparições.

***

Quem foi Fr. Thomas McGlynn, OP:



O artistaMcglynn

Thomas McGlynn fez sua primeira escultura com a idade de quatro anos. Ele cultivou seu talento artístico até a idade de dezenove anos quando ele entrou na vida religiosa dominicana e começou seus estudos para o sacerdócio. Ele intercalou esses anos de estudo com o trabalho criativo e, mais tarde, como padre, ele continuou a combinar o trabalho apostólico com esforços criativos. Ele era o primeiro sacerdote: quando as responsabilidades apostólicas se apresentavam, ele se entregou de todo o coração a eles. Pouca escultura foi feita durante tais épocas porque nunca considerou seu trabalho artístico para ser um mero passatempo ou uma forma de recreação. Ele deu a sua escultura a mesma atenção que ele deu a sua obra apostólica.

Como religioso cuja obra apostólica foi guiada por seus superiores religiosos, nunca solicitou um apostolado artístico. Quando ele foi colocado em tal apostolado, porém, o fez com todo o seu espírito criativo e exigiu intransigentemente as condições necessárias para realizar tal apostolado. Tais exigências nem sempre foram gentilmente recebidas, pois, como a maioria dos artistas, ele nem sempre foi compreendido nem plenamente apreciado. Seus 45 anos no sacerdócio, portanto, foram anos de constante integração do impulso artístico e da missão sacerdotal. Anos antes, ele havia concluído que era muito mais importante celebrar a Missa e trabalhar como um padre do que ser um artista, e assim ele não tinha conflito com a sua verdadeira vocação. No entanto, ele às vezes achava difícil integrar seu trabalho criativo ao seu trabalho sacerdotal, pois experimentou as inevitáveis ​​tensões entre seu senso de "dever" e seu impulso artístico. Sua importância para nós é o fato de que ele conseguiu integrar com sucesso essas reivindicações, muitas vezes concorrentes, sobre sua vida.

Thomas McGlynn era um homem de visão. Embora suas esculturas lidam com assuntos realistas, uma leitura de seu manuscrito inacabado de 1950 sobre arte moderna, "Cube and Cross", mostra claramente que ele entendeu bem o valor do movimento de arte moderna. Ele defendeu a experimentação artística moderna com sua ênfase na forma e sua de-ênfase de assunto reconhecível. Ele creditou este movimento contemporâneo com a restauração de importância primordial para a forma em uma obra de arte. Mas ele também sustentou que o avanço da arte durante este período não impede o tema representacional para a expressão artística, um pluralismo que os críticos de arte dos anos 80 ainda reconhecem como válido.

Em 1966, Tom McGlynn escreveu para Margueritte Kimball, uma amiga que trabalhou no Cranbrook Academy em Bloomfield Hills, Michigan por vinte e seis anos, e disse: "Eu não mudei muito em trinta e cinco anos. Ainda acho a realidade perceptiva interessante e bastante compatível com a forma estimulante". Ele acreditava que ele era um artista moderno, trabalhando em seu próprio idioma pessoal. Ele nunca se desculpou por esse idioma e não sentiu necessidade de mudar. Todo seu trabalho de arte foi feito neste estilo, pois era válido para suas necessidades criativas e insights. Sua lealdade aos seus ideais artísticos faz com que ele se destaque como um artista de integridade durante um tempo em que muitos artistas pareciam mais interessados ​​em atender aos caprichos do mercado de arte. Era preciso aceitar Tom McGlynn em seu nível artístico ou não. Certamente ele não pediu desculpas pelo seu trabalho; Ele permaneceu, e está, em seus próprios termos.

