segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Curso de Extensão: Conservação de Pinturas



Professora

Monica Dias
Mestre em Artes Visuais
Conservadora/Restauradora

Horário
Quartas-feiras, das 9h às 12h20
 
Período
De 19 de outubro a 14 de dezembro de 2016
Outubro: 19, 26
Novembro: 9, 16, 23, 30
Dezembro: 7, 14
 
Carga horária
32 horas/aula
 
Ementa
A preservação de uma pintura dependerá das medidas que sejam tomadas para priorizar sua estabilidade. Tais medidas dizem respeito tanto à sua constituição como à sua conservação. Conhecer a estrutura de uma pintura, ou seja, os materiais que a constituem, as técnicas utilizadas e todas as escolhas feitas pelo artista no momento da criação, assim como o ambiente ao qual foi exposta ou acondicionada, tornam-se indispensáveis para o entendimento de sua deterioração e identificação de suas patologias.
 
Objetivos
Ao término do curso, o aluno deverá estar apto a identificar as patologias de uma pintura e sua complexa estrutura, com o objetivo final de elaboração de um laudo técnico. Também será dada ênfase ao cuidado no manuseio e acondicionamento, assim como ao estabelecimento de condições necessárias para que uma pintura seja preservada.
 
Justificativa
“Conservar para não restaurar”
Torna-se cada vez mais necessário conscientizar a população sobre a importância da preservação do patrimônio cultural e artístico coletivo para a constituição de sua própria história. Portanto, a divulgação de conceitos e práticas relacionadas à conservação muito contribuirá para esse propósito.

Conteúdo programático
1 – Pintura: Materiais e Técnicas
2 – Conservação Preventiva e Curativa
3 – Danos e Patologias da pintura
4 – Análises e elaboração de laudo técnico
 
Bibliografia
BERGEAUD, Claire; HULOT, Jean-Francois; ROCHE, Alain. La Dégradation des Peintures sur Toile – Méthode d’examen des altérations. Paris: École Nationale du Patrimoine, 1997.
BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. Tradução: Beatriz M. Kuhl. São Paulo: Ateliê Editorial, 2004.
KNUT, Nicolaus. Manuel de Restauration des Tableaux. Cologne: Könemann, 1999.
MAYER, Ralph. Manual do Artista: de técnicas e materiais. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
MENDES, Marylka; SILVEIRA, Luciana; BEVILAQUA, Fátima; BAPTISTA, Antonio Carlos Nunes. Conservação: conceitos e práticas. Rio e Janeiro: Editora UFRJ, 2001.
MOTTA, Edson. Fundamentos para o Estudo da Pintura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
MOTTA, Edson; SALGADO, Maria Luiza Guimarães. Iniciação à Pintura. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1976.
OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
PASCUAL, Eva; PATIÑO, Mireia. O Restauro de Pintura. Lisboa: Estampa, 2002.

Público-alvo
Colecionadores, artistas, conservadores/restauradores, estudantes e profissionais de áreas afins.
 
Investimento
Taxa de inscrição: R$ 60,00 (valor não reembolsável em caso de desistência do curso)
3 parcelas de R$ 100,00
 
Inscrição

Clique abaixo no botão Faça sua pré-inscrição. Selecione o curso de seu interesse na seta e após preencher todos os campos clique em Confirmar.
Ao recebermos sua pré-inscrição enviaremos por e-mail o boleto referente a taxa de inscrição no valor de R$ 60,00. A inscrição estará confirmada com o pagamento desta taxa, cujo valor não será restituído em caso de desistência do curso.
Se o boleto não for recebido por e-mail dentro de 10 dias, favor entrar em contato com a secretaria da Faculdade de São Bento pelo e-mail secretaria@faculdadesaobento.org.br ou pelos telefones (21) 2206-8310 e (21) 2206-8281.
O boleto impresso, referente ao valor do curso, será entregue no primeiro dia de aula.
Fonte: Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro


domingo, 28 de agosto de 2016

Exposição: “Oratórios e Crucifixos”

“Oratórios e Crucifixos”, exposição de curta duração, abriu nesta última quinta-feira (25) e segue até dia 30 de outubro, de terça a domingo, das 9h às 17h, no Museu de Arte Sacra de Mato Grosso (MASMT), com peças da antiga Catedral do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, das Igrejas do Rosário e São Benedito.