Seu ministério apostólico claramente manifesta que ele era um visionário trabalhando por causas que estavam verdadeiramente à frente de seu tempo. Em 1937 ele aplicou sua habilidade escultórica a uma obra de misericórdia, a fabricação de membros artificiais para várias vítimas de acidentes. Este trabalho suscitou grande interesse entre as empresas que fabricavam peças artificiais, bem como entre as empresas de borracha, cuja tecnologia emergente permitiu novos desenvolvimentos nesta área. Durante vários anos ele trabalhou com essas empresas na tentativa de formular um método barato para fazer membros artificiais, e sem dúvida seus próprios métodos foram uma faísca que levou a alguns desses desenvolvimentos.

O ano de 1938 encontrou-o em Chicago dirigindo um centro inter-racial para negros pobres e não alfabetizados. Ele assumiu uma postura impopular em defesa dessas vítimas da sociedade, e sua posição não foi bem recebida. Enviado de Chicago para uma paróquia em Louisiana, ele continuou a defender os direitos dos negros e a lutar contra a segregação. Essas experiências resultou em sua escrever a peça, Caukey , em que os brancos são minoria e os negros a maioria. Enquanto esta peça, que foi produzida na Broadway em 1944, recebeu críticas gentis dos críticos, que gerou controvérsia na América por causa de suas idéias inquietantes.

Westbrook Pegler, o conhecido colunista, mencionou a peça na sua coluna e elaborou as questões colocadas pela peça. Tom McGlynn estava atuando e falando sobre a questão racial em um momento em que não estava na moda para fazê-lo. Sua intenção não era nem ser polêmica nem de moda, mas sim dar testemunho da mensagem evangélica de amor, liberdade e justiça.

Embora a pena de morte tenha sido um tema debatido nos últimos anos, uma relação casual com um preso da cadeia da morte em uma prisão de Louisiana em 1949 levou Tom a se envolver pessoalmente com vários homens no corredor da morte durante um período de dois anos. Sua preocupação com esses homens incluiu visitas a suas famílias e correspondência com J. Edgar Hoover, diretor do FBI. Ele começou um livro sobre sua vida, Não é teu coração, que permanece como um manuscrito inacabado no Arquivo. Este manuscrito traça a vida destes homens. As próprias intenções de Tom nessa obra são expressas no resumo: "A necessidade da salvação e a avaliação de todas as coisas temporais em relação à eternidade, espera-se, se destacarão claramente em um contexto de incerteza quanto às intenções, motivações e Destino final dos envolvidos. O leitor deve adquirir a sensação de que, por mais que ele pode estar sujeito a alterações na luta perceptual do bem e do mal, como eram os personagens do livro, os princípios que regem a vida e a morte são imutáveis ". ( Não é o Teu Coração . Summary , Página 9)

Quando chegou a Pietrasanta, Itália, em 1956, Tom logo descobriu que ninguém estava atendendo às necessidades espirituais dos prisioneiros na pequena prisão da cidade. Durante doze anos atuou como seu capelão não oficial, celebrando missa duas vezes por semana, até que a prisão foi fechada. Os principais jornais italianos publicaram a história de seu ofício no casamento de um dos prisioneiros na capela da prisão. 1977 estava na sua máquina de escrever afim de pedir ao regulador Byrne de New-jersey que vetasse a legislação para restabelecer a pena de morte no estado. Embora esta carta possa parecer um pequeno assunto, ela reflete a preocupação de Tom McGlynn com a vida dos prisioneiros e seus direitos.

Seu sentimento de preocupação social foi provocado mais uma vez pela inundação desastrosa que atingiu Florença, Itália em 1966. Ele e Harry Jackson, outro escultor americano residente em Pietrasanta, formaram um programa de alívio para ajudar as vítimas da inundação. Não só eles coletaram e distribuiram dinheiro e suprimentos, mas eles também ajudaram pessoalmente na limpeza da cidade.

Apesar de ser um crente em uma guerra justa, Tom McGlynn era um defensor da paz. Como padre da Igreja de Santa Helena em Amite, Louisiana durante a Segunda Guerra Mundial, ele compôs três orações, uma para aqueles nas Forças Armadas, uma para a Vitória, presumindo que estávamos engajados em uma guerra justa, e um para os nossos Inimigos.

Ele estava profundamente consciente de que nossos inimigos também são dignos de nosso amor e amor de Deus. Pessoalmente perturbado por pessoas que falavam de forma depreciativa sobre os alemães e japoneses, ele tentou corrigir tais atitudes por meio de sua pregação. Na idade de sessenta e um, ele e um sobrinho empreenderam uma peregrinação para a penitência e a paz. Eles caminharam mil e seiscentas milhas de Roma para Fátima, Portugal, para o Santuário dedicado à paz mundial. Esta caminhada levou três meses e eles chegaram 12 de maio de 1967, a noite do Dia da Festa do Santuário. Poucas marchas pela paz têm sido tão longas, tão difíceis e tão pouco glamourosas.

Seus últimos anos o encontraram defendendo os direitos dos não nascidos por meio de sua escrita e pregação. Alarmado com a atitude casual da sociedade em relação à vida e à morte dessas inocentes vítimas, compôs um poema, impresso em vários jornais americanos, que expressava a injustiça da sociedade em relação a essas almas. Sem dúvida, tanto como pessoa como como sacerdote, Tom McGlynn estava bem à frente de seu tempo no apostolado social.

Thomas McGlynn era um homem de grande charme e inteligência, uma alma magnética que deixou uma impressão duradoura sobre aqueles que tinham o privilégio de conhecê-lo. Suas muitas qualidades pessoais combinadas com suas habilidades criativas conduziram-no ao círculo de muitas das personalidades criativas as mais famosas de seu período. Jacques Lipchitz era um amigo devotado e querido como Thomas Hart Benton. Ele falava sua língua e estava completamente em casa com eles. Mas ele era tão amigável, amável e amoroso com as almas mais simples. Em Pietrasanta, não era incomum encontrá-lo respondendo a sua porta para fornecer a necessidade material aos pobres. Havia uma família, em particular, que ele cuidava espiritual e materialmente de sua própria pobreza. Todas as pessoas eram iguais aos seus olhos e todos eram merecedores do seu tempo e talentos. Ele ouviu a mensagem de Cristo "amar os inimigos, alimentar os famintos, vestir os nus, visitar os enfermos e os que estão na prisão" e Tom agiu de acordo com as palavras de nosso Senhor.

Este texto é oferecido como livreto ao público, para que eles possam entender Thomas McGlynn como uma pessoa total, humana, artística e sacerdotal. Os dominicanos devem ser encorajados, pela vida de McGlynn, a pregar com zelo e criatividade a Palavra.






segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Novo Site dos Museus do Vaticano

Barbara Jatta, nova diretora dos Museus. (veja mais aqui)


© ANSA


(ANSA) - Roma, 20 de janeiro - 

"Eu sinto o peso da responsabilidade, do que as coisas extraordinárias que o meu predecessor, prof Paolucci, tem feito nos últimos anos, mas não intimidada por isso... espero continuar o excelente trabalho com iniciativas de gestão e dar um novo impulso aos Museus através das minhas ideias e encorajamento que recebo de meus colegas"

Barbara Jatta, a nova diretora dos Museus do Vaticano, disse à Rádio Vaticano, com quais idéias e objetivos assumiu o papel de prestígio. "Os museus são lugares nascidos como espaços elitistas de fruição da arte - disse ela -. Mas hoje, lugares, felizmente, se tornaram lugares onde milhões de visitantes chegam. Já na abertura, segunda-feira 23 de janeiro de nosso novo Web site, vai para este sentido. Queremos chegar em casas, em computadores, em todo o mundo, mas não só com a nossa oferta turística; oferecendo também o que somos, as obras que possuímos, nossas coleções exclusivas, e também nossas atividades educacionais, desde tanto em museus ou através do site".