A mostra revela objetos de fé e religiosidade presentes na vida do povo mato-grossense desde os primeiros anos de colonização.

O público que visitar o Museu de Arte Sacra de Mato Grosso poderá ver de perto, dez oratórios originais da antiga Catedral do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, das Igrejas do Rosário e São Benedito e de acervos pessoais que foram doados ao MASMT. Juntamente com alguns desses oratórios serão exibidas imaginárias e crucifixos da antiga catedral.

“As informações sobre as peças registram o uso, costumes e tradições; evocam hábitos e características, por meio da influência barroca, rococó e neoclássica, além da história da arte e da arquitetura que se revela no conjunto dos oratórios expostos”, adianta Sandra Barbosa, diretora do MASMT.

Dentre as peças em exibição, destaque para o oratório barroco em madeira recortada, entalhada nas colunas, vidro de cristal, com 1,59 m de altura, procedente da antiga Catedral do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, demolida no ano de 1968.

Origem dos Oratórios

Originária do verbo “orar” em latim, que significa "falar, dizer, pronunciar, prece e discurso" a palavra “Oratório” possui sentidos amplos: como o devocional doméstico, evocativo de oração, gênero musical e até mesmo um estilo arquitetônico que designa local de reclusão.

Cada religião tem seu histórico próprio para os oratórios. A arte Cristã desenvolveu-se nas catacumbas romanas, onde era colocado um candelabro e pintado o símbolo cristão. Desde então, já faziam parte do comércio, entre, pequenas pinturas e imitações portáteis.

Na Idade Média, os oratórios eram fechados, as pinturas acinzentadas evocavam anjos que guardavam as portas e quando abertas revelavam a imagem evocada e a parte superior era ricamente ornada com pequenas esculturas. Havia também os portáteis que eram carregados pelos cruzados até Jerusalém para livra-los da morte.

Os oratórios como elementos arquitetônicos religiosos são espaços devocionais fixos ou móveis, tanto domésticos como conventuais. Os oratórios ficam no lar ou podem ser trasladados para outros lugares, esses disseminados pelos bandeirantes, devido à escassez de Padres durante as expedições ao interior do Brasil.


Ao longo das Vilas fundadas, ficavam as imagens carregadas nos Oratórios, que serviam para as celebrações, ao longo dos anos com o crescimento dessas vilas, houve a necessidade de aumentar os locais de celebração, assim construindo capelas ou grandes Igrejas. Os fixos eram incorporados às grossas paredes de Taipa de Pilão das “Casas Grandes” em fazendas.


O doméstico tornou-se tradição nas regiões de mineração e as religiosas femininas criavam seus oratórios conventuais, confeccionados em pequenas caixas ornadas com estampas de santos

sábado, 27 de agosto de 2016

LANÇAMENTO: COLEÇÃO LIVROS DO TOMBO DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO DA BAHIA




Os Livros do Tombo formam uma coleção de 6 volumes, todos em grande formato e de beleza inigualável. Juntos, alcançam um período de cerca de 400 anos, relativos aos séc. XVI, XVII, XVIII e XIX. Nesses documentos está registrada a história da Cidade de Salvador desde o início da história do Brasil, pois os referidos livros contém alguns dos primeiros registros da formação da sociedade brasileira. Ademais, os Livros do Tombo trazem registros do patrimônio territorial do Mosteiro de São Bento da Bahia nas principais capitanias dos primeiros séculos brasileiros: Bahia e Pernambuco. Contém, ainda, documentos notariais referentes aos testamentos de grandes personalidades para a história da formação do Brasil, como Catarina Paraguaçu, Gabriel Soares, Duarte Coelho da Costa, Garcia d’Ávila e toda sua linhagem. São documentos arquivísticos, de caráter diplomático, manuscritos autênticos e únicos. Todos os volumes pouco variam em dimensão, e têm, basicamente, as mesmas características: encadernação sem ornamentos ostensivos, com capa em couro de porco marrom, com o brasão da ordem e a data de fundação do Mosteiro pintados à mão. Os fólios são numerados e rubricados no anverso à direita superior e todos os livros possuem Termo de Abertura e de Encerramento e abarcam um período de 1552 a 1913. A escrita é em tinta ferro-gálica e está em delicado estado de conservação, em especial no primeiro volume: o papel está bastante escurecido pela oxidação da tinta em diversas partes, o que prejudica sensivelmente a leitura em alguns trechos.