Fonte:ANSA

domingo, 22 de janeiro de 2017

10 Igrejas em São Paulo para visitar nas férias






As férias de janeiro podem ser uma ótima oportunidade para você conhecer igrejas importantes da cidade de São Paulo.

Só no centro da capital paulista é possível visitar diversos templos que tem importância e grande significado sob os pontos de vista arquitetônico, histórico, cultural e artístico. Além disso, é claro, em cada uma dessas igrejas é possível renovar sua fé e sentir que Deus habita esta cidade imensa e tem amor pelo seu povo, como dizia a oração pelo centenário de criação da Arquidiocese de São Paulo (celebrado em 2008).

Confira a seleção de Igrejas que o Portal Arquisp indica para você conhecer nas férias:


Catedral da Sé

Inaugurada em 25 de janeiro de 1954, por ocasião das comemorações do IV centenário de fundação da cidade de São Paulo. O estilo neogótico da Catedral é considerado peculiar, com seu aspecto eclético em estilos arquitetônicos. Nas colunas alçadas a 70 metros de altura, encontram-se elementos típicos da fauna e da flora brasileiras, como ramos de café, o tamanduá-bandeira, o tatu-bola, a coruja contrastando com grandes personagens do século XX, da história da Catedral e da história universal.

Na Catedral, você também pode visitar a cripta – capela subterrânea localizado localizada logo abaixo do altar principal. Inaugurada em 1919, contém 30 câmaras mortuárias destinadas a guardar os sarcófagos dos bispos e arcebispos, além de guardar os restos mortais do cacique Tibiriçá, o primeiro cidadão de Piratininga, do padre Feijó, Regente do Império, e recentemente do Cardeal Paulo Evaristo Arns, que foi “Defensor dos pobres, marginalizados” (como destacou o Papa Francisco, em carta para a Arquidiocese de São Paulo por ocasião da morte do Cardeal).
Serviço:

Endereço: Praça da Sé - Sé, São Paulo
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira e domingo das 7h30 às 18h30 e aos sábados 7h30 às 17h
Missas: De segunda a sexta-feira às 12h e 17h - 9h (Às segundas e sextas feiras) | Sábado: 12h | Domingo: 09h, 11h e 17h
Visitação à Cripta: De segunda a sexta-feira das 9h30 às 17h.

Site: www.arquisp.org.br/regiaose/paroquias/mosteiros-igrejas-historicas-oratorios-da-regiao-se/catedral-metropolitana-nossa-senhora-assuncao-e-sao-paulo-se



Pateo do Collegio

A cidade de São Paulo nasceu em torno do colégio de Piratininga, com a chegada da missão dos jesuítas em 1554. No local onde estava construído o colégio, hoje há uma pequena igreja dedicada a São José de Anchieta, um dos fundadores da cidade. A capela, reconstruída na década de 1980, tem uma relíquia exposta de Anchieta.

No conjunto, também é possível conhecer o Museu Anchieta – que tem um acervo “predominantemente composto de peças de arte sacra que remetem à vida social paulistana intrinsecamente ligada a religiosidade dos primórdios da cidade”, e o Café do Pateo – que serve o café pessegueiro, “produto paulista, cultivado na fazenda que dá nome a bebida na região mogiana desde 1870”.
Serviço:

Endereço: Largo Pátio do Colégio, 34, Centro
Horário de funcionamento da igreja, museu e café é de terça-feira a domingo das 9h às 16h30.
Missas: De terças as sextas-feiras às 12h e aos domingos às 10h.
Site: www.pateodocollegio.com.br



Mosteiro de São Bento

Cenário que ficou famoso com as bênçãos dos Papa Bento XVI na sacada da faculdade, a construção da Basílica tem estilo da escola artística de Beuron, projeto de Richard Berndl – Professor da Universidade de Munique e um dos melhores arquitetos da Alemanha. A decoração interna, os afrescos e murais são de autoria e execução do monge beneditino holandês Dom Adelbert Gresnicht.

No local, é possível participar de missas com cantos gregorianos, acompanhados do som de um grande órgão de tubos.

Outra grande atração é a lojinha, com pães, bolos, doces, biscoitos e geleias feitas pelos próprios monges e cujas receitas são seculares, guardadas há muito no arquivo da abadia. A forma de preparar os quitutes só é transmitida a um outro monge para não se perder a qualidade com a massificação.
Serviço:

Endereço: Largo de São Bento, s/n - Centro, São Paulo
Horário de funcionamento: 6h às 18h30
Missas: Todos os dias, de segunda à sexta às 7h, aos sábados às 6h e no domingo às 10h
Site: mosteiro.org.br


Santuário e Igreja da ordem terceira - Largo São Francisco

O Convento de São Francisco foi instalado ainda na vila de São Paulo, durante o período do Brasil colonial. No século XIX, o convento foi convertido em Faculdade de Direito, mas o Santuário São Francisco ainda existe e faz você viajar para um Brasil do passado, com sua arquitetura mais barroca.

Ao lado do santuário, você também pode conhecer a Igreja de São Francisco das Chagas, levantada pela Ordem Terceira de São Francisco. A igreja foi tombada como patrimônio histórico de São Paulo em 1982 e é considerada uma das mais importantes obras do século XVIII. A construção original foi feita em estilo barroco-rococó, com o projeto arquitetônico assinado por Frei Galvão. Ela foi reaberta em 2014, após 7 anos de restauro.
Serviço:

Endereço: Largo São Francisco, 133 – Centro
Horário de funcionamento: 8h30 às 17h30
Missas: Segunda-feira 7h30, 12h00

Terça-feira a Sábado: 7h30, 10h30, 12h00, 15h00 e 18h00

Domingo: 7h30, 9h00, 10h30, 12h00 e 18h00

Todo dia 25 de cada mês – Missa de Frei Galvão 10h30 e 15h00

Terça-feira - Bênção e distribuição do Pão de Santo Antônio

Quinta-feira - Bênção do Santíssimo – 15h

Site: www.conventosaofrancisco.com.br


Igreja das Chagas do Seráfico Pai São Francisco
Serviço:

Endereço: Largo São Francisco, 173, Sé

Missas: No 1º e 3º Domingo do mês às 9h;

Horário de funcionamento:
Segunda a sexta-feira 9h às 17h
Sábado: 9h às 13h
Site: arquisp.org.br/regiaose/paroquias/mosteiros-igrejas-historicas-oratorios-da-regiao-se/igreja-das-chagas-do-seraphico-pai-sao-francisco



Igreja Nossa Senhora da Consolação

Construída em 1909 a Igreja Nossa Senhora da Consolação é marcada por missas histórica e foi usada como Catedral no período em que a Sé ficou fechada para reformas – entre 1999 e 2002. Com uma torre gótica de 75 metros e um estilo totalmente neo – romântico, a paróquia tem obras de Benedito Calixto e de Oscar Pereira da Silva.
Serviço:

Endereço: R. da Consolação, 585 - Centro, São Paulo – SP
Horário de funcionamento: Das 7h30 às 20h
Missas: De segunda a sexta-feira às 07h, 12h05, 18h e 19h
Sábado: 08h, 12h e 18h
Domingo:08h, 10h, 12h, 18h e 20:00
Site: arquisp.org.br/regiaose/paroquias/paroquia-nossa-senhora-da-consolacao/matriz-paroquial-nossa-senhora-da-consolacao


Mosteiro da Luz

Principal obra colonial de São Paulo, o Mosteiro da Luz é considerado pela Unesco “Patrimônio Cultural da Humanidade” e é um dos únicos edifícios em taipa de pilão ainda em pé no Estado de São Paulo.

Na capela pública do Mosteiro, é possível rezar diante do túmulo de Frei Galvão (primeiro santo brasileiro e desenhista do projeto do Mosteiro).