Lançamento: 29/08 às 15h Mosteiro São Bento da Bahia

A Coleção dos Livros do Tombo do Mosteiro de São Bento da Bahia poderá ​também ​ser acessada gratuitamente através do site: www.saobento.org/livrosdotombo

Fonte:Pesquisando a História

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

El David de Miguel Ángel, un coloso de piernas frágiles

Un artículo del New York Times ha vuelto a despertar la alarma sobre la situación de la escultura de Miguel Ángel, que presenta desde hace años varias grietas en sus tobillos y rodillas

El David de Miguel Angel es sometido a trabajos de limpieza y mantenimiento - EFES. TAUS -

El diario New York Times publicó la semana pasada un extenso reportaje de Sam Anderson titulado «Los Tobillos del David: como las imperfecciones podrían echar abajo la estatua más perfecta». El texto, del que se ha hecho eco la prensa italiana, ponía sobre aviso acerca del grave riesgo en el que se encuentra el David de Miguel Ángel. Esta emblemática escultura, situada desde 1873 en la Galería de la Academia en Florencia (Italia) podría desmoronarse, según el artículo, en cualquier momento si se viese expuesta a algún leve temblor provocado por el tráfico circundante, las obras en el subsuelo de la ciudad o incluso la leve réplica de un seísmo como el que tuvo lugar ayer en la localidad italiana de Amatrice. El patrimonio artístico de la humanidad se encuentra en riesgo de perder una de sus principales obras y las medidas para evitar esta tragedia se ven interrumpidas, como acusa Sam Anderson, por la «negligencia» de las autoridades competentes.

La fragilidad del David, en contra de lo que podría pensarse, no se debe al maltrato de los años, al bárbaro que en 1991 arremetió contra él martillo en mano, ni a los más de tres siglos que pasó expuesto a la intemperie en la Piazza della Signoria (donde ahora hay una réplica). La causa de la delicadeza de esta inmensa figura de 5, 17 metros de altura y 5.572 kilos de peso se debe a un pequeño error de su creador. El centro de gravedad de la escultura se encuentra ligeramente desviado, lo que provoca que el peso de la escultura recaiga demasiado en ciertos puntos de su anatomía que, después de 512 años, han terminado por resentirse.

La fragilidad de la estatua fue objeto de estudio de un equipo de geocientíficos italianos en 2014. Tras una rigurosa investigación en la que trabajaron con varias réplicas de arcilla de la obra, concluyeron que el grado de deterioro del mármol de las piernas y rodillas era demasiado alto. Una inclinación de tan solo 15 grados sería capaz de causar el desmoronamiento de la escultura. Además las vibraciones a las que se ve sometida constantemente provocan su debilitamiento. En las extremidades inferiores del David ya han aflorado pequeñas grietas observables a simple vista, que son síntoma de la sobrecarga a la que se ven sometidas.

Las posibles soluciones

Lo cierto es que el tema de las fisuras no es algo nuevo. En su reportaje, Anderson cuenta como tuvo la oportunidad de hablar con el anterior director de la Galería de la Academia, Angelo Tartuferi, quien le explicó que hay constancia de estas grietas desde hace más de cien años. El riesgo siempre ha estado ahí pero ahora existen sistemas para acabar con él. Una de las propuestas que se han barajado es la de trasladar la estatua a un nuevo emplazamiento mejor acondicionado y menos expuesto a cualquier vibración, pero esto no convence. La segunda opción, y la mejor considerada por Tartuferi y los científicos que en 2014 estudiaron el problema, es la instalación de una base antisísmica. Se trata de una peana que impediría que cualquier tipo de vibración del suelo alcanzase el cuerpo de la escultura. Anderson lo describe como algo similar al sistema que impide que los rascacielos de San Francisco se desmoronen.

Este sistema antisísmico tiene un coste aproximado de 200.000 euros, lo que representa una porción ínfima de lo que la galería es capaz de recaudar en un año. Por si esto no fuera suficiente la fundación Amigos de Florencia, que ha financiado la restauración de cientos de obras de la ciudad, se ha ofrecido en varias ocasiones a pagar el coste de esta sofisticada peana, por lo que su instalación es más que viable. Explica Anderson que las trabas vienen de parte de los organismos estatales competentes, que se han negado a aceptar la ayuda de esta fundación y que hace ya más de cuatro años se comprometieron a instalar un sistema para paliar los riesgos. Los ciudadanos de Florencia y todas las personas que sienten respeto por el patrimonio artístico de la humanidad siguen esperando.

Cuando en 1501 Miguel Angel Buonarroti decidió aceptar el encargo de esculpir el David, el inmenso bloque de mármol ya llevaba 30 años esperando en medio de una plaza de la ciudad toscana. La piedra no era de buena calidad, por lo que ningún escultor quería trabajar con ella y exponerse al fracaso. La mayor parte de los florentinos lo consideraban inservible. Llamaban a este bloque «El gigante». Solo la genialidad de Miguel Angel fue capaz de someter al gigante de piedra y liberar de él la obra maestra que es hoy. El historiador del arte Giorgio Vasari se refirió a la hazaña de Buonarroti al decir: «realmente fue un milagro por parte de Miguel Ángel darle la vida a algo que estaba muerto». Solo el tiempo dirá si la negligencia de algunos será la responsable de quitársela de nuevo.

Fonte: ABC Jornal

Índia: Festival de cinema assinala canonização de Madre Teresa



Certame começa hoje em Calcutá, data do aniversário de nascimento da futura santa

A cidade de Calcutá vai acolher a partir de hoje um festival de cinema dedicado a Madre Teresa, por ocasião da canonização da religiosa que dedicou a sua vida aos pobres na Índia.

A Rádio Vaticano avança que o ‘Madre Teresa International Film Festival’ começa hoje, data do aniversário de nascimento da futura santa, e decorre até dia 29 deste mês, com o objetivo de “sensibilizar a opinião pública e cada pessoa sobre a obra da missionária”.

“Queremos apresentar o melhor e mais amplo repertório de filmes e documentários centrados na figura e na vida de Madre Teresa, vencedora do Prêmio Nobel da paz em 1979”, explica a diretora da mostra, Sunjl Lucas.

O objetivo é “ter pelo menos 20 filmes” sobre a chamada “mãe dos pobres”, sendo que já estão garantidas duas pré-estreias mundiais: “Ama até estar mal” e “Memórias da Madre”.

Entre as obras já confirmadas, está a muito aguardada ‘Madre Teresa: a sua herança’, que “recorda, em ordem cronológica, a obra da futura santa e as várias entrevistas que concedeu ao longo dos anos”.

No programa do certame, que conta com o apoio da Arquidiocese de Calcutá e das Irmãs Missionárias da Caridade (congregação fundada por Madre Teresa) destaca-se ainda o documentário “Em nome dos pobres de Deus”.

Uma película que “tem como protagonista Geraldine Chaplin, filha do ator e diretor de culto do cinema mudo, Charles Chaplin”.

Este festival internacional de cinema, dedicado a Madre Teresa de Calcutá, foi lançado em 2003, no âmbito da então beatificação da religiosa albanesa.

Depois disso teve mais duas edições, uma em 2007, data do 10º aniversário da morte de Madre Teresa, e outra em 2010, quando foi assinalado o centenário do seu nascimento.

A cerimónia de canonização de Madre Teresa de Calcutá vai ter lugar no dia 04 de setembro e será presidida pelo Papa Francisco, na praça de São Pedro, a partir das 10h30 (menos uma em Lisboa).

As celebrações em honra da canonização da Madre Teresa de Calcutá, em Roma, vão integrar diversas celebrações, encontros e momentos de oração, entre os dias 01 e 08 de setembro.

Na Basílica de São João de Latrão, os peregrinos terão a oportunidade de venerar as relíquias de Madre Teresa; e no convento de São Gregório ‘al Celio’ poderão visitar o seu quarto.