No local, também é possível pegar as pílulas milagrosas, preparadas desde a época do santo pelas Irmãs Concepcionistas.

Ainda no terreno do Mosteiro, é possível conhecer o Museu de Arte Sacra de São Paulo – mantido por uma parceria entre a Arquidiocese de São Paulo e o Governo do Estado. No acervo, estão peças importantes ligadas à vida da Igreja na cidade, como os objetos sacros usados durante o IV Congresso Eucarístico Nacional, realizado em São Paulo no ano de 1942.
Serviço:

Endereço: Avenida Tiradentes, 676 - Luz - Centro - São Paulo. (Acesso pelo metrô São Bento).
Horário de funcionamento: Das 7h às 16h30.
Horário das missas no mosteiro: Das 7h às 16h. Missas: de segunda a sexta, às 7h; sábado, às 8h e às 16h; e domingo, às 8h, 10h30 e às 16h. E em todo os dias 23, 24 e 25 de cada mês tem missas em honra a Frei Galvão às 7h e 16h
Horário de distribuição das pílulas: De segunda a sexta-feira das 8h30 às 11h e das 14h30 às 16h45, aos sábados e domingos após a missa das 8h às 16h.
Horário de funcionamento do museu de arte sacra: Terça a Domingo - 9:00 às 17:00

Ingresso:
Sábado: gratuito
Demais dias: R$ 6,00 (estudantes pagam meia)
Isentos: idosos acima de 60 anos; crianças até 7 anos; professores da rede pública (com identificação) e até 4 acompanhantes.

Mais informações entre nos site do MAS: http://www.museuartesacra.org.br/pt/

Site: mosteirodaluz.org.br


Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

Localizada no Largo do Paissandu, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos possui um histórico importante para a cidade de São Paulo, sendo a terceira comunidade mais antiga do Brasil.

Construída no período colonial, a Igreja abriu as portas e deu oportunidade aos negros para frequentar o seu espaço. Apresentando uma diversidade de detalhes nas pinturas das paredes, vestimentas e rebuscando ainda a essência de anos atrás, o ambiente busca dar apoio a quem necessita e conta até os dias atuais com o auxílio da Irmandade Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.
Serviço:

Endereço: Largo do Paissandu, s/nº, Centro
Horário de funcionamento: De segunda a sexta das 7h às 19h e domingo às 7h às 12h
Missas: De segunda a sexta-feira às 07h30, 08h30 e 18h, aos domingos, 07h30, 09h e 10h30.
Site: arquisp.org.br/regiaose/paroquias/mosteiros-igrejas-historicas-oratorios-da-regiao-se/igreja-nossa-senhora-do-rosario-dos-homens-pretos


Igreja da Boa Morte

A Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte se formou em 1728, tendo como principal característica admitir pessoas de todas as classes sociais, sem distinção. Em 1802, adquiriu de Joaquim de Sousa Ferreira um terreno na Rua do Carmo, onde construiu a igreja, inaugurada no dia 14/8/1810.

Em 2009, um ano antes de completar 200 anos, foi reaberta após uma longa restauração. Durante o processo de restauro, foi encontrada uma pintura barroca representando a Coroação da Virgem Maria que estava escondida sob camadas de tinta cinza, em tábuas do forro de madeira sobre o altar.

Site: webmisericordia.wordpress.com/tag/igreja-da-boa-morte/
Serviço:

Endereço: Rua do Carmo, 202, Centro
Horário de funcionamento: Aberta 24h
Missas: De segunda a sexta-feira às 18h, sexta-feira 12h, aos sábados 15h e aos domingos 10h e 18h



Basílica Nossa Senhora do Carmo
Os Carmelitas começaram a sua fundação em São Paulo no ano de 1594, com Frei Antônio de São Paulo, que ergueu uma pequena Igreja.

Era o humilde começo do que seria em séculos posteriores a bonita Igreja do Carmo e o grande Convento da Ladeira do Carmo, na esquina da Rua do Carmo, atualmente Avenida Rangel Pestana.

Sua arquitetura filia-se a um movimento que buscava, na tradição colonial brasileira, os componentes para a sua expressão.
Serviço:

Endereço: Rua Martiniano de Carvalho, 114, Bela Vista
Horário de funcionamento: Das 8h às 21h
Missas:
2ª feira às 19h
De 3ª, 4ª, 5ª e 6ª feira: 12h15
Sábado: 7h15 e 16h00
Domingo: 7h30, 9h, 11h e 18h30
Site: http://www.basilicadocarmo.com.br



Igreja Santo Antônio do Patriarca

O interior da Igreja de Santo Antônio conserva importantes testemunhos da arte produzida em São Paulo no período colonial. Durante a restauração levada a cabo em 2005, descobriu-se no forro do altar-mor pinturas murais seiscentistas de alta qualidade técnica e artística, as mais antigas de que se tem notícia em São Paulo.

Também o altar principal, executado em 1780, é um belo exemplar da talha barroca. A igreja é tombada pelo poder público estadual (Condephaat) desde 1970, em virtude de sua importância histórica, artística e arquitetônica.
Serviço:

Endereço: Praça do Patriarca, 49, Sé.
Horário de funcionamento: Das 7h às 18h30
Missas: De segunda a sexta-feira 07h30, 09h, 12h e 18h
Terça-feira às 16h
Sábado 07h30, 09h e 18h
Domingo 09h e 18h
Site:www.arquisp.org.br/regiaose/paroquias/mosteiros-igrejas-historicas-oratorios-da-regiao-se/igreja-santo-antonio-patriarca

Redação: Larissa Freitas, Millena Guimarães - Edição do Texto: Rafael Alberto

sábado, 21 de janeiro de 2017

Aniversário do Pateo do Collegio

No dia 25 de Janeiro, o Pateo do Collegio completa 463 anos e você está convidado a comemorar conosco!
Confira abaixo a nossa programação:
22/01, Domingo, às 10h00 – Celebração da Eucaristia, seguida de Concerto de Órgão, Trompetes e participação da Schola Cantorum do Pateo do Collegio
25/01, Quarta-feira, às 10h00 – Visita guiada ao Museu Anchieta (vagas limitadas)
25/01, Quarta-feira, às 10h00 – Apresentação de músicas raiz, voz e Acordeon


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

A RECONSTRUÇÃO DO PÁTIO DO COLÉGIO E O CONCEITO DE “FALSO HISTÓRICO”

Vista do Pátio do Colégio em 1887. A fonte, em primeiro plano, foi demolida em 1932/Militão/Acervo Digital da Prefeitura de São Paulo