A canonização de Madre Teresa foi aprovada pelo Papa Francisco no final de 2015, na sequência do reconhecimento da autenticidade de um milagre atribuído à intercessão da Beata Teresa de Calcutá.

O caso está relacionado com a cura de um homem brasileiro, de 35 anos, afetado por uma grave doença no cérebro, que recuperou de forma inexplicável.

A canonização, ato reservado ao Papa desde o século XIII, é a confirmação, por parte da Igreja Católica, que um fiel católico é digno de culto público universal (os beatos têm culto local) e de ser apresentado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade.

JCP

Imagens preciosas

Edison Veiga



Foto: Gabriela Biló/ Estadão

Dentre as peças do rico acervo de arte sacra do Mosteiro de São Bento, no Centro, três imagens – instaladas na Basílica de Nossa Senhora da Assunção, anexa à abadia – destacam-se pela relevância histórica. São elas: São Bento (foto), Santa Escolástica e o Cristo Crucificado. “São Bento e Santa Escolástica foram confeccionados em 1656 aqui em São Paulo pelo escultor Frei Agostinho de Jesus, monge beneditino e primeiro escultor brasileiro”, conta o monge João Baptista, bibliotecário da casa. “O crucificado foi confeccionado e oferecido ao mosteiro pelo escultor José Pereira Mutas, primeiro escultor paulistano, em 1777.”

As três peças foram recuperadas recentemente pelo restaurador João Rossi, que é responsável pelo restauro do patrimônio artístico do mosteiro.

Fonte: Jornal Estadão

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Teologia da Beleza: Interseções entre Arte e Mistagogia


TEOLOGIA DA BELEZA: INTERSEÇÕES ENTRE ARTE E MISTAGOGIA


Professor
Marcos Antônio Dias
Mestre em Filosofia da Arte e Semiótica
 Período
De 24 a 28 de outubro de 2016
 Horário
De segunda a sexta-feira, das 9h às 11h40
 Carga horária
15 horas/aula
 Objetivos
Apresentar as manifestações artísticas como linguagens mistagógicas e eventos da Beleza, relacionando-as com o evento estético por excelência: o Mistério de Cristo.
Oferecer aos participantes uma reflexão sobre a Revelação como obra estética, levando-os a confrontar a arte como possibilidade de transfiguração dos objetos comuns da nossa percepção e como instrumento de construção de sentidos. 

Pré-requisitos e público-alvo
Estudantes de Teologia e Filosofia; demais pessoas interessadas, ligadas às artes ou liturgia.

Método de ensino
Aulas expositivas com projeções de imagens e discussões para a apreciação de Obras de Arte.
Análise de espaços sagrados e incursão em outras linguagens artísticas, privilegiando seu caráter estético e mistagógico.

Programa
Mistagogia: a arte de conduzir ao mistério.
A Filosofia da Arte como forma de interpretação do real e suas possibilidades.
As pinturas rupestres: os inícios da plasticidade como encantamento do mundo.
As Pinturas paleocristãs.
A beleza do espaço sagrado como expressão do Mistério.
Teologia do Ícone: A percepção estética como possibilidade de decifrar a figura de Deus.
Dança, procissões rítmicas e a oração do corpo.
A beleza trágica: o mistério da Cruz. (Balthasar e Dostoievski)
A música do Espírito.
Poesia como síntese da interioridade espiritual.

Área do Conhecimento
Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes
 Certificado
Confere certificado mediante 75% de presença nas aulas.
 Investimento
R$ 150,00
 Inscrição
Clique abaixo no botão Faça sua pré-inscriçãoSelecione o curso de seu interesse na seta e após preencher todos os campos clique em Confirmar.
Ao recebermos sua pré-inscrição enviaremos por e-mail o boleto referente ao valor do curso. A inscrição estará confirmada com o pagamento deste valor.
Se o boleto não for recebido por e-mail dentro de 10 dias, favor entrar em contato com a secretaria da Faculdade de São Bento pelo e-mail secretaria@faculdadesaobento.org.br ou pelos telefones (21) 2206-8310 e (21) 2206-8281.

Imagem: Cristo Pantocrátor (séc. VI) – Monastério de Santa Catarina, Monte Sinai.






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