Vista do Pátio do Colégio em 1887. A fonte, em primeiro plano, foi demolida em 1932/Militão/Acervo Digital da Prefeitura de São Paulo
É difícil hoje imaginar que a metrópole de São Paulo já foi uma pequena vila. Piratininga, como era chamada, foi fundada pelos portugueses que, a partir da região em que hoje é Santos, abriram caminho serra acima até o planalto.
O marco inicial do surgimento da cidade foi o Pátio do Colégio, construído pelos Jesuítas no topo de uma colina e inaugurado em 1554. Hoje, é atração turística e pode ser visitado, mas o que conhecemos dele é uma réplica da construção original.
Os Jesuítas foram expulsos de São Paulo em duas ocasiões. A primeira, em 1640, por defenderem a liberdade dos índios, e a segunda em 1760, após serem acusados de conspirar contra o rei de Portugal. Isso fez com que o Pátio do Colégio fosse entregue à Coroa Portuguesa, que instalou ali o governo de São Paulo, permanecendo no local até 1912. Essa mudança fez com que a fachada do conjunto fosse reformada.
A Igreja do Bom Jesus, parte do conjunto do Pátio do Colégio, não foi alterada pelas reformas, mas foi interditada em 1891, pelas más condições de suas estruturas. A demolição do prédio foi autorizada e concluída em 1896, depois do desabamento do teto durante uma tempestade.
No ano de 1954, quando era comemorado o IV Centenário de São Paulo, o prédio do Pátio do Colégio foi demolido, e o terreno, cedido aos Jesuítas novamente, que iniciaram um projeto de reconstrução do edifício do colégio e, em 1976, da Igreja do Bom Jesus.
Obras da construção da igreja do Pátio, em 1976/Gomes de Waldemir/Acervo Digital da Prefeitura de São Paulo
Obras da construção da igreja do Pátio, em 1976/Gomes de Waldemir/Acervo  Prefeitura de São Paulo
RECONSTRUINDO O PASSADO
A reconstrução as estruturas do Pátio do Colégio despertou uma polêmica. Os apoiadores do projeto discutiam a importância do local como um monumento histórico da fundação da cidade, assim como da manifestação religiosa católica. 
Na época houve a oposição do Condephaat, baseada no argumento de que nenhuma réplica ou simulacro teria o valor histórico da obra original. Na visão do órgão, a reconstrução do pátio, além de causar danos irreversíveis ao patrimônio, também constituiria um “falso histórico”, conceito que surgiu na virada dos Séculos 19 e 20 e retomado no livro “Teoria da Restauração”, do arquiteto italiano Cesare Brandi.
O chamado “falso histórico” ocorre quando são realizadas intervenções, reformas ou reconstruções que apaguem traços característicos de um patrimônio.
Em 1975, o Condephaat solicitou o tombamento do local como sítio arqueológico, devido à presença de dois elementos originais de sua fundação: uma parede de taipa de pilão e a fundação de pedra da antiga igreja, ambos tombados pelo Conpresp em 2015.  
Dois anos depois, em 1977, o Condephaat publicou um segundo parecer, no qual afirmava que nenhuma reconstrução ou réplica deveria ser sobreposta à obra original, tirando dela o seu valor histórico. Apesar do parecer técnico, o projeto de reconstrução foi executado.
No entanto, é possível pensar em reconstrução sem cair no “falso histórico”. É o caso da Igreja de São Luis de Tolosa, no município de São Luiz do Paraitinga (São Paulo), que foi derrubada por uma enchente em 2010. 
Antiga vista da Igreja de São Luiz de Tolosa/Acervo FormArte
Antiga vista da Igreja de São Luiz de Tolosa/Acervo FormArte
Com a supervisão do Iphan a igreja foi completamente reconstruída, aproveitando os remanescentes da antiga construção. As diferenças são perceptíveis, o que impede que quem a visite incorra em uma falsa leitura histórica do que está vendo.
Integração das ruínas restauradas à nova construção da igreja/Acervo FormArte
Parede antiga, mantida na nova construção/Acervo FormArte
Parede antiga, mantida na nova construção/Acervo FormArte
PARTIDO OPOSTO
Um exemplo de partido de restauro oposto é o da Catedral de Coventry, no Reino Unido, destruída pelo exército nazista durante a Segunda Guerra Mundial entre 1940 e 1941. A proposta de restauro, escolhida em um concurso, foi a de preservar as ruínas originais da catedral e do altar. Ao lado das ruínas, uma nova igreja, moderna, integra-se ao que havia sobrado da antiga.

À esquerda as ruínas antigas da Catedral de Coventry. Ao lado, a nova construção/Elliot Brown
À esquerda as ruínas antigas da Catedral de Coventry. Ao lado, a nova construção/Elliot Brown
Fonte: Departamento do Patrimônio Histórico de São Paulo

Mosteiro São Bento - BA em fotos


Compartilho aqui as belíssimas fotos do Mosteiro de São Bento da Bahia.
(álbum do amigo Dom Tarcisius, OSB)


























